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	<title>Convenção Coletiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Convenção Coletiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Trabalho no comércio em feriados passa a exigir convenção coletiva</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalho-no-comercio-em-feriados-passa-a-exigir-convencao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 07:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Portaria com nova regra está publicada no Diário Oficial A partir de agora, o trabalho no comércio nos feriados exigirá negociação coletiva com os sindicatos. Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego &#8211; publicada na terça-feira (14) no Diário Oficial da União &#8211; estabelece a exigência de concordância dos trabalhadores. Segundo a portaria, apenas as [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-75a3271bf021e5fad8f600b8b10f7ed1">Portaria com nova regra está publicada no Diário Oficial</h4>



<p>A partir de agora, o trabalho no comércio nos feriados exigirá negociação coletiva com os sindicatos. Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego &#8211; <a href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-mte-n-3.665-de-13-de-novembro-de-2023-522874590">publicada na terça-feira (14) no Diário Oficial da União</a> &#8211; estabelece a exigência de concordância dos trabalhadores.</p>



<p>Segundo a portaria, apenas as feiras livres poderão abrir nos feriados sem acordo coletivo. A medida altera uma portaria de 2021 que regulamentava o trabalho em atividades comerciais.</p>



<p>A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) comemorou a medida. Para a entidade, a portaria repara um erro histórico. “A medida foi resultado de uma articulação das entidades sindicais, em especial das confederações, que defenderam, junto ao ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a necessidade de reparar um erro histórico que começou no governo de Michel Temer, quando foi desrespeitada a legislação que garantia o direito dos trabalhadores do comércio de negociar as condições de trabalho em feriados”, ressaltou a confederação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Precarização</h4>



<p>Vinculada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs) também elogiou a portaria. Para o presidente da entidade, Julimar Roberto, a decisão representa uma vitória dos trabalhadores contra a precarização profissional.</p>



<p>“Essa portaria fortalece bastante as convenções coletivas, que são o instrumento mais adequado para garantir os direitos e os benefícios dos trabalhadores do comércio. Agradecemos ao ministro Luiz Marinho, ao Ministério do Trabalho, pela reparação desse erro que tanto prejudicava os trabalhadores”, afirmou o presidente da Contracs.</p>



<p>A Força Sindical considera a decisão importante. “Resgate histórico para a nossa categoria”, comentou o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre, Nilton Neco. O sindicato é vinculado à central sindical.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>#SeLiga</strong> <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-dos-bancarios-de-santos-e-regiao-lanca-canal-no-whatsapp/">Sindicato dos Bancários de Santos e Região lança canal no WhatsApp</a></h5>
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		<title>STF retoma julgamento sobre contribuição sindical por acordo ou convenção coletiva</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-retoma-julgamento-sobre-contribuicao-sindical-por-acordo-ou-convencao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 11:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento da luta sindical]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento da contribuição sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros Gilmar Mendes e Luis Roberto Barroso já votaram pela constitucionalidade da contribuição, desde que se garanta o direito de oposição do trabalhador O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na última sexta-feira, 14 de abril, o julgamento que trata da constitucionalidade da contribuição assistencial feita pelos trabalhadores não filiados aos sindicatos. O tema voltou à [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Ministros Gilmar Mendes e Luis Roberto Barroso já votaram pela constitucionalidade da contribuição, desde que se garanta o direito de oposição do trabalhador</h4>



<p></p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na última sexta-feira, 14 de abril, o julgamento que trata da constitucionalidade da contribuição assistencial feita pelos trabalhadores não filiados aos sindicatos. O tema voltou à pauta em Plenária Virtual após recursos apresentados por diferentes entidades.</p>



<p>Dois dos votos já proferidos até o momento mostram placar favorável à decisão de haver uma contribuição assistencial, mantendo a garantia de recusa dos trabalhadores. Caso nenhum ministro faça pedido de vista ou peça destaque, o julgamento irá terminar na próxima segunda-feira, 24.</p>



