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	<title>Covid-19 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Covid-19 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Flávio Bolsonaro, garotas de programa e empresários: a festa em lancha durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 05:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação revela episódio ocorrido em Brasília quando o Brasil se aproximava de 77 mil mortes por Covid-19. O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria participado de uma festa em uma lancha no Lago Paranoá, em Brasília, com empresários da Precisa Medicamentos e garotas de programa trazidas de São Paulo, em 17 de julho de 2020, durante [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Investigação revela episódio ocorrido em Brasília quando o Brasil se aproximava de 77 mil mortes por Covid-19.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria participado de uma festa em uma lancha no Lago Paranoá, em Brasília, com empresários da Precisa Medicamentos e garotas de programa trazidas de São Paulo, em 17 de julho de 2020, durante a pandemia de Covid-19. O encontro teria sido organizado por empresários interessados em estreitar relações com o governo de Jair Bolsonaro, pai do senador, enquanto buscavam negociar o fornecimento da vacina Covaxin. <a href="https://piaui.uol.com.br/web/flavio-bolsonaro-churrasco-lancha-vacina/" data-type="link" data-id="https://piaui.uol.com.br/web/flavio-bolsonaro-churrasco-lancha-vacina/"><strong>As informações são da revista piauí</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na véspera da festa, o Brasil havia registrado 1.299 mortes por Covid-19 em apenas 24 horas, elevando para 76.822 o número de vítimas da doença no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a reportagem, na noite de 16 de julho de 2020, um jatinho de prefixo PR-SAD decolou do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, às 20h49, com destino à capital federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bordo estavam Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, ligados à Precisa Medicamentos, o agente de viagens Raphael Barão, proprietário da Barão Turismo, e três garotas de programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aeronave, um Embraer Phenom 300 pertencente à empresa Prime You, pousou em Brasília às 22h12. Os passageiros seguiram para o hotel Meliá Brasil 21, no Setor Hoteleiro Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã seguinte, Flávio Bolsonaro teria chegado à lancha acompanhado de Alexandre Santini, seu amigo e sócio em uma franquia da Kopenhagen no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro, com bebidas e petiscos, teria sido organizado para agradar o filho mais velho do então presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a piauí, a presença das garotas de programa era um dos principais atrativos da festa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Festa ocorreu enquanto Brasil registrava quase 77 mil mortes por Covid-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O passeio aconteceu em um período crítico da pandemia. Em 16 de julho de 2020, o Brasil contabilizava 76.822 mortes por Covid-19, após registrar 1.299 novos óbitos em 24 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, o governo Bolsonaro enfrentava críticas pela condução da crise sanitária, enquanto laboratórios internacionais buscavam negociar o fornecimento de vacinas contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas como Pfizer e Sinovac mantinham tratativas com o Ministério da Saúde, mas os acordos ainda não haviam avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi nesse contexto que os empresários da Precisa Medicamentos buscaram ampliar sua aproximação com integrantes da família presidencial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Empresários buscavam acordo para fornecimento da Covaxin</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, respectivamente diretor institucional e proprietário da Precisa Medicamentos, atuavam nas negociações relacionadas à vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa já mantinha contratos com o governo federal para o fornecimento de produtos como testes rápidos de Covid-19 e preservativos femininos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a piauí, os empresários viam na aproximação com Flávio Bolsonaro uma oportunidade de fortalecer suas relações políticas enquanto buscavam avançar nas negociações envolvendo o imunizante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem também aponta que o jatinho utilizado para transportar os participantes da festa já havia sido usado pelo empresário Daniel Vorcaro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Amigo de Flávio Bolsonaro na lancha foi citado no caso das “rachadinhas”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alexandre Santini, que teria acompanhado Flávio Bolsonaro no passeio, também aparece em outro episódio envolvendo o senador: a investigação sobre um suposto esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santini era sócio de Flávio em uma franquia da Kopenhagen no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a loja teria sido utilizada para lavar recursos provenientes de valores supostamente recolhidos de assessores parlamentares por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores estimaram que R$ 1,6 milhão em espécie teriam passado pelo estabelecimento no contexto do suposto esquema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso, contudo, foi arquivado após a anulação de provas utilizadas na investigação, sem condenação de Flávio Bolsonaro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-e-suspeito-de-ser-socio-de-casa-de-apostas-diz-revista-piaui/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/flavio-bolsonaro-e-suspeito-de-ser-socio-de-casa-de-apostas-diz-revista-piaui/">Flávio Bolsonaro é suspeito de ser sócio de casa de apostas, diz revista piauí</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Os órfãos da pandemia vão decidir a eleição</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/os-orfaos-da-pandemia-vao-decidir-a-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 06:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro nunca mais]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[A memória das mais de 700 mil vítimas da Covid vai às urnas. Os órfãos da tragédia vão votar munidos de duas frases. Estamos aqui. Não podemos e não vamos esquecer o que vocês fizeram na pandemia passada. “Sou uma viúva da Covid. Eu voto pelos que não podem mais votar.” Jamil Chade relata, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">A memória das mais de 700 mil vítimas da Covid vai às urnas. Os órfãos da tragédia vão votar munidos de duas frases. Estamos aqui. Não podemos e não vamos esquecer o que vocês fizeram na pandemia passada.