<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Conecef 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/conecef-2026/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Fri, 19 Jun 2026 12:44:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Conecef 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Remuneração variável e Super Caixa são alvo de críticas em debate do 41º Conecef</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/remuneracao-variavel-e-super-caixa-sao-alvo-de-criticas-em-debate-do-41o-conecef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa 41 Conecef 26]]></category>
		<category><![CDATA[Conecef 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Conecef super caixa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=68793</guid>

					<description><![CDATA[Mesa reuniu representantes do Dieese e movimento sindical para discutir os impactos dos programas de remuneração variável sobre as condições de trabalho, a saúde dos empregados e a valorização dos resultados da Caixa A remuneração variável, os programas de metas e seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores foram tema da terceira mesa de debates [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-836f36f44185e6c16a2fcee3dc09aac8">Mesa reuniu representantes do Dieese e movimento sindical para discutir os impactos dos programas de remuneração variável sobre as condições de trabalho, a saúde dos empregados e a valorização dos resultados da Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração variável, os programas de metas e seus impactos sobre a saúde dos trabalhadores foram tema da terceira mesa de debates do 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), quinta-feira (18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate ocorreu em um momento em que os empregados da Caixa acompanham as mudanças promovidas pelo banco nos programas de remuneração variável, especialmente após a implantação do Super Caixa, que substituiu mecanismos anteriores de premiação e passou a vincular parte da remuneração a indicadores corporativos e resultados das unidades.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PLR é conquista histórica e difere de programas de remuneração variável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://contrafcut.com.br/data/files/0A/64/2F/93/ACBDE910CFB03DE9820808A8/Palestrante%20Catia%20Uehara%20I%20Remuneracao%20Variavel%20e%20dados%20da%20Caixa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ao apresentar a evolução dos modelos de remuneração utilizados</a>&nbsp;pelo setor financeiro, Catia Uehara destacou que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da categoria bancária é resultado de décadas de organização e negociação coletiva, possuindo regras específicas previstas em lei e na Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, é importante diferenciar a PLR das demais formas de remuneração variável adotadas pelos bancos. “A PLR é uma conquista histórica dos trabalhadores bancários e possui regras negociadas coletivamente. Já os programas de remuneração variável e de premiação atendem a outras lógicas, normalmente vinculadas ao desempenho, às metas e a resultados definidos pelas empresas”, explicou Catia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economista ressaltou ainda que os programas de remuneração variável se expandiram no sistema financeiro a partir dos processos de reestruturação produtiva ocorridos nas últimas décadas, acompanhando mudanças na gestão das empresas e na organização do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Catia, a principal preocupação dos trabalhadores deve ser garantir que eventuais programas de resultados tenham critérios transparentes, negociados e capazes de distribuir os ganhos produzidos coletivamente pelos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Metas e remuneração variável ampliam pressão sobre os trabalhadores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, Mauro Salles abordou os impactos dos modelos de gestão baseados em metas, avaliação permanente e remuneração variável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o dirigente da Contraf, os programas não podem ser analisados isoladamente, pois fazem parte de um sistema que conecta metas, avaliação de desempenho, carreira, reconhecimento e punição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando a remuneração variável é associada a metas cada vez mais elevadas, avaliações permanentes e mecanismos de vigilância, o resultado é o aumento da pressão sobre os trabalhadores. Isso intensifica o ritmo de trabalho, amplia situações de assédio e contribui para o adoecimento”, afirmou Mauro Salles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/data/files/E0/74/F2/53/BCBDE910CFB03DE9820808A8/Palestrante%20Mauro%20Salles%20I%2041%20CONECEF.pptx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a apresentação</a>, ele destacou que os bancários normalmente não participam da definição dos objetivos que precisam cumprir e que o modelo transfere para o trabalhador responsabilidades relacionadas às condições de mercado, à estrutura das equipes, sendo que as decisões são impostas por decisões superiores, da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mauro também alertou para situações consideradas abusivas, como metas excessivas, vigilância permanente, avaliações injustas e mecanismos que penalizam trabalhadores por fatores que não estão sob seu controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é apenas o excesso de trabalho que adoece. O problema está na forma como o trabalho é organizado, medido e controlado. O adoecimento não é um acidente. Ele pode ser consequência previsível de determinados modelos de gestão”, observou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sindical cobra transparência e negociação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões realizadas no Conecef dialogam com&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/busca.htm?query=super+caixa+%7C+super+caixa+%7C+super+caixa*+%7C+super+caixa*&amp;resultListPagination=1&amp;sortCriteria=lum_publishStartDate+desc&amp;resultListPagination=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">críticas que vêm sendo apresentadas</a>&nbsp;pela representação dos empregados da Caixa desde a implantação do Super Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos levantados pelas entidades estão a falta de transparência em alguns indicadores, a utilização de critérios considerados punitivos, a existência de fatores de difícil controle pelos trabalhadores e a necessidade de regras mais simples e previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa das entidades é que programas de remuneração variável sejam construídos por meio da negociação com a representação dos empregados, com critérios claros, respeito ao princípio de “vendeu, recebeu”, previsibilidade dos resultados e valorização do trabalho realizado pelos empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os participantes da mesa, o debate sobre remuneração variável não pode ser dissociado da discussão sobre condições de trabalho, saúde dos trabalhadores e papel estratégico da Caixa para o desenvolvimento do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O desafio é construir mecanismos de reconhecimento dos resultados sem transformar a remuneração em instrumento de pressão permanente. A valorização dos empregados passa por condições dignas de trabalho, transparência e participação nas decisões que afetam seu cotidiano”, concluiu Mauro Salles.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