<p>O ministro Gilmar Mendes, relator do processo, destacou em seu voto que a nova redação do artigo 578 da CLT, feita na reforma trabalhista, fragilizou a forma de manutenção das atividades sindicais, prejudicando o custeio de negociações coletivas. Mendes mudou seu entendimento em relação ao julgamento de 2018 após o ministro Luis Roberto Barroso ter apresentado uma nova tese na semana passada.</p>



<p>No novo entendimento, o trabalhador que não queira contribuir deve fazer a oposição durante assembleia da categoria, que necessitará ter a convocação amplamente divulgada. No entanto, caso a maioria dos participantes decida pela cobrança, ela irá valer para todos os trabalhadores da base e não somente aos que são associados &#8211; já que todo mundo será beneficiado pelo acordo.&nbsp;Cabe destacar que a proposta em discussão é diferente do que era conhecido, antes, como &#8220;imposto sindical&#8221;, já que no novo formato o pagamento pelo trabalhador seria uma contrapartida após o Sindicato conquistar uma Convenção Coletiva forte.&nbsp;</p>



<p>Segundo Barroso, o próprio STF reconheceu em diversos momentos a importância das convenções coletivas, portanto, o fim das contribuições trouxe um risco de enfraquecimento dessa atuação sindical. Nesse sentido, o ministro entende que o Tribunal deve rever a decisão anterior, na qual validava que a contribuição só poderia ser exigida de quem fosse sindicalizado.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Modernização</strong></h4>



<p>O julgamento do STF ocorre em importante momento do movimento sindical brasileiro, de construção de um projeto que propõe modernizar toda sua estrutura. A proposta está em discussão no grupo formado por representantes das Centrais Sindicais, do governo federal e do setor patronal. Diversos sindicatos também iniciaram as discussões em suas bases para colher contribuições ao projeto.</p>



<p>Dentre algumas das mudanças em debate, há a proposta de prazo para os mandatos de dirigentes, regras de transparência e exigência de comprovação do tamanho da base que as entidades dizem representar. Também propõe o fortalecimento dos acordos coletivos, tendo como referência as campanhas unificadas para determinados setores, e a criação de uma contribuição negocial, definida em assembleia e paga por todos os trabalhadores beneficiados pela convenção coletiva aprovada.</p>



<p>Outra novidade seria a criação de um conselho nacional de relações do trabalho, que teria o papel de atuar na mediação de conflitos entre empresas e trabalhadores, de forma a agilizar impasses na Justiça, bem como seria o responsável por acompanhar o funcionamento do sistema sindical.</p>
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		<title>Bancário demitido sem justa causa tem direito a verba de requalificação profissional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancario-demitido-sem-justa-causa-tem-direito-a-verba-de-requalificacao-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Ameaçado]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Verba de Requalificação]]></category>
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					<description><![CDATA[Mas fique esperto, o prazo para o trabalhador solicitá-la é de 90 dias, contados a partir da data da dispensa pelo banco. Todo bancário demitido sem justa causa tem direito a uma verba para realizar cursos de qualificação e requalificação profissional ministrados por empresa, entidade de ensino ou sindical.   A conquista está assegurada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mas fique esperto, o prazo para o trabalhador solicitá-la é de 90 dias, contados a partir da data da dispensa pelo banco.</p>
<p>Todo bancário demitido sem justa causa tem direito a uma verba para realizar cursos de qualificação e requalificação profissional ministrados por empresa, entidade de ensino ou sindical.</p>
<p> </p>
<p>A conquista está assegurada na <a href="http://santosbancarios.com.br/artigos/fenaban" target="_blank">Convenção Coletiva de Trabalho</a> (CCT) da categoria, com valor sendo reajustado a cada vez que o acordo é renovado. O prazo para o bancário solicitar a verba é de 90 dias, contados a partir da data da demissão. O banco faz o pagamento à empresa ou entidade que oferece o curso após receber do ex-funcionário as seguintes informações: identificação da entidade promotora do curso, natureza, duração, valor e forma de pagamento do curso. O banco também pode optar por fazer o reembolso ao trabalhador.</p>
<p> </p>
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<p>Fonte: SEEB SP</p>
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