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	<title>Conselho da Baixada Santista &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Conselho da Baixada Santista &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Conselho da Baixada Santista deve ter participação popular, diz TJ-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Baixada Santista]]></category>
		<category><![CDATA[participação no Condesb]]></category>
		<category><![CDATA[participação popular]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa corrijam lacunas em leis complementares que tratam do Condesb para garantir a presença da sociedade civil nos debates Por considerar que a participação popular é indispensável, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa corrijam lacunas em leis complementares que tratam do Condesb para garantir a presença da sociedade civil nos debates</p>
<p></p>
<p>Por considerar que a participação popular é indispensável, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa corrijam lacunas em leis complementares que tratam do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista para garantir a presença da sociedade civil nos debates.</p>
<p> </p>
<p>A decisão se deu em mandado de injunção impetrado pela Procuradoria-Geral de Justiça em face do Governador e da Assembleia Legislativa de São Paulo para garantir a efetiva participação da sociedade civil no conselho que discute temas relevantes para municípios da região metropolitana da Baixada Santista.</p>
<p> </p>
<p>Segundo a Procuradoria, ao dispor sobre o conselho, o legislador estadual excluiu a participação da sociedade civil nos processos de planejamento, tomada de decisão e fiscalização por meio dos colegiados, compostos unicamente representantes das administrações públicas municipais e estadual.</p>
<p> </p>
<p>“Corretamente exposto na petição inicial que o artigo 154, caput, e § 2º, da Carta bandeirante, estipula a participação da população nos Conselhos de Desenvolvimento, garantia que foi excluída pela legislação estadual até então vigente”, afirmou o relator, desembargador Moreira Viegas.</p>
<p> </p>
<p>O magistrado disse que a falha foi reconhecida pelo próprio Governo de São Paulo, que alega já ter enviado à Assembleia um anteprojeto de lei com a finalidade de atualizar a Lei Complementar 760/1994, para assegurar a representação da sociedade civil nas instâncias colegiadas.</p>
<p> </p>
<p>“Cumpre-se então reconhecer que razão assiste ao Ministério Público quando afirma a existência de omissão que inviabiliza o exercício de direitos e liberdades constitucionais e fere prerrogativa inerente à cidadania, qual seja, a da efetiva participação popular no processo de planejamento, tomada de decisões e fiscalização da realização de serviços ou funções públicas em nível regional (§ 2º, do artigo 154, da Constituição do Estado)”, completou Viegas.</p>
<p> </p>
<p>Assim, ele concedeu prazo de seis meses para que a omissão legislativa seja suprida. Caso isso não ocorra, metade do número de assentos do Conselho de Desenvolvimento Regional da Baixada Santista deverá ser destinado à sociedade civil. A decisão se deu por unanimidade. </p>
<p>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/conselho-baixada-santista.pdf" target="_blank">aqui </a>para ler o acórdão </p>
<p>2276482-73.2020.8.26.0000</p>
<p>Fonte: Conjur<br />Escrito por: Tábata Viapiana</p>
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