<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Conselho Nacional de Justiça &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/conselho-nacional-de-justica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 May 2025 07:38:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Conselho Nacional de Justiça &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Juíza ordena indenização e rescisão indireta a trabalhadora que sofreu assédio sexual</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/juiza-ordena-indenizacao-e-rescisao-indireta-a-trabalhadora-que-sofreu-assedio-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 07:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Importunação]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Internacional do Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=61613</guid>

					<description><![CDATA[Juíza condena empresas a pagar indenização e rescisão indireta a trabalhadora que sofreu importunação sexual A juíza Renata Xavier Corrêa, da 18ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo, condenou duas empresas a indenizar uma profissional em R$ 15 mil por danos morais em razão de assédio sexual e intimidação sofridos no ambiente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Juíza condena empresas a pagar indenização e rescisão indireta a trabalhadora que sofreu importunação sexual</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Renata Xavier Corrêa, da <a href="https://ww2.trt2.jus.br/" data-type="link" data-id="https://ww2.trt2.jus.br/">18ª Vara do Trabalho da Zona Sul de São Paulo</a>, condenou duas empresas a indenizar uma profissional em R$ 15 mil por danos morais em razão de assédio sexual e intimidação sofridos no ambiente de trabalho. O juízo também declarou a rescisão indireta do contrato com a primeira ré pelo mesmo fato. Por fim, obrigou as duas empresas (a segunda ré de forma subsidiária) ao pagamento das verbas rescisórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em depoimento, a trabalhadora contou que o encarregado da tomadora dos serviços teria iniciado conversa de cunho sexual com ela durante o expediente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a mulher, o profissional desqualificou o desempenho sexual de homens jovens, em referência ao namorado dela, dizendo que ela deveria encontrar alguém da “nossa geração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos autos, uma testemunha da empregada disse não ter presenciado a conversa, mas confirmou o estado emocional abalado da profissional após o fato. Comentou que a aconselhou a reportar o assédio aos superiores, mas afirmou que ela teve medo de perder o emprego e optou por registrar boletim de ocorrência sobre o episódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas negaram o teor sexual da conversa, entendendo não haver assédio no caso. Testemunhas das rés informaram que o assunto tratado pelo encarregado foi que “jovens só querem saber de academia” e relataram que a empresa ofereceu transferência de posto para a vítima, mas que ela recusou dizendo que o agressor que deveria ser transferido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada considerou inconsistente a versão patronal diante do relato da empregada e da testemunha autoral. Seguindo recomendação do Conselho Nacional de Justiça, aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e citou a Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho, que trata de diversos tipos de assédio no meio laboral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há a necessidade de que a conduta seja reiterada para caracterizar o assédio, muito menos o assédio sexual, que, se reiterado ou ampliado, pode ter desdobramentos irrecuperáveis na higidez física e mental da vítima”, afirmou a magistrada. Na decisão, a condenação por danos morais levou em conta laudo médico apresentado pela reclamante, comprovando tratamento psiquiátrico em decorrência do episódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo tramita em segredo de Justiça. Com informações da assessoria de imprensa do TRT-2.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancos e operadoras de telefonia são campeões em ações judiciais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-e-operadoras-de-telefonia-sao-campeoes-em-acoes-judiciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=7204</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisa revela que em quatro dos sete tribunais pesquisados, dez empresas concentravam 50% dos processos movidos. Um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostrou que os bancos e as empresas de telecomunicações são os setores mais acionados na Justiça, no âmbito de ações envolvendo o direito do consumidor.   A pesquisa foi encomendada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa revela que em quatro dos sete tribunais pesquisados, dez empresas concentravam 50% dos processos movidos.<br />
</p>
<p>Um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostrou que os bancos e as empresas de telecomunicações são os setores mais acionados na Justiça, no âmbito de ações envolvendo o direito do consumidor.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa foi encomendada pela Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ) e feita nos sete maiores tribunais em 2015. Em São Paulo, 31% das demandas relacionados aos consumidores são de quatro bancos e uma empresa de telecomunicações.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o CNJ, a pesquisa confirma que grande parte dos problemas no Poder Judiciário envolve um número restrito de instituições.</p>
<p> </p>
<p>Os 30 maiores processados foram acionados 4,7 milhões de ações. Em quatro dos sete tribunais pesquisados, dez empresas concentravam metades dos processos movidos.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o CNJ, um banco em especial aparece em todas as sete listas, mas não revelou qual.</p>
<p> </p>
<p>Seguidas das instituições financeiras e operadoras de telefonia, as concessionárias de serviços básicos, como companhias de água e energia, e empresas de seguro estão entre os mais acionados em pelo menos dois rankings estaduais.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #999999;"><strong>#</strong></span> <a href="http://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank">Não fique só, Fique Sócio</a></p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
