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	<title>Consulta 6 x 1 2025 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Consulta 6 x 1 2025 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Movimentos populares organizam plebiscito sobre escala 6&#215;1 e taxação dos ricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 12:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta 6 x 1 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Consulta popular, idealizada pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, deve acontecer em setembro Nesta terça-feira (4), representantes das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo realizaram uma reunião para debater a organização de um plebiscito sobre a&#160;taxação dos super-ricos&#160;e a redução da jornada de trabalho para acabar com a escala 6&#215;1. A proposta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-df23532459faad57e60f9a58a718ae06">Consulta popular, idealizada pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, deve acontecer em setembro</h4>



<p></p>



<p>Nesta terça-feira (4), representantes das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo realizaram uma reunião para debater a organização de um plebiscito sobre a&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/04/18/brasil-vai-defender-taxacao-de-super-ricos-no-mundo-para-financiar-medidas-contra-pobreza-e-crise-climatica" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxação dos super-ricos</strong></a>&nbsp;e a redução da jornada de trabalho para acabar com a escala 6&#215;1. A proposta é que a consulta popular seja feita no mês de setembro deste ano. &nbsp;</p>



<p>“Diz respeito à qualidade de vida do trabalhador”, destaca Manuela Mirella, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), sobre a relevância dos temas. &nbsp;</p>



<p>Mirella destaca os danos da escala de&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/11/18/proposta-contra-jornada-6x1-buscara-mais-assinaturas-antes-de-ser-protocolada-ate-o-momento-sao-231" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>trabalho 6&#215;1</strong></a>&nbsp;na rotina dos estudantes, já que cerca de 80% dos universitários estuda em entidades privadas. &#8220;E o perfil dessas universidades é de jovens, estudantes, trabalhadores. Então, é uma grande parcela dessa base que é refém da escala 6&#215;1.&#8221;</p>



<p>A proposta de redução das jornadas de trabalho e fim da escala 6&#215;1 é capitaneada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP) e partiu do movimento Vida Além do Trabalho (VAT), iniciado pelo vereador eleito do Rio de Janeiro (RJ), Ricardo Azevedo (Psol).&nbsp;</p>



<p>&#8220;É necessário debater a isenção do povo trabalhador, das famílias que estão trabalhando e a taxação dos mais ricos, para que os bilionários que acumulam riqueza e terra nesse país paguem mais&#8221;, diz Rudi Rafale, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). &nbsp;</p>



<p>Atualmente, há 240 brasileiros bilionários, de acordo com lista da&nbsp;<em>Forbes</em>. Eles seriam os principais impactados pela&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/03/25/taxacao-de-super-ricos-leva-a-arrecadacao-recorde-e-alivia-caminho-rumo-a-deficit-zero" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxação</strong></a>, cuja proposta permite ampliar os impostos sobre os bens dessa pequena parcela da população e direcionar os ganhos para ações de combate da pobreza. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Do ponto de vista político e do ponto de vista tático, é bem verdade que o principal tema que está na agenda é a desoneração dos pobres, de você diminuir o imposto de renda. Isso dialoga muito com as classes trabalhadoras&#8221;, afirmou João Paulo Rodrigues, dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).</p>



<p>&#8220;É fundamental que a gente amplie essa discussão, aprofunde essa discussão junto ao povo para que a gente possa avançar nas nossas conquistas no Brasil&#8221;, afirma Simone Nascimento, do Movimento Negro Unificado (MNU). &nbsp;</p>



<p>Como próximas ações, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo irão elaborar as questões a serem apresentadas no plebiscito e definir a data da realização da consulta popular. &#8220;É muito difícil deixar um debate desse para o ano que vem, porque o ano que vem, todos nós vamos só estar em eleições&#8221;, pontuou João Paulo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Debates devem incluir crise climática&nbsp;</h4>



<p>Na reunião, Rodrigues destacou a urgência de inserir no debate pautas relacionadas à crise climática, sugerindo para o plebiscito a inserção de uma pergunta sobre o tema. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Nós não teremos outra oportunidade melhor do que essa, em função da&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/01/16/no-ano-da-cop-30-movimentos-fortalecem-construcao-da-cupula-dos-povos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>COP do Brasil</strong></a>.&nbsp;(&#8230;)&nbsp;Em especial, nos grandes temas de destruição ambiental, que ora é o desmatamento, ora são os agrotóxicos, ora o latifúndio&#8221;, diz. &nbsp;</p>



