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	<title>covid no carnaval &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Covid-19: Primeiro Carnaval do &#8220;novo normal&#8221; demanda precauções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 12:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda não acabou]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval e cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[covid no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com a Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista alerta para sinais que apontam possibilidade de aumento na propagação O Brasil pode estar se aproximando de uma nova onda de aumento de casos e mortes por covid-19, que corre o risco de ser potencializada pelo Carnaval. Em análise do cenário das últimas semanas, o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da&#160;Rede Análise Covid-19, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Especialista alerta para sinais que apontam possibilidade de aumento na propagação</h4>



<p></p>



<p>O Brasil pode estar se aproximando de uma nova onda de aumento de casos e mortes por covid-19, que corre o risco de ser potencializada pelo Carnaval. Em análise do cenário das últimas semanas, o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da&nbsp;<a href="https://redeaanalisecovid.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Rede Análise Covid-19</strong></a>, observa o início de uma tendência de aumento de casos, mesmo com as subnotificações. Ele também vê com preocupação a alta de internações no estado de São Paulo.&nbsp;</p>



<p>Segundo o especialista, o abandono de medidas de prevenção diminuiu os obstáculos para propagação do coronavírus. Além disso, ainda há pessoas com o esquema de vacinação incompleto. São fatores que abrem espaço para o surgimento de novas cepas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Como estamos transmitindo o vírus praticamente sem barreira, a transmissão está livre, leve e solta. O que acontece quando o vírus tem oportunidade de entrar num corpo e atingir as células? Ele tem oportunidade de mutação. Por isso estamos vendo mais variantes seguidamente. Muita gente está contraindo. Por mais que não fique grave, acaba proporcionando essas oportunidades de mutação para o vírus&#8221;, explica.</p>



<p>Coincidentemente, neste mês de fevereiro, o Brasil completa um ano de consolidação dos níveis mais baixos de mortes por covid-19 desde o início da pandemia. Algumas semanas antes do Carnaval do ano passado, o número de óbitos por causa do coronavírus entrou em um movimento descendente histórico. &nbsp;</p>



<p>A partir de abril, o país nunca mais registrou média superior a 300 casos fatais por dia e entrou no platô de mais longa duração da emergência sanitária. Para uma nação que chegou a médias diárias superiores a 3 mil, a notícia pode parecer boa. Mas o registro atual de óbitos a cada 24 horas ainda coloca a covid-19 como uma das principais causas de perdas humanas por ano no Brasil.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Um pouquinho de muita gente, já dá muita gente. Desde junho de 2022 – isso já dá 8 meses – estamos nessa linha de base óbitos que fica entre 60 e 70, vai a 100 e 120 conforme vêm essas ondas. Se ficarmos nessa média por um ano, teremos entre 30 e 45 mil óbitos por ano&#8221;, afirma Isaac Schrarstzhaupt.&nbsp;</p>



<p>Nesse cenário, a doença mataria tanto quanto a violência no Brasil e continuaria entre os males que matam. As medidas para conter o problema já são velhas conhecidas, mas não se aplicam apenas a quem vai brincar o Carnaval.&nbsp;</p>



<p>A recomendação primordial é buscar completar o esquema vacinal, com a quantidade de doses indicada para cada grupo. A imunização diminui as chances de evolução para casos graves e mortes.&nbsp;</p>



