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	<title>contrato de financiamento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Mercantil terá que indenizar por cobrar juros abusivos em consignado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 06:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercantil do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contrato de financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Autora será indenizada por banco ter cobrado juros muito acima da média do mercado Esse foi o fundamento adotado pela juíza Vanessa Carolina Fernandes Ferrari, da 1ª Vara Cível do Foro Regional V — São Miguel Paulista (SP), para condenar o banco Mercantil do Brasil a indenizar uma consumidora em ação revisional de contrato de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Autora será indenizada por banco ter cobrado juros muito acima da média do mercado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o fundamento adotado pela juíza Vanessa Carolina Fernandes Ferrari, da 1ª Vara Cível do Foro Regional V — São Miguel Paulista (SP), para condenar o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/mercantil-do-brasil/">Mercantil do Brasil</a> a indenizar uma consumidora em ação revisional de contrato de empréstimo consignado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, consta que a autora firmou contrato de financiamento no valor de R$ 1.920 a ser pago em 36 parcelas de R$ 360,21. Na ação, ela alega disparidade entre os juros pactuados e efetivamente aplicados, pede a suspensão dos descontos e indenização por dano moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instituição financeira, por sua vez, alegou que a contratação do empréstimo foi realizada de forma clara e sem nenhum tipo de vício. O banco também sustenta que não houve dano moral, já que não existiu falha na prestação de serviço e a autora efetivamente recebeu o dinheiro acordado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza deu razão a consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No contrato celebrado entre as partes, as taxas de juros remuneratórios estão notoriamente em excessivos patamares, constando taxas de 17,50% a.m. ao mês e 592,55% ao ano (fls.118), de tal sorte que se mostram superando em muito as taxas médias de mercado para as operações de crédito da mesma natureza à época da contratação”, registrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a magistrada condenou o banco a ressarcir em dobro o valor pago indevidamente, além de pagar R$ 5 mil a título de danos morais.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Dalva-x-Banco-Mercantil-x-2024.01.18-x-O-Sentenca.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Dalva-x-Banco-Mercantil-x-2024.01.18-x-O-Sentenca.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h5>



<h5 class="wp-block-heading">Processo 1024501-83.2023.8.26.0005</h5>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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