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Sou uma viúva da Covid. Eu voto pelos que não podem mais votar.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Jamil Chade relata, no vídeo <strong><em>“Bolsonaristas: Eu sei o que vocês fizeram na pandemia”</em></strong>, a presença lancinante de uma mulher de preto numa manifestação em Copacabana. O cartaz que ela erguia não era apenas um pedaço de papel: foi a materialização do luto coletivo, um grito estridente contra a infâmia do esquecimento que os carrascos do povo brasileiro tentam impor à força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste exato momento, a exatos nove dias do segundo turno da eleição presidencial de 2026, o Brasil vive o ápice de um acerto de contas histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filho de Jair Bolsonaro, de nome Flávio, tem 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira,15.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um empate técnico dramático e aterrador entre o senador da extrema-direita — que abertamente prometeu “honrar o legado de meu pai Jair Bolsonaro, que subirá comigo a rampa do Palácio do Planalto” — e o presidente Lula, que tenta a reeleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devolver o poder ao bolsonarismo, agora encarnado pelo filho e fiel guardião da necropolítica do pai, seria a mais absoluta abjeção moral. Seria cuspir na sepultura de 700 mil brasileiros.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O cinismo, o deboche e o sangue nas mãos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum governo neste planeta tem o poder divino de impedir o surgimento de um vírus desconhecido. O que separa um estadista de um genocida, porém, é o que se faz diante da catástrofe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um governo responsável protege sua gente: respeita a ciência, compra vacinas, prepara hospitais, garante oxigênio. Salvar vidas é o dever intransigível do Estado. O que os Bolsonaro fizeram foi exatamente o oposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assassinou a esperança a golpes de sadismo, deboche e propaganda criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o oftalmologista Claudio Lottenberg — cotado para assumir o Ministério da Saúde em um eventual governo do Bolsonaro Flávio — teve a pachorra de declarar em entrevista à Folha, publicada nesta quinta-feira, 8 de outubro:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Eu prefiro deixar isso como capítulo superado”.</em></strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Superado, doutor?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As famílias enlutadas não devem silêncio a quem disputa o poder sobre cadáveres! Como se o horror pudesse ser varrido para debaixo do tapete para favorecer uma campanha eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A memória do que esses homens fizeram está gravada a sangue e fogo na alma do país:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março de 2020, no início da hecatombe, Jair Bolsonaro, o pai que Flávio <strong><em>“honra”, chamou a crise de “muito mais fantasia”</em></strong>. No pronunciamento do dia 24, invocou seu fanfarrão <strong><em>“histórico de atleta”</em></strong> para dizer que teria, no máximo, uma <strong><em>“gripezinha ou resfriadinho”</em></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 de abril, acuado pelas mortes, destilou a frase mais cruel da história republicana: <strong><em>“Eu não sou coveiro”</em></strong>. Onde a decência humana exigia solidariedade, ele respondeu com um <strong><em>“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?”</em></strong> ao saber que o Brasil havia superado a China em óbitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em plena via-crúcis nacional, enquanto famílias choravam em desespero, Bolsonaro desfilava em 23 de julho de 2020 exibindo uma caixa de hidroxicloroquina para as emas do Alvorada, promovendo um veneno inútil enquanto o povo sufocava nos hospitais sem oxigênio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, mandou o Brasil <strong><em>“deixar de ser um país de maricas”</em></strong>. Em dezembro, debochou da vacina da Pfizer: <strong><em>“Se você virar um jacaré, é problema de você”</em></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 18 de março de 2021, numa transmissão ao vivo nauseabunda, imitou uma pessoa com falta de ar para ridicularizar quem lutava desesperadamente para respirar. Debochou de máscaras, arrancou a máscara de uma criança no colo e promoveu o charlatanismo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alertas ignorados e o colapso de Manaus</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O desastre não foi um acidente de percurso. Foi um plano meticuloso. Como Jamil Chade revelou em reportagem no ICL Notícias, em 17 de dezembro de 2025, o governo recebera alertas da Abin desde janeiro de 2020. Em 6 de março, a agência já avisava sobre o risco iminente de colapso hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que o governo fez? Demitiu os ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich por divergências científicas. E colocou o general Eduardo Pazuello, que transformou a subserviência em hino nacional ao declarar, após o chefe vetar a vacina CoronaVac: <strong><em>“É simples assim: um manda e o outro obedece”</em></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a Pfizer oferecia vacinas aos montes em agosto de 2020 — ofertas solenemente ignoradas por Jair Bolsonaro —, Manaus virou uma câmara de gás a céu aberto. Em janeiro de 2021, pacientes morreram asfixiados por falta de oxigênio enquanto familiares corriam desesperados atrás de cilindros por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Pazuello e o presidente Bolsonaro foram advertidos pela Abin, sabiam de tudo e não moveram uma palha para evitar o massacre. Paralelamente, médicos de araque como o senador Osmar Terra, bolsonarista fiel ao chefe, defendiam a infame <strong><em>“imunidade de rebanho”</em></strong> pelo contágio, empurrando milhares de pessoas para covas coletivas que o brasileiro nunca tinha visto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O resultado dessa carnificina administrativa?