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	<title>Condenação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Jul 2026 06:43:26 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Condenação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Justiça mantém condenação de banco por não estornar compras após fraude com cartão de débito</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-mantem-condenacao-de-banco-por-nao-estornar-compras-apos-fraude-com-cartao-de-debito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de débito extraviado]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do DF manteve a condenação do Santander a devolver em dobro valores de fraudes por aproximação após extravio de cartão. A decisão reafirmou que a segurança das transações é um risco da atividade bancária. A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve condenação do Banco Santander (Brasil) S.A. por não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-980d74bb2c59ee96c3a9544a94e6910e">A Justiça do DF manteve a condenação do Santander a devolver em dobro valores de fraudes por aproximação após extravio de cartão. A decisão reafirmou que a segurança das transações é um risco da atividade bancária.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve condenação do Banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> (Brasil) S.A. por não estornar valores após <strong>fraudes realizadas com cartão de débito extraviado da cliente</strong>. As compras, feitas por aproximação (sem uso de senha), não foram reconhecidas pela consumidora. O colegiado também manteve a restituição em dobro dos valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o processo, <strong>a consumidora identificou 14 compras que não reconheceu</strong>, realizadas nos dias 6 e 7 de junho de 2025, que somaram R$ 1.136,50. As transações ocorreram após o extravio do cartão. A cliente informou o banco no mesmo dia e pediu o estorno, mas o pedido foi negado. Ela então entrou com ação judicial para anular as cobranças e reaver os valores.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Não lute só. Fortaleça a categoria: Sindicalize-se!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1ª instância, as compras foram declaradas nulas e o banco foi condenado a devolver em dobro o valor descontado. O <strong>banco recorreu, sob a alegação de cerceamento de defesa e de que as compras foram feitas com o cartão original</strong>, dentro dos limites da conta. Também afirmou que houve culpa da consumidora ou de terceiro e pediu, alternativamente, a exclusão ou redução da condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o relator entendeu que não houve cerceamento de defesa, pois as provas documentais eram suficientes. Destacou que a <strong>fraude com cartão extraviado se enquadra como risco da atividade bancária</strong>, o que não afasta a responsabilidade da instituição. A Turma considerou que o banco não comprovou que as operações foram autorizadas pela cliente, nem apresentou prova válida de culpa exclusiva da consumidora. Também foi apontada a quebra do perfil de consumo, já que a cliente não costumava realizar compras com cartão de débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>colegiado concluiu ainda que não houve engano justificável por parte do banco ao negar o estorno</strong>, o que autoriza a devolução em dobro dos valores indevidos, conforme o <strong>Código de Defesa do Consumidor</strong>. Com isso, a Turma negou provimento ao recurso e manteve integralmente a sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão foi unânime.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/" data-type="link" data-id="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/">0720598-79.2025.8.07.0003</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-corta-jornada-da-faxina-e-cobra-limpeza-dos-funcionarios/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-corta-jornada-da-faxina-e-cobra-limpeza-dos-funcionarios/">Santander corta jornada da faxina e cobra limpeza dos funcionários</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander é condenado por negativar cliente que renegociou dívida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-e-condenado-por-negativar-cliente-que-renegociou-divida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 08:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[banco santander]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[nome negativado]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de proteção ao crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG]]></category>
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					<description><![CDATA[Após renegociar débitos, consumidor teve CPF inscrito em cadastro de inadimplentes. Um cliente que teve o nome negativado em serviço de proteção ao crédito, mesmo após renegociar a dívida com o banco, deve ser indenizado pela instituição financeira. A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve condenação do banco Santander [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3a50c69c37a2e910f876d5a077eae76e">Após renegociar débitos, consumidor teve CPF inscrito em cadastro de inadimplentes.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um cliente que teve o nome negativado em serviço de proteção ao crédito, mesmo após renegociar a dívida com o banco, deve ser indenizado pela instituição financeira. A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve condenação do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco Santander Brasil S.A.</a> e elevou a indenização por danos morais de R$ 10 mil para R$ 15 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A renegociação de dívidas no cartão de crédito foi realizada pelo cliente com o banco no âmbito do programa &#8220;Desenrola Brasil&#8221;, do Governo Federal, que previa condições favoráveis para o pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o autor, ele recebeu confirmação do banco e da empresa intermediadora de que não havia mais pendências em seu nome. Ainda assim, teve o nome inscrito em cadastro de restrição ao crédito, ficando com o “nome sujo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a instituição financeira argumentou que a negativação se referia a um contrato de cartão de crédito que não foi alvo da renegociação feita pelo cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª Vara Cível de Ponte Nova confirmou liminar que havia determinado a retirada do nome do consumidor dos cadastros de restrição, declarou a inexistência do débito e condenou o banco a pagar R$ 10 mil em danos morais. Diante dessa decisão, o banco recorreu.