<p>A sugestão ficou em aberto e será debatida nos próximos encontros. Mas mesmo que assuntos relacionados à crise climática fiquem de fora do plebiscito, essa é uma pauta inevitável e que deve ganhar força nos eventos e debates dos movimentos populares, como aponta Rafale. &nbsp;</p>



<p>&#8220;No contexto de um ano que vai ter a COP30, que vai estar debatendo essa agenda ambiental, acho que esse é o desafio, que a gente incorpore na nossa prática política, a dimensão ambiental, o enfrentamento das mudanças climáticas como uma questão central&#8221;, avalia. &#8220;Para nós, do MTST, tem sido fundamental popularizar esse debate e trazer para o urbano. Nem todo mundo na cidade sofre da mesma forma o impacto dessas mudanças climáticas. São as periferias, quem precisa do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/01/24/chuva-em-sao-paulo-causa-enxurrada-em-metro-deixa-ruas-alagadas-e-mais-de-150-mil-sem-luz" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>transporte público</strong></a>, quem não tem saneamento em casa, que são as principais vítimas.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outros plebiscitos</h4>



<p>As consultas populares são um mecanismo utilizado há décadas pelos movimentos populares brasileiros para mobilizar a população e fortalecer as bases.</p>



<p>O primeiro plebiscito popular foi realizado em 2000, e ouviu a população sobre a&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/09/03/artigo-20-anos-do-plebiscito-da-divida-externa-o-que-mudou" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>dívida externa</strong></a>.&nbsp;A consulta teve mais de 5 milhões de votantes, o que representa 5,38% dos eleitores oficiais da época, dos quais mais de 90% se posicionaram contra o pagamento das dívidas do país.</p>



<p>Em 2002, os movimentos usaram a mesma metodologia para discutir a rejeição à&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/11/21/15-anos-do-nao-a-alca-superacao-do-capitalismo-ainda-e-a-alternativa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Área de Livre das Américas (Alca)</strong></a>, com o recorde de mais de 10 milhões de votantes. Cerca de 60 entidades, entre elas o MST, Intersindical Central da Classe Trabalhadora, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a UNE, participaram da organização da consulta, que resultou em 98% dos votantes rejeitando a entrada do Brasil na área de livre comércio defendida pelos EUA.</p>



<p>Em 2014, após as&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2018/06/15/cinco-anos-depois-o-que-ficou-das-jornadas-de-junho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Jornadas de Junho</strong></a>&nbsp;do ano anterior, os movimentos realizaram um plebiscito sobre a proposta de convocação de uma Constituinte Exclusiva para discutir a reforma política. O resultado da votação indicou que mais de 7 milhões de brasileiros apoiavam a proposta.</p>



<p>No âmbito estadual, os movimentos realizaram dois plebiscitos nos últimos anos. Em novembro de 2023, a população do estado de São Paulo votou sobre a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e do sistema de transporte público sobre trilhos da capital do estado. A&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/11/16/plebiscito-popular-termina-com-97-de-votos-contra-privatizacao-de-servicos-publicos-em-sp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>consulta popular</strong></a>, organizada por sindicatos e movimentos, terminou com 97% dos votos contra a entrega dos trens de passageiros, do metrô e da Sabesp.</p>



<p>Em 2024, a população de&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/05/23/plebiscito-popular-consulta-mais-de-300-mil-em-mg-e-95-e-contra-privatizacao-das-estatais" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Minas Gerais</strong></a>&nbsp;votou contra privatização de estatais. Mais de 300 mil mineiros participaram da votação. Desses, 95% acreditam que Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) devem continuar públicas.</p>



<p>&#8220;O plebiscito tem como principal trunfo o processo, né? A gente abrir a possibilidade de fazer o debate ideológico com a sociedade hoje, o debate de valores, em uma sociedade tão desigual como a sociedade brasileira&#8221;, avalia Rafale.</p>



<p></p>



<p></p>
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