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	<title>Conselho Tutelar &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Conselho Tutelar &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>STJ mantém multa a pais que recusaram vacinar filha contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-mantem-multa-a-pais-que-recusaram-vacinar-filha-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 07:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5597ebe0f28c6250e4a74d015f9affe2">Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">ECA</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, o MP/PR ajuizou representação, apontando descumprimento das obrigações parentais por parte dos genitores que impediram a vacinação da filha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado no processo, houve diversas tentativas de conscientização por parte da rede de proteção da criança, incluindo escola e Conselho Tutelar, sem sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª instância, a Justiça determinou a aplicação de multa de três salários-mínimos aos pais, fundamentada no art. 249 do ECA.&nbsp;A decisão foi mantida pelo TJ/PR, que considerou a recusa uma violação aos deveres do poder familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformados, os pais recorreram ao STJ, argumentando que a vacinação contra a covid-19 não estava incluída no Plano Nacional de Imunização e que não poderiam ser punidos por não imunizar a filha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Obrigatoriedade da vacinação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a relatora, ministra Nancy Andrighi ressaltou que a Constituição de 1988 alterou a concepção de autoridade parental, transformando-a em um dever de proteção e cuidado. Segundo a magistrada, a recusa dos pais em vacinar a filha caracteriza negligência parental, passível de sanção estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autoridade parental teve sua significação modificada a partir da Constituição de 88, o que antes se entendia como um poder de chefia do marido para com os filhos, passou-se a entender como um poder-dever dos pais e das mães de cuidarem e protegerem seus filhos&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também destacou que o direito à saúde das crianças é resguardado pelo ECA e que a vacinação obrigatória está prevista no art. 14, salvo casos em que haja risco à integridade psicofísica da criança. Para a relatora, a escusa dos pais, sem justificativa médica válida, configura negligência parental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a ministra concluiu que a vacina contra a covid-19 atendia aos critérios estabelecidos pelo STF, pois foi recomendada nos âmbitos Federal, estadual e municipal em 2022. Assim, manteve a penalidade imposta pelo TJ/PR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O recurso especial é conhecido e desprovido, mantendo-se a condenação dos recorrentes ao pagamento da sanção pecuniária prevista no artigo 249, no patamar de três salários-mínimos vigentes à época do ajuizamento da presente ação&#8221;, decidiu a relatora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja o voto:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Nancy Andrighi vota para manter multa a pais que se recusaram a vacinar filha contra covid" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n9a6DNwShPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Negligência parental</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Daniela Teixeira acompanhou integralmente o voto da relatora, enfatizando a necessidade de proteger a saúde das crianças diante do ressurgimento de doenças erradicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O voto de S. Exa. vem com muito fundamento, demonstrando que a Constituição brasileira é a única do mundo que prevê que a criança é prioridade absoluta. O constituinte poderia ter escolhido o idoso, o indígena, a mulher, mas escolheu a criança&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ministra, a recusa dos responsáveis em vacinar os filhos, quando as vacinas são comprovadamente seguras e testadas pelas agências reguladoras, ultrapassa os limites da autoridade parental e configura negligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É dever também nosso, do Poder Judiciário, assegurar às crianças e adolescentes brasileiros prioritariamente o direito à vida e à saúde&#8221;, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a manifestação:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Daniela Teixeira afirma que negar vacina segura a criança é negligência grave" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Ovnqf_NPRPM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801">REsp 2.138.801 </a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veiculação de dados falsos não é função de conselheiro tutelar</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/veiculacao-de-dados-falsos-nao-e-funcao-de-conselheiro-tutelar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 13:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição conselho tutelar 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta é de secretário do Ministério dos Direitos Humanos O secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Cláudio