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	<title>covid mortes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Brasil registra 929 mortes pela covid em 24 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento das mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[Com aumento de mortes nas últimas semanas, OMS diz que é “prematuro” declarar vitória contra a pandemia e cobra retomada de medidas para conter a transmissão O Brasil registrou nesta terça-feira (1º) 929 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. É o maior número desde 19 de agosto, quando foram computados oficialmente 979 óbitos. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com aumento de mortes nas últimas semanas, OMS diz que é “prematuro” declarar vitória contra a pandemia e cobra retomada de medidas para conter a transmissão</p>
<p></p>
<p>O Brasil registrou nesta terça-feira (1º) 929 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. É o maior número desde 19 de agosto, quando foram computados oficialmente 979 óbitos. A média móvel diária de mortos também subiu, para 603 nos últimos sete dias, maior marca desde o início de setembro. No mesmo período, foram mais 193.465 casos da doença confirmados em todo o país. Assim, a média móvel de casos subiu para 186.985, a maior desde o início da pandemia no Brasil, em março de 2020.</p>
<p> </p>
<p>Ao todo, o país tem mais de 628 mil mortes pela covid-19 oficialmente registradas, e ultrapassou a marca dos 25,6 milhões de casos. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).</p>
<p> </p>
<p>O cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19, lamentou que os apelos do órgão para conter a transmissão no início da onda ômicron não foram ouvidos. “Agir hoje evita a consequência de amanhã”, tuitou.</p>
<p> </p>
<p>O neurocientista Miguel Nicolelis também alertou, igualmente, que o país está voltando ao patamar de mil mortes diárias “muito mais rapidamente do que esperávamos”.</p>
<p> </p>
<p><strong>Testes positivos saltaram de 3% para 37%</strong></p>
<p>De dezembro a janeiro, o percentual de testes positivos para a covid-19 saltou de 3% para 37%, nos casos analisados pelos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Entre 16 e 22 de janeiro, também houve “forte aumento” no número de testes realizados. Foram 121.275 amostras analisadas, crescimento de 195% em relação à média das oito semanas anteriores. De acordo com a instituição, a variante ômicron, que chegou no país no final de novembro, é o que explica esse “aumento vertiginoso”.</p>
<p> </p>
<p>Todas as centrais da Fiocruz, que coletam amostras de diversas regiões, notaram esse aumento na positividade dos testes. A Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19 no Rio de Janeiro (Unadig-RJ), por exemplo, teve um salto de 2% em dezembro para 37% até 24 de janeiro. O total de amostras analisadas subiu de 52.795 para 88.495, com testes realizados também no Rio Grande do Sul e Minas Gerais.</p>
<p> </p>
<p>No Ceará, que também processa amostras de Santa Catarina e São Paulo, o salto foi ainda maior. Em dezembro, o laboratório processou 13.181 amostras, com taxa de positividade de 4%. Um mês depois, das 58.285 amostras, 40% deram positivo.</p>
<p> </p>
<p>Da mesma forma, no Paraná, que processa amostras apenas do próprio estado, a taxa de positividade também subiu de 4,23%, com 65.037 testes em dezembro, para 40,73% nas 120.642 amostras colhidas em janeiro.</p>
<p> </p>
<p><strong>Ressaca do fim de ano</strong></p>
<p>Além da ômicron, muito mais transmissível, a “explosão de casos” de covid é consequência, principalmente, das festas do fim de ano. Para a coordenadora-geral da Unadig-RJ, Erika de Carvalho, as pessoas relaxaram as medidas de distanciamento social após o avanço da vacinação. “Isso fez com que a ômicron expandisse e contaminasse uma quantidade tão grande de pessoas. Sabemos que ela é uma cepa cujo contágio é mais fácil e isso explica bem os números”, afirmou à <a href="https://agencia.fiocruz.br/covid-19-positividade-saltou-de-3-para-37-em-testes-na-fiocruz" target="_blank">Agência Fiocruz de Notícias</a>. </p>
<p> </p>
<p>“Vínhamos de um momento em que observamos queda nos casos: 15 dias antes do Ano Novo, estávamos com menos de 10% de percentual positivo”. De acordo com a pesquisadora, esse rápido aumento de casos pode ser sazonal, como uma “onda”. “Ainda assim, temos que observar”, ressalta.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mais transmissão, mais mortes</strong></p>
<p> O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, se disse preocupado com uma “narrativa” difundida em muitos países que considera a ômicron como uma variante “mais leve”. Nesse sentido, com a variante falsamente “menos grave”, apesar de mais transmissível, conter o aumento de casos seria “impossível”, ou mesmo “desnecessário”. “Nada poderia estar mais longe da verdade”, declarou hoje. “Mais transmissão significa mais mortes”, acrescentou.</p>
<p> </p>
<p>Tedros afirmou considerar que todos estão cansados da pandemia. Contudo, é “prematuro”, segundo ele, declarar vitória contra a covid-19 ou abandonar esforços para combater a doença. Destacou, sobretudo, que o aumento de mortes observado nas últimas semanas em diversas partes do mundo é “preocupante”.</p>
<p> </p>
<p>Para o diretor da OMS, terminar com a pandemia não é questão de “sorte”, mas de “escolha”. “O mundo não aguenta mais e nós precisamos terminar essa pandemia. Temos meios de fazer isso”. Primordialmente, ele disse que é necessário atingir 70% da população imunizada até o meio do ano. Por isso, Tedros voltou a defender o combate à desigualdade no acesso às vacinas.</p>
<p> </p>
<p>Mundialmente, 53% das pessoas já receberam ao menos duas doses. Mas existe uma brutal diferença nos índices registrados nos países mais desenvolvidos em comparação com regiões da África e do centro da Ásia, por exemplo.</p>
<p>Crédito: Alex Pazuello/SemCom<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Tiago Pereira</p>
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