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	<title>covid e filé mignon &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Militares gastam recursos do combate à Covid com picanha e filé mignon!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo auditoria do TCU, em 2020 o Ministério da Defesa gastou R$ 535 mil com itens não essenciais com uma verba que deveria ser utilizada para custear políticas contra a pandemia Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que o Ministério da Defesa, responsável pelas Forças Armadas, gastou em 2020 cerca de meio milhão de reais de recursos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo auditoria do TCU, em 2020 o Ministério da Defesa gastou R$ 535 mil com itens não essenciais com uma verba que deveria ser utilizada para custear políticas contra a pandemia</p>
<p></p>
<p>Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que o Ministério da Defesa, responsável pelas Forças Armadas, gastou em 2020 cerca de meio milhão de reais de recursos que deveriam ser utilizados no combate à pandemia do coronavírus com itens alimentícios de luxo e não essenciais, como picanha, file mignon, camarão e bebidas alcoólicas. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o periódico paulista, a partir de apuração sobre supostas irregularidades na compra de alimentos no governo desde 2017, foram descobertos gastos de R$ 535 mil, por parte da Defesa, com esses itens, que ainda incluem, por exemplo, bacalhau e salmão.</p>
<p> </p>
<p>Esse dinheiro, de acordo com o TCU, veio a partir da ação orçamentária “21C0 – Enfrentamento da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional decorrente do Coronavírus“. Ou seja, tratava-se de recursos destinados ao custeio de políticas de combate à Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>“Além de não servir à finalidade a que se destina, a contratação desse tipo de insumo fere o princípio da moralidade previsto no art. 37 da Constituição Federal de 1988, o qual está diretamente relacionado à integridade nas compras públicas”, diz trecho do relatório da auditoria do TCU.</p>
<p> </p>
<p>Em nota, o Ministério da Defesa informou que os militares atuaram no combate à pandemia e que relatório apontando os gastos é “preliminar”. “Ainda será apreciado por ministros do Tribunal de Contas da União, no qual esta pasta já apresentou os devidos esclarecimentos”, diz.</p>
<p>Crédito: Agência Brasil<br />Fonte: Revista Forum<br />Escrito por: Ivan Longo</p>
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