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contrato</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso, desembargador Lúcio Eduardo de Brito, observou que os documentos apresentados pelo banco confirmavam que o contrato do cartão de crédito havia sido incluído nas operações renegociadas pelo programa. Como a empresa não conseguiu comprovar a legitimidade da cobrança, ficou caracterizada a falha na prestação do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o valor da reparação, o magistrado ressaltou que a inscrição indevida em cadastro de inadimplentes gera dano moral presumido (in re ipsa), ou seja, a própria inclusão já é suficiente para gerar o dever de indenizar. Assim, os danos morais foram recalculados em R$ 15 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores Maria Luíza Santana Assunção e José de Carvalho Barbosa acompanharam o voto do relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão, que transitou em julgado, tramitou sob o nº 1.0000.25.476086-1/001.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/se-liga-voce-vai-ganhar-a-tabela-da-copa-do-sindicato/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/se-liga-voce-vai-ganhar-a-tabela-da-copa-do-sindicato/">Você vai ganhar do Sindicato a tabela da Copa do Mundo!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander é condenado por título vendido a cliente analfabeta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-e-condenado-por-titulo-vendido-a-cliente-analfabeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 08:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[banco santander]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Juíza considerou insuficiente a alegação do uso de senha eletrônica na contratação. A juíza Miriam Vaz Chagas, da 17ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, condenou o banco Santander a indenizar uma cliente em R$ 12 mil, por danos morais, além de determinar a restituição, em dobro, de valores descontados indevidamente da conta corrente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-379f44c27fa544a5fea2b038975459db">Juíza considerou insuficiente a alegação do uso de senha eletrônica na contratação.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Miriam Vaz Chagas, da 17ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, condenou o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> a indenizar uma cliente em R$ 12 mil, por danos morais, além de determinar a restituição, em dobro, de valores descontados indevidamente da conta corrente e ainda não restituídos. A condenação foi motivada pela ativação irregular de um título de capitalização para a consumidora analfabeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cliente relatou ser titular de um cartão de crédito da instituição e que, a partir de maio de 2021, passou a sofrer cobranças mensais de R$ 50 relativas ao título de capitalização “Din Din do Milhão”. Ela argumentou que não contratou o serviço e que, por ser analfabeta, foi ludibriada pela instituição financeira, destacando ainda o impacto das cobranças em seu orçamento familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco alegou a regularidade da transação, sustentando que a contratação teria ocorrido em agência física com o uso de senha pessoal. Informou ainda que a cliente chegou a efetuar um resgate parcial do título, no valor de R$ 227,57, em dezembro de 2021, defendendo, por isso, a legalidade das cobranças e a inexistência de danos morais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vulnerabilidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza Miriam Vaz Chagas aplicou o Código de Defesa do Consumidor (CDC, Lei nº 8.078/1990), observando que a cliente foi vítima de defeitos na prestação de serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada destacou que, no contrato apresentado pelo banco, o campo destinado à assinatura da cliente estava em branco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença enfatizou que a condição de analfabeta da consumidora foi comprovada pelo documento de identidade, no qual consta a observação “não assina”. Segundo a juíza Miriam Vaz Chagas, tal condição exige formalidades específicas para a validade de negócios jurídicos – como a assinatura por procurador ou a presença de testemunhas que atestem a ciência dos termos contratuais –, o que não foi observado pelo banco, que se limitou a alegar o uso de senha no terminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da “evidente má-fé em impor serviço não contratado a pessoa analfabeta”, a magistrada determinou que o banco restitua o valor pago e não reembolsado, de forma dobrada, totalizando R$ 444,86.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos danos morais, o valor foi fixado em R$ 12 mil, considerando que a conduta da instituição violou os deveres de transparência e boa-fé, atingindo a dignidade da consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo, que tramita sob o <strong>nº 5010392-33.2022.8.13.0024</strong>, é de 1ª Instância e está sujeito a recurso.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT-4: Santander indenizará por suprimir gratificação de gestante afastada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-4-santander-indenizara-por-suprimir-gratificacao-de-gestante-afastada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 07:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[gratificação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[TRT da 4ª região]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos. A 4ª turma do TRT da 4ª região condenou o banco Santander a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ba638ced4e11e26c52c3bcf02325c379">Justiça também manteve pagamento de gratificação especial por falta de critérios objetivos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 4ª turma do <a href="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4" data-type="link" data-id="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4">TRT da 4ª região</a> condenou o banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma ex-gerente que teve gratificação de função suprimida enquanto estava com o contrato de trabalho suspenso por afastamento de saúde decorrente de diabetes gestacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também manteve a condenação ao pagamento da chamada &#8220;gratificação especial&#8221;, por entender que o banco não comprovou critérios objetivos para conceder a verba apenas a alguns empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A trabalhadora atuou no <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco</a> de agosto de 2011 a setembro de 2023, tendo exercido funções como caixa, gerente de relacionamento e gerente de relacionamento empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o acórdão, a alteração contratual promovida pela instituição financeira em dezembro de 2022 reduziu a jornada de oito para seis horas e suprimiu a gratificação de função em período no qual ela estava afastada por motivo de saúde, situação posteriormente seguida de licença-maternidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perspectiva de gênero</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relatora, juíza convocada Cacilda Ribeiro Isaacsson, a medida foi &#8220;juridicamente nula&#8221;, pois realizada durante a suspensão do contrato de trabalho. O acórdão destacou que a redução do padrão salarial da empregada antes do retorno efetivo às atividades violou os arts. 468 e 471 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">CLT</a>, além do dever de boa-fé objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma também aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e o Protocolo de Atuação e Julgamento com Perspectiva Antidiscriminatória, Interseccional e Inclusiva do TST.