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	<title>cooparticipação cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Às vésperas da eleição, Cassi decide reduzir coparticipação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
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				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[eleição cassi 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida é cobrança antiga dos funcionários do BB, levantando suspeitas de uso político da entidade em pleno período eleitoral A campanha para a disputa às Eleições Cassi 2022 começou oficialmente na última sexta-feira (11). Na mesma semana, a atual diretoria executiva da Cassi aprovou a redução da coparticipação para os percentuais de 2018. A medida atende [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medida é cobrança antiga dos funcionários do BB, levantando suspeitas de uso político da entidade em pleno período eleitoral</p>
<p></p>
<p>A campanha para a disputa às Eleições Cassi 2022 começou oficialmente na última sexta-feira (11). Na mesma semana, a atual diretoria executiva da Cassi aprovou a redução da coparticipação para os percentuais de 2018. A medida atende uma reivindicação antiga dos funcionários do Banco do Brasil e foi uma das promessas não cumpridas até agora pela chapa do atual diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Emilio Flesch, e metade do Conselho Deliberativo eleito.</p>
<p> Antes de entrar em vigor, a redução da coparticipação precisa da aprovação do Conselho Deliberativo (CD). A entidade irá se reunir no dia 25 de fevereiro para avaliar a mudança.</p>
<p> A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) lembra que o aumento da coparticipação foi aprovado em 2018 pelo CD, com voto dos eleitos da chapa do diretor Luiz Satoru e apoio do presidente do Conselho Deliberativo Sergio Faraco. “Na discussão do acordo que salvou a Cassi, lá em 2018, a gente colocou como condição que a coparticipação voltasse aos patamares iniciais assim que a Cassi retomasse o reequilíbrio das contas. E eles demoraram quase dois anos – a partir de 2020, quando a Cassi retomou esse reequilíbrio – para colocar o tema em discussão e justamente às vésperas das eleições”, diz o CEBB.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valores retroativos</strong></p>
<p>Desde 2020, a direção da Cassi vem recebendo diversos ofícios das entidades sindicais. Além do retorno da coparticipação aos níveis de 2018, as organizações que representam os trabalhadores cobram a devolução dos valores pagos de coparticipação retroativos.</p>
<p> O movimento sindical tem ainda feito reivindicações quanto ao Programa de Assistência Farmacêutica (PAF), que teve sua lista de medicamentos abonáveis reduzida em 1.818 produtos. Outra preocupação dos trabalhadores é o desmonte da rede credenciada, diminuída em cerca de 5.400 prestadores e serviços desde 2016.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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