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil encerrou o governo Bolsonaro com exatos 693.853 mortes registradas, batendo a marca macabra de 700 mil em março de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O infectologista Pedro Curi Hallal, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e coordenador do estudo EPICOVID — o maior estudo sobre prevalência da Covid no Brasil — <strong>disse na CPI da Pandemia, em 24 de junho de 2021, que:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Quatro de cada cinco mortes teriam sido evitadas se estivéssemos na média mundial. Se nós estivéssemos na média, como um aluno que tira nota média na prova, nós teríamos poupado 400 mil vidas no Brasil.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época o Brasil tinha 2,7% da população mundial, mas concentrava 13% das mortes por Covid no mundo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O filho que quer <strong><em>“honrar”</em></strong> o monstro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio — o candidato do pai inelegível — o Bolsonaro da vez — não é um inocente útil. É herdeiro e cúmplice confesso dessa tragédia. Quando a CPI da Pandemia pediu seu indiciamento por incitação ao crime em outubro de 2021, ele chamou a comissão de <strong><em>“maior atestado de idoneidade do governo federal”</em></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à Folha em dezembro de 2025, Flávio reafirmou sua lealdade doentia: <strong><em>“Eu sigo os mesmos princípios, eu tenho o sangue Bolsonaro”</em></strong>. E coroou seu delírio totalitário na convenção do PL em julho de 2026, bradando para Jair Bolsonaro ouvir da prisão onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado contra a Democracia:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Pai, eu vou te honrar… Em janeiro de 2027, você vai subir comigo aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”</em></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As famílias enlutadas exigem saber: o que Flávio pretende honrar? Honrar os mortos por falta de oxigênio? Honrar a sabotagem das vacinas? Curvar-se a conveniências eleitorais para absolver o pai sanguinário?</p>



<h4 class="wp-block-heading">O momento do acerto de contas chegou</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os órfãos da Covid carregam essa cicatriz para além de qualquer urna. A ausência dilacerante de um pai, de uma mãe, de um irmão ou de um filho reaparece no aniversário vazio, na formatura sem abraço, no nascimento de uma criança que jamais conhecerá o avô.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum marqueteiro de plantão tem o direito moral de decretar o esquecimento dessa dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil deve às vítimas justiça implacável. A responsabilização penal tem de avançar. É precisamente isso que mais amedronta o clã Bolsonaro: uma possível reeleição de Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 25 de outubro de 2026, o momento de acerto de contas chegou. Vamos para as urnas carregando a memória sagrada das vidas que nos foram roubadas pela ignorância e pela maldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos impedir, com a força soberana do voto, que o desprezo pela ciência e a barbárie voltem a comandar o Estado brasileiro e matem pessoas que deveriam estar conosco hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os mortos não podem votar. Nós podemos votar exibindo a mensagem no cartaz feito à mão da mulher de preto em Copacabana:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Sou uma viúva da Covid. Eu voto pelos que não podem mais votar.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós estamos aqui. Não podemos esquecer. E não vamos esquecer.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Bolsonaro, nunca mais.</h5>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Bolsonaristas: Eu sei o que vocês fizeram na pandemia | De Cabeça para Baixo, com Jamil Chade #61" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/guw7h8nC-DM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Não existe relação entre câncer e vacina contra a covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-existe-relacao-entre-cancer-e-vacina-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 07:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados e pesquisas científicas confirmam que não há evidências ligando imunização ao câncer. Boatos que voltaram a circular nas redes sociais afirmam que os casos de câncer teriam aumentado após a vacinação contra a covid-19. A alegação é falsa. Não há dados, estudos ou qualquer evidência científica que sustentem essa narrativa. A divulgação desse tipo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Dados e pesquisas científicas confirmam que não há evidências ligando imunização ao câncer.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Boatos que voltaram a circular nas redes sociais afirmam que os casos de câncer teriam aumentado após a vacinação contra a covid-19. A alegação é falsa. Não há dados, estudos ou qualquer evidência científica que sustentem essa narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação desse tipo de conteúdo tem provocado dúvidas e insegurança na população. Para esclarecer, é preciso olhar para o que mostram os dados oficiais e o que diz a comunidade científica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Não existe relação entre vacina e câncer</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Instituições de referência, como o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e o National Cancer Institute, dos Estados Unidos, já descartaram qualquer ligação entre as vacinas contra a covid-19 e o desenvolvimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, todas as vacinas aplicadas no país passam por rigorosos testes antes de serem autorizadas e são monitoradas