<p>Mas as medidas não farmacológicas também são essenciais. Nas festas de rua e aglomerações, o uso da máscara é muito importante. Em locais fechados, o cuidado com o uso da máscara deve redobrar. A proteção também deve ser usada na presença de idosos e idosas e de pessoas com imunidade comprometida. Vale lembrar que máscaras de boa qualidade, como as PFF2, têm um índice de proteção maior. Quem apresentar sintomas deve se isolar. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Uso uma analogia de um cabo de guerra. Antes da vacina, estávamos de um lado e o vírus do outro. O que usávamos? Máscara, isolamento, distanciamento. Chegou a vacina e pegou na nossa ponta. Mas o que nós fizemos? Largamos o cabo de guerra e dissemos – boa sorte, vacina. Nós precisamos ajudar a vacina. Esse vírus é muito mais transmissível que os outros e nós precisamos adaptar o nosso comportamento a isso.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Os dados do mais recente&nbsp;<a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u34/resumo_infogripe_2023_06.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Boletim Infogripe</strong></a>&nbsp;da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que o Brasil se mantém em patamares baixos de contaminação. Mas a entidade também alerta que&nbsp;os eventos carnavalescos podem facilitar o aumento de casos. &nbsp;</p>
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		<title>Diretora da OMS diz que mundo está entrando em quarta onda de covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[covid no carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[novas variantes da Covid]]></category>
		<category><![CDATA[quarta onda]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Mariângela Simão, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia do novo coronavírus. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Mariângela Simão, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes</p>
<p></p>
<p>O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia do novo coronavírus. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), a brasileira Mariângela Simão. Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia.</p>
<p> </p>
<p>“Estamos vendo a ressurgência de casos de covid-19 na Europa. Tivemos nas últimas 24 horas mais de 440 mil novos casos confirmados. E isso que há subnotificação em vários continentes. O mundo está entrando em uma quarta onda, mas as regiões têm tido um comportamento diferente em relação à pandemia”, declarou Mariângela Simão.</p>
<p> </p>
<p>Segundo ela, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes, pelo fato da vacinação ter reduzido os óbitos decorrentes da covid-19. Ela lembrou que a imunização reduz as hospitalizações, mas não interrompe a transmissão.</p>
<p> </p>
<p>A diretora avaliou que os novos picos na Europa se devem à abertura e flexibilização das medidas de distanciamento no verão, além do uso inconsistente de medidas de prevenção em países e regiões.</p>
<p> </p>
<p>“O aumento da cobertura vacinal não influencia na higiene pessoal, mas tem associação com diminuição do uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, há desinformação, mensagens contraditórias que são responsáveis por matar pessoas”, pontuou a diretora-geral adjunta da OMS.</p>
<p> </p>
<p>Um problema grave, acrescentou, é a desigualdade no acesso às vacinas no mundo. “Foram aplicadas mais de 7,5 bilhões de doses. Em países de baixa renda, há menos de 5% das pessoas com pelo menos uma dose. Um dos fatores foi o fato de os produtores terem feito acordos bilaterais com países de alta renda e não estarem privilegiando vacinas para países de baixa renda”, analisou.</p>
<p> </p>
<p>Outro obstáculo é a concentração em poucos países que dominam tecnologias utilizadas para a produção de vacinas, como o emprego do RNA mensageiro, como no caso do imunizante da Pfizer-BioNTech.</p>
<p> </p>
<p>Mariângela Simão considera que o futuro da pandemia depende de uma série de fatores. O primeiro é a imunidade populacional, resultante da vacinação e da imunização natural. O segundo é o acesso a medicamentos. O terceiro é como irão se comportar as variantes de preocupação e do quão transmissíveis elas serão.</p>
<p> </p>
<p>O quarto é a adoção de medidas sociais de saúde pública e a aderência da população a essas políticas. “Onde medidas de saúde pública são usadas de forma inconsistente os surtos continuarão a ocorrer em populações suscetíveis”, projetou.</p>
<p> </p>
<p>A diretora da OMS defendeu que além das medidas de prevenção é preciso assegurar a equidade no acesso a vacinas, terapias e testagens. “É vacinas, mas não somente vacinas”, resumiu.</p>
<p> </p>
<p><strong>Américas e Brasil</strong></p>
<p>Ao avaliar a situação das Américas e do Brasil, Mariângela Simão afirmou que as Américas vêm tendo um comportamento de transmissão comunitária continuada, com ondas repetidas.</p>
<p> </p>
<p>Quanto ao Brasil, ela avaliou que o programa de vacinação está andando bem. Mas, a partir da situação na Europa, se mostrou receosa com o futuro da pandemia no Brasil pelas discussões em curso sobre o carnaval.</p>
<p> </p>
<p>“Me preocupa quando vejo no Brasil a discussão sobre o Carnaval. É uma condição extremamente propícia para aumento da transmissão comunitária. Precisamos planejar as ações para 2022”, alertou.</p>
<p> </p>
<p>Crédito: Agência Brasília Gov<br />Fonte: SEEB do RJ por Saúde JB</p>
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