Augusto Vieira, comentou, na noite desse domingo (1º), a mobilização &#8211; nas redes sociais &#8211; para chamar a população para votar nas eleições para conselheiros tutelares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Alerta é de secretário do Ministério dos Direitos Humanos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Cláudio Augusto Vieira, comentou, na noite desse domingo (1º), a mobilização &#8211; nas redes sociais &#8211; para chamar a população para votar nas eleições para conselheiros tutelares em todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pleito foi marcado pela&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-09/mpf-cobra-acao-contra-abuso-religioso-na-eleicao-do-conselho-tutelar" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>polarização</strong></a>&nbsp;entre candidatos e eleitores conservadores e progressistas nas últimas semanas.&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-09/mpf-cobra-acao-contra-abuso-religioso-na-eleicao-do-conselho-tutelar" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Abusos religiosos</strong></a>&nbsp;foram alvo do Ministério Público Federal, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Cláudio, a veiculação de informações falsas não é função dos conselheiros tutelares. &#8220;O Conselho Tutelar tem uma única missão, cuidar, fiscalizar e olhar para a criança e para os direitos das crianças e dos adolescentes. Toda pauta fora disso não é tarefa do conselho tutelar&#8221;, acentuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirmou que o MDHC percebeu a movimentação que abordou pautas não relacionadas à atuação do Conselho Tutelar, &#8220;Infelizmente essas coisas vão ocorrendo&#8221;, lamentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele [o conselho tutelar] é o órgão principal para o cuidado, o trabalho preliminar, a porta de entrada para a proteção aos direitos de crianças e adolescentes. Conselho tutelar é isso. Fora disso não se está falando mais de ação de conselho tutelar&#8221;, frisou o secretário Cláudio Vieira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele entende que alguns candidatos a&nbsp;conselheiros não entenderam muito bem o papel a ser desempenhado e a função dos conselhos tutelares, definidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mas, acredita que o país caminha para um entendimento maior dessas questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse processo nacionalizado vai fazendo essa depuração necessária para o entendimento das atribuições desse órgão tão importante, que o Estatuto da Criança e Adolescente criou, no sentido da municipalização e da descentralização das políticas de atendimento dos adolescentes. E, com o tempo, com os anos, com os dias passando, nós vamos superando essas dificuldades, que já foram muito maiores&#8221;, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No domingo, o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-10/eleicao-para-conselhos-tutelares-sera-aprimorada-afirma-ministro" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida</strong></a>, ao votar em São Paulo, disse que o ministério responsabilizará os conselheiros que se distanciarem da missão que deveriam cumprir. &#8220;Eles são funcionários, agentes públicos e devem ser valorizados por isso, mas também têm que ter a responsabilidade que têm os servidores públicos. O Conselho Tutelar não serve para se fazer proselitismo, nem político, nem religioso. Simplesmente, [deve] ter em mente, como objetivo, o cuidado de crianças e adolescentes, conforme determina a lei&#8221;, reforçou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Abusos vetados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução n° 232, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente&nbsp;<a href="http://www.gov.br/participamaisbrasil/blob/baixar/21417" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>(Conanda)</strong></a>, publicada em dezembro de 2022, que foi empregada pela primeira vez nas eleições de conselheiros deste ano, estabeleceu &nbsp;como condutas proibidas na campanha para conselheiros os abusos de poder político, econômico e religioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O membro auxiliar da Comissão da Infância, Juventude e Educação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e promotor de justiça do Ministério Público de Santa Catarina, João Luiz de Carvalho Botega, destacou que as condutas proibidas deverão ser denunciadas ao Conselho de Direitos Humanos municipal e ao Ministério Público ou ao sistema judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&#8220;O importante é que uma denúncia deve vir acompanhada de provas para que os conselhos possam tomar as decisões pertinentes. Não é só de ouvir falar, tem que ter um conjunto de provas porque são coisas muito graves. Por exemplo, abuso de poder econômico, abuso de discurso religioso&#8230;são coisas fora do âmbito da atividade do Conselho Tutelar&#8221;, esclareceu o promotor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução do Conanda prevê ainda que, se comprovadas as denúncias, mesmo após ser garantido o direito de ampla defesa, os conselheiros eleitos com irregularidades poderão ser afastados dos cargos.</p>
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