continuamente. Não existe comprovação de que a imunização cause câncer, provoque recorrência ou acelere a evolução de tumores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Exames na pandemia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Queda nos exames diagnósticos de rotina e de rastreamento durante a pandemia explica diagnósticos tardios. Algumas postagens usam números isolados para tentar criar falsas associações. Mas especialistas explicam que correlação não é causalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Durante a pandemia, consultas e exames preventivos foram interrompidos. Um relatório publicado pela The Lancet Oncology estimou que:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cerca de 100 milhões de exames oncológicos deixaram de ser realizados;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menos de 1,5 milhão de pacientes com câncer foi atendido;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>50% não recebeu tratamento no prazo adequado;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Até 1 milhão de casos pode ter ficado sem diagnóstico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com menos exames e atendimentos, muitos tumores só foram identificados em estágios mais avançados. Esse atraso é a principal explicação para o aumento de casos graves detectados posteriormente — não as vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados do DataSUS confirmam: números seguem dentro do esperado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros do Painel de Oncologia do Datasus reforçam que não houve aumento incomum de casos após o início da vacinação contra a covid-19. <strong>Nos últimos anos, o Brasil historicamente registra cerca de 600 mil casos por ano, e os números recentes seguem essa tendência:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>2025 (até novembro): 348.800</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2024: 637.729</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2023: 678.039</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2022: 635.056</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>2021: 573.174</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Nacional do Câncer (Inca) já se manifestou afirmando não ter identificado qualquer alta anormal associada à imunização. Além do Inca, outros órgãos de saúde desmentiram esta narrativa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funcionam as vacinas de RNAm</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Parte das publicações enganosas cita as vacinas de RNA mensageiro para justificar teorias sem base científica. <strong>Mas o funcionamento desses imunizantes é amplamente conhecido:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O RNAm não entra no núcleo da célula, onde fica o DNA, logo, não interage nem modifica o material genético do indivíduo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ele apenas orienta o corpo a produzir proteínas que estimulam a resposta imune;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Depois de cumprir sua função, é degradado e eliminado rapidamente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Não há mecanismo biológico que sustente a ideia de que esse tipo de vacina poderia provocar alterações cancerígenas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desinformação compromete a saúde pública</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A propagação de conteúdos falsos sobre vacinas alimenta o medo, reduz a adesão às campanhas e deixa a população mais vulnerável a doenças evitáveis. Especialistas reforçam que a hesitação vacinal está ligada à queda na cobertura e ao retorno de enfermidades antes controladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a covid-19 são seguras, eficazes e essenciais para a proteção coletiva. Antes de compartilhar conteúdos alarmistas, é fundamental verificar a fonte e buscar informações em órgãos oficiais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancária com lúpus tem demissão discriminatória reconhecida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancaria-com-lupus-tem-demissao-discriminatoria-reconhecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA)]]></category>
		<category><![CDATA[Afastamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[lúpus eritematoso sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[recomendação médica]]></category>
		<category><![CDATA[relatório médico]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula 443 do TST]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho (TST)]]></category>
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					<description><![CDATA[Funcionária do Itaú afirma que a instituição tinha conhecimento de sua condição de saúde Uma bancária de Salvador receberá uma indenização de R$ 30 mil por ter sido demitida de forma discriminatória. A profissional tem diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, condição que era conhecida pelo empregador. A decisão é da 5ª Turma do Tribunal Regional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Funcionária do Itaú afirma que a instituição tinha conhecimento de sua condição de saúde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma bancária de Salvador receberá uma indenização de R$ 30 mil por ter sido demitida de forma discriminatória. A profissional tem diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, condição que era conhecida pelo empregador. A decisão é da 5ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora foi dispensada sem justificativa em agosto de 2022. Segundo ela, o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú</a> tinha conhecimento de sua condição de saúde, pois, durante a pandemia da Covid-19, apresentou um relatório médico recomendando seu afastamento dos atendimentos presenciais. No processo, alegou que a dispensa foi discriminatória e que, ao perder o emprego, estaria sem condições de arcar com seu tratamento. Por isso, pediu uma indenização de R$ 50 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz da 1ª Vara do Trabalho de Salvador negou o pedido, argumentando que não havia provas suficientes para caracterizar a dispensa discriminatória. Segundo ele, o lúpus não gera automaticamente estigma ou preconceito. Para ele, a bancária não comprovou estar em estado grave ou que houve discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insatisfeita, ela recorreu ao tribunal regional. A relatora do caso, desembargadora Viviane Leite, considerou procedente o pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a magistrada, tanto a Constituição Federal quanto legislações infraconstitucionais proíbem práticas discriminatórias para garantir a dignidade do empregado. Ela destacou ainda que o Tribunal Superior do Trabalho fixou entendimento de que o lúpus é doença que causa estigma e preconceito, e, portanto, enseja a aplicação do entendimento sufragado na Súmula 443 do TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão enfatizou que, para haver nulidade da dispensa e direito à indenização, é necessário comprovar que a empresa sabia da condição de saúde da trabalhadora. No caso, ficou demonstrado que o banco tinha ciência da doença desde março de 2020, durante a pandemia, quando concedeu à funcionária o direito ao trabalho remoto, por recomendação médica. Além disso, a prova testemunhal reforçou a tese de que a demissão ocorreu por causa da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesses elementos, a 5ª Turma do TRT-5 reconheceu a dispensa discriminatória e fixou a indenização em R$ 30 mil. A decisão contou com a participação dos desembargadores Paulino Couto e Tânia Magnani. Com informações da assessoria de comunicação do TRT-5.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bancaria-com-lupus-tem-dispensa-discriminatoria.htm" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bancaria-com-lupus-tem-dispensa-discriminatoria.htm">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 0000496-94.2022.5.05.0001</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ mantém multa a pais que recusaram vacinar filha contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-mantem-multa-a-pais-que-recusaram-vacinar-filha-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 07:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[STJ (Superior Tribunal de Justiça)]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">ECA</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o MP/PR ajuizou representação, apontando descumprimento das obrigações parentais por parte dos genitores que impediram a vacinação da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado no processo, houve diversas tentativas de conscientização por parte da rede de proteção da criança, incluindo escola e Conselho Tutelar, sem sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª instância, a Justiça determinou a aplicação de multa de três salários-mínimos aos pais, fundamentada no art. 249 do ECA.&nbsp;A decisão foi mantida pelo TJ/PR, que considerou a recusa uma violação aos deveres do poder familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformados, os pais recorreram ao STJ, argumentando que a vacinação contra a covid-19 não estava incluída no Plano Nacional de Imunização e que não poderiam ser punidos por não imunizar a filha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Obrigatoriedade da vacinação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a relatora, ministra Nancy Andrighi ressaltou que a Constituição de 1988 alterou a concepção de autoridade parental, transformando-a em um dever de proteção e cuidado. Segundo a magistrada, a recusa dos pais em vacinar a filha caracteriza negligência parental, passível de sanção estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autoridade parental teve sua significação modificada a partir da Constituição de 88, o que antes se entendia como um poder de chefia do marido para com os filhos, passou-se a entender como um poder-dever dos pais e das mães de cuidarem e protegerem seus filhos&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também destacou que o direito à saúde das crianças é resguardado pelo ECA e que a vacinação obrigatória está prevista no art. 14, salvo casos em que haja risco à integridade psicofísica da criança. Para a relatora, a escusa dos pais, sem justificativa médica válida, configura negligência parental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a ministra concluiu que a vacina contra a covid-19 atendia aos critérios estabelecidos pelo STF, pois foi recomendada nos âmbitos Federal, estadual e municipal em 2022. Assim, manteve a penalidade imposta pelo TJ/PR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O recurso especial é conhecido e desprovido, mantendo-se a condenação dos recorrentes ao pagamento da sanção pecuniária prevista no artigo 249, no patamar de três salários-mínimos vigentes à época do ajuizamento da presente ação&#8221;, decidiu a relatora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja o voto:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Nancy Andrighi vota para manter multa a pais que se recusaram a vacinar filha contra covid" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n9a6DNwShPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Negligência parental</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Daniela Teixeira acompanhou integralmente o voto da relatora, enfatizando a necessidade de proteger a saúde das crianças diante do ressurgimento de doenças erradicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O voto de S. Exa. vem com muito fundamento, demonstrando que a Constituição brasileira é a única do mundo que prevê que a criança é prioridade absoluta. O constituinte poderia ter escolhido o idoso, o indígena, a mulher, mas escolheu a criança&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ministra, a recusa dos responsáveis em vacinar os filhos, quando as vacinas são comprovadamente seguras e testadas pelas agências reguladoras, ultrapassa os limites da autoridade parental e configura negligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É dever também nosso, do Poder Judiciário, assegurar às crianças e adolescentes brasileiros prioritariamente o direito à vida e à saúde&#8221;, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a manifestação:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Daniela Teixeira afirma que negar vacina segura a criança é negligência grave" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Ovnqf_NPRPM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801">REsp 2.138.801 </a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT condena empresa por demitir empregada que ajuizou ação trabalhista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-condena-empresa-por-demitir-empregada-que-ajuizou-acao-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 09:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10ª vara do Trabalho de Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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		<category><![CDATA[enquadramento sindical]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Negociadora]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho (TRT)]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado considerou a demissão discriminatória, evidenciando retaliação por parte da empresa A 6ª turma do TRT da 4ª região condenou empresa a indenizar negociadora dispensada após ter ingressado com uma ação trabalhista. O colegiado considerou a demissão discriminatória, com base na lei 9.029/95, e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Colegiado considerou a demissão discriminatória, evidenciando retaliação por parte da empresa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 6ª turma do TRT da 4ª região condenou empresa a indenizar negociadora dispensada após ter ingressado com uma ação trabalhista. O colegiado considerou a demissão discriminatória, com base na lei 9.029/95, e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, além da remuneração em dobro do período entre o afastamento e a data da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empregada ajuizou ação trabalhista em junho de 2021, buscando o reconhecimento como financiária, o enquadramento sindical adequado, o pagamento de salários e vantagens previstos em normas coletivas e a rescisão indireta do contrato. Em outubro do mesmo ano, após retornar de um afastamento por covid-19, foi demitida sem justa causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A negociadora argumentou que outros nove colegas também foram dispensados após ajuizarem ações trabalhistas contra a empresa, indicando uma prática discriminatória. A sentença inicial, da 10ª vara do Trabalho de Porto Alegre, não reconheceu a demissão como discriminatória, considerando que a covid-19 não configura estigma ou preconceito e que a empregada já pleiteava a rescisão indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Veja-se que na ação anterior a autora pleiteou a rescisão indireta do contrato, e diante da posterior dispensa imotivada, caso não tivesse sido postulada a desistência do pedido naqueles autos, ter-se-ia a perda do objeto do pedido&#8221;, afirmou a juíza de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insatisfeita, a trabalhadora recorreu ao TRT. A desembargadora Maria Cristina Schaan Ferreira, relatora do caso na 6ª turma, considerou haver provas suficientes da retaliação, com base nos depoimentos de testemunhas e na demissão de outros empregados em situações semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora o empregador tenha o direito de dispensar empregados sem justa causa, essa prerrogativa não pode ser exercida de forma arbitrária, devendo respeitar a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho&#8221;, declarou a desembargadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora também destacou que a empresa deveria ter buscado um acordo, judicial ou extrajudicial, ou, ao menos, esclarecido o motivo da dispensa. Com base na lei 9.029/95, que proíbe práticas discriminatórias no acesso e manutenção da relação de trabalho, o colegiado reformou a sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa foi condenada ao pagamento da indenização por danos morais, fixada em R$ 10 mil, e à remuneração em dobro do período entre a demissão e a sentença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal omitiu o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco indenizará ex-gerente em R$ 600 mil por demissão em festa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-ex-gerente-em-r-600-mil-por-demissao-em-festa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 08:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais e materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[nexo causal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno Psiquiátrico]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 11ª região]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço A 2ª turma do TRT da 11ª região condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">O trabalhador, que enfrentou problemas de saúde mental após contrair covid-19, foi demitido após quase dez anos de serviço</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria" data-type="link" data-id="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/9955-ex-gerente-de-banco-no-am-sera-indenizado-por-agravamento-de-transtorno-pos-covid-e-demissao-vexatoria">2ª turma do TRT da 11ª região</a> condenou instituição bancária a indenizar um ex-gerente geral em mais de R$ 606 mil. O trabalhador, residente em Manaus/AM, foi dispensado sem justa causa após quase uma década de serviço. A demissão ocorreu durante uma festividade na agência bancária, configurando, segundo o tribunal, uma dispensa vexatória. O ex-gerente, atualmente com 44 anos, está aposentado por invalidez devido à piora de um transtorno psiquiátrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado, acompanhando o voto da desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa, relatora do processo, reformou parcialmente a sentença de primeira instância, que havia fixado a indenização em R$ 350 mil. A decisão judicial abrange valores referentes à doença ocupacional (danos morais e materiais), indenização substitutiva da estabilidade de 12 meses e danos morais pela dispensa vexatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2021, o gerente contraiu covid-19, necessitando de internação e intubação por 58 dias em UTI. Anteriormente à infecção, ele apresentava hipertensão e transtorno de ansiedade. O banco argumentou a inexistência de doença ocupacional e, consequentemente, a indevida indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alegou, ainda, ter adotado todas as medidas de segurança recomendadas durante a pandemia. O reclamante, por sua vez, pleiteou o aumento da indenização, considerando o reconhecimento do nexo causal entre o trabalho e o agravamento de seu quadro de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora Márcia Nunes da Silva Bessa destacou três pontos cruciais do laudo pericial: a piora significativa do quadro psicológico do trabalhador após a contaminação por covid-19; o trabalho presencial em serviço essencial durante a pandemia; e o ambiente laboral com alto risco de contaminação. Diante disso, o colegiado majorou a indenização por danos morais de R$ 20 mil para R$ 140 mil e a indenização por danos materiais de R$ 20 mil para R$ 117 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora considerou que houve abuso de direito e ofensa aos direitos da personalidade do trabalhador na forma como a dispensa foi conduzida. As provas demonstraram que o superior hierárquico optou por demitir o gerente durante um evento festivo, causando-lhe mal-estar que demandou atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após o ocorrido, o gestor prosseguiu com o desligamento, solicitando que duas pessoas assinassem o aviso prévio sob a alegação de que o empregado teria se recusado a fazê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desembargadora ponderou que, embora o empregador tenha o direito de dispensar imotivadamente o empregado, deve fazê-lo com respeito e cordialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No caso, entendo que resta configurado o dano moral na medida em que, no momento sensível que é a iminência do desemprego, houve imposição de constrangimento desnecessário ao autor, o que acarreta dano à sua honra&#8221;, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização por dispensa vexatória foi fixada em R$ 70 mil, correspondente a cinco meses de salário contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Tribunal não divulgou o número do processo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No Brasil, testes positivos para Covid sobem de 9% para 17,5% em um mês</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/no-brasil-testes-positivos-para-covid-sobem-de-9-para-175-em-um-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 08:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[diagnósticos]]></category>
		<category><![CDATA[Informe das Síndromes Gripais]]></category>
		<category><![CDATA[ITpS (Instituto Todos pela Saúde)]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[testes positivos]]></category>
		<category><![CDATA[variante XEC]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento do Instituto Todos pela Saúde reuniu exames de sete laboratórios A positividade para Covid subiu de 9% para 17,5% no Brasil, conforme levantamento do ITpS (Instituto Todos pela Saúde) que refere-se ao período de 3 a 30 de novembro. A análise tem como base os dados de diagnósticos moleculares feitos pelos laboratórios Dasa, DB [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Levantamento do Instituto Todos pela Saúde reuniu exames de sete laboratórios</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A positividade para Covid subiu de 9% para 17,5% no Brasil, conforme levantamento do <a href="https://www.itps.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.itps.org.br/">ITpS (Instituto Todos pela Saúde)</a> que refere-se ao período de 3 a 30 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise tem como base os dados de diagnósticos moleculares feitos pelos laboratórios Dasa, DB Molecular, Fleury, Hilab, HLAGyn, Hospital Israelita Albert Einstein, Sabin e Target.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às faixas etárias, o percentual mais elevado — acima de 20% — é observado, neste momento, em pessoas com idades entre 40 e 69 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estados com quantidade de diagnósticos suficientes para análises individuais, Minas Gerais tem a maior positividade (31,5%), seguido por Rio de Janeiro e Paraná, com 20%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Total de casos de Covid</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Informe das Síndromes Gripais do Ministério da Saúde, até 23 de novembro, foram notificados 806.649 casos e 5.572 mortes por Covid. Destes, 8.518 infecções e 83 óbitos foram registrados na semana epidemiológica 47 (de 17 a 23 do mesmo mês).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As unidades federativas com as maiores taxas de incidência foram Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia não atualizaram dados da semana epidemiológica 47.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova variante XEC circula no Brasil. Conforme foi noticiado em outubro deste ano, os estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Santa Catarina registraram casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Identificada pela primeira vez na Alemanha, a cepa não é preocupante em relação à gravidade da doença, segundo especialistas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fiocruz mantém alerta para alta de casos graves de covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fiocruz-mantem-alerta-para-alta-de-casos-graves-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 08:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus sincicial respiratório (VSR)]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são do Boletim InfoGripe O novo Boletim InfoGripe desta semana destaca que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por covid-19 crescem e se ampliam no país. A atualização mostra aumento dos casos de SRAG associado à covid-19 no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Dados são do Boletim InfoGripe</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O novo <a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u91/resumo_infogripe_2024_37.pdf" data-type="link" data-id="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/u91/resumo_infogripe_2024_37.pdf">Boletim InfoGripe</a> desta semana destaca que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por covid-19 crescem e se ampliam no país. A atualização mostra aumento dos casos de SRAG associado à covid-19 no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os estados de Minas Gerais e Paraná também apresentam leve aumento de casos SRAG em idosos, provavelmente associado à covid-19. Os dados foram divulgados pela <a href="https://portal.fiocruz.br/" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</a> nesta quinta-feira (19/9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manutenção do aumento dos casos de SRAG em crianças e adolescentes de até 14 anos de idade em muitos estados da região Centro-Sul e em alguns estados do Norte-Nordeste está associada ao rinovírus. No entanto, já é possível observar sinais de desaceleração no crescimento de SRAG pela doença em alguns desses estados e até mesmo a queda das hospitalizações por rinovírus em outras regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos de idade, os vírus sincicial respiratório (VSR) e o rinovírus continuam sendo as principais causas de internações e óbitos. A mortalidade da SRAG permanece mais elevada entre os idosos, com predomínio de covid-19, seguido pela influenza A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No agregado nacional, há sinal de aumento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). Esse aumento se deve a um crescimento das SRAG por rinovírus e covid-19 em muitos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise aponta que 14 unidades federativas apresentam indícios de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella ressalta que o crescimento dos casos graves por rinovírus já começam a dar sinais de desaceleração em alguns estados ou até de queda em algumas regiões. Em relação aos vírus da influenza A, informa Tatiana, os casos graves do vírus continuam em baixa na maior parte do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, segundo a pesquisadora, o estudo observou aumento de casos graves por influenza A no Rio Grande do Sul. &#8220;Por isso, é importante que todas as pessoas do grupo de risco do Rio Grande do Sul que ainda não tomaram a vacina contra o vírus da influenza A procurem um posto de saúde para se vacinarem contra o vírus. Além disso, diante do cenário de aumento de casos graves de covid-19 em muitos estados do país, é muito importante que todas as pessoas do grupo de risco também estejam em dia com a vacina&#8221;.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="InfoGripe: Covid-19 mantém curva de crescimento e ampliação no país." width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/VTaXZWSbBhU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Casos de rinovírus e covid-19 crescem no país, aponta Fiocruz</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/casos-de-rinovirus-e-covid-19-crescem-no-pais-aponta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 07:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Processamento de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz)]]></category>
		<category><![CDATA[rinovírus]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)]]></category>
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					<description><![CDATA[Crianças e adolescentes são os mais afetados pelo rinovírus As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram em Goiás, Bahia, Paraíba, Sergipe e São Paulo. Em Goiás, a principal causa é a covid-19 entre a população idosa. Nos demais estados, a maior ocorrência é de rinovírus entre crianças e adolescentes de 2 até 14 [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Crianças e adolescentes são os mais afetados pelo rinovírus</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram em Goiás, Bahia, Paraíba, Sergipe e São Paulo. Em Goiás, a principal causa é a covid-19 entre a população idosa. Nos demais estados, a maior ocorrência é de rinovírus entre crianças e adolescentes de 2 até 14 anos de idade. Os dados estão no Boletim <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/2024/08/infogripe-crescem-os-casos-de-rinovirus-e-covid-19-no-pais" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/noticia/2024/08/infogripe-crescem-os-casos-de-rinovirus-e-covid-19-no-pais">InfoGripe</a>, divulgado na quinta-feira (22/8) pela <a href="https://portal.fiocruz.br/" data-type="link" data-id="https://portal.fiocruz.br/">Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em relação às capitais, sete apresentam crescimento nos casos de SRAG:</strong> Aracaju, Brasília, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Salvador e São Paulo. A análise é referente à Semana Epidemiológica 33, do período de 11 a 17 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dados nacionais, os casos de SRAG oscilaram na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e há indícios de aumento na de curto prazo (últimas três semanas). As ocorrências de SRAG por vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza A mantêm tendência de queda na maior parte do país. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, os casos positivos tiveram prevalência de 22,6% por VSR; 19,4% por Sars-CoV-2 (covid-19); 16,3% por influenza A; e 1,8% por influenza B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o aumento dos casos de covid-19, a pesquisadora Tatiana Portela, do Programa de Processamento de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) e do Boletim InfoGripe, reforça a importância da vacinação em dia para todas as pessoas dos grupos de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar dos casos de influenza A estarem diminuindo em todo o país, geralmente agora é a época em que a influenza B começa a aumentar. Por isso, é importante também que todos estejam em dia com a vacinação contra a influenza”, recomenda a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano epidemiológico 2024, foram notificados 115.152 casos de SRAG. Desse total, 55.912 (48,6%) tiveram resultado laboratorial positivo, 45.477 (39,5%) negativo, e ao menos 7.499 (6,5%) aguardam resultado. Dos casos positivos, 43,1% são VSR; 19,1% são influenza A; 7,7% são Sars-CoV-2 (covid-19); e 5% são influenza B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e mortalidade semanal média mantêm o cenário de maior impacto nos extremos das faixas etárias. Entre as crianças até 2 anos de idade, a incidência e mortalidade de SRAG são causadas em maior parte pelo VSR e do rinovírus. Entre os maiores de 65 anos de idade, a incidência e a mortalidade de SRAG por covid-19 já se aproxima da incidência e mortalidade por influenza A.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="InfoGripe: aumenta  casos SRAG por Rinovírus e Covid-19" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Jne2uOEYaGk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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