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Sindicalize-se e lute por você!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a supressão da gratificação em período de gravidez e adoecimento configurou discriminação indireta, por transformar a maternidade e a condição de saúde da empregada em prejuízo financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reconhecer o dano moral, a relatora afirmou que o caso ultrapassou o mero descumprimento contratual, pois atingiu a dignidade da trabalhadora em momento de fragilidade física e psíquica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão mencionou relatório psicológico e nota de alta de UTI neonatal decorrente do nascimento prematuro da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização foi fixada em R$ 10 mil, valor considerado suficiente para cumprir finalidade pedagógica sem gerar enriquecimento sem causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gratificação especial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O banco também pretendia afastar a condenação ao pagamento de gratificação especial. Ele alegava que a parcela era paga por mera liberalidade, sem previsão legal ou normativa, e que teria sido suprimida desde 2012.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma, no entanto, rejeitou a tese. Segundo o acórdão, documentos e prova oral demonstraram que a verba continuou sendo paga a empregados desligados após 2012, inclusive em 2017 e 2022. Para o colegiado, ao instituir benefício pago no momento da rescisão contratual, ainda que por liberalidade, o empregador deve fixar critérios objetivos, claros e transparentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Na decisão, os desembargadores concluíram que o pagamento da gratificação a apenas alguns empregados, sem comprovação de requisitos que justificassem a diferenciação, afrontou o princípio constitucional da isonomia e caracterizou conduta discriminatória. Assim, foi mantido o direito da ex-empregada à parcela.</p>



<h4 class="wp-block-heading"> Processo: <a href="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d" data-type="link" data-id="https://pje.trt4.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0021295-16.2024.5.04.0261/2#931fa1d">0021295-16.2024.5.04.0261</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/5/971B52A5C835D2_Documento_931fa1d(1).pdf">Veja o acórdão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça condena instituição financeira em ação trabalhista bancária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-condena-instituicao-financeira-em-acao-trabalhista-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança por Metas]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=67763</guid>

					<description><![CDATA[Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações. A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9e19abe89f5fdbdb1f20539d1dd9bd9e">Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de férias. Contudo, o ponto central da demanda residiu nas denúncias de assédio moral, metas abusivas e, especialmente, na forma como a empresa lidou com episódio de abuso sexual e violência de gênero no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No tocante ao assédio moral, restou comprovado que a trabalhadora era submetida a cobranças excessivas por metas, com exposição pública de rankings, pressão psicológica intensa e ameaças de transferência ou dispensa. Testemunhas confirmaram a prática de constrangimento perante colegas, o que levou o juízo a reconhecer abuso do poder diretivo, violação à dignidade da empregada e consequente dever de indenizar. A empresa foi condenada ao pagamento de R$ 15.000,00 a título de danos morais, valor atualizado conforme os critérios fixados na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda mais grave foi o reconhecimento de falha empresarial diante de denúncia de abuso sexual. Ficou demonstrado que a trabalhadora não recebeu o devido acolhimento, tendo sido desacreditada, exposta a falas machistas e, inclusive, compelida a conviver com o agressor após o ocorrido. O gestor, segundo apurado, tentou minimizar a situação, deixou de adotar providências imediatas e permitiu o retorno do acusado ao mesmo ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão destacou que tal conduta configura omissão patronal e violação ao dever de garantir um ambiente laboral seguro e digno. Embora o agressor tenha sido posteriormente desligado após investigação interna, o juízo entendeu que a medida tardia não afastou a gravidade da omissão inicial. Diante disso, foi fixada indenização por danos morais no valor de R$ 75.000,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse conjunto fático, a Justiça do Trabalho reconheceu a rescisão indireta do contrato, nos termos do art. 483 da CLT, equiparando a situação a uma dispensa sem justa causa por culpa do empregador. Foram deferidas à trabalhadora todas as verbas rescisórias correspondentes, incluindo saldo de salário, aviso prévio indenizado de 90 dias, 13º salário integral e proporcional, férias vencidas e proporcionais acrescidas de um terço, além de FGTS com multa de 40% e liberação das guias para saque e seguro-desemprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que se refere às férias, a sentença também reconheceu irregularidade no fracionamento imposto pela empresa. Embora a legislação admita o parcelamento, restou comprovado que não houve anuência da empregada, mas sim imposição da gestão. Assim, foi deferido o pagamento em dobro, acrescido de um terço, relativo aos períodos aquisitivos de 2019/2020 a 2022/2023. A decisão ainda determinou obrigações de fazer, como a baixa na CTPS e a entrega dos documentos necessários à efetivação dos direitos reconhecidos, sob pena de aplicação de multas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso evidencia a crescente atenção da Justiça do Trabalho à proteção da dignidade da pessoa trabalhadora, especialmente em situações que envolvem violência de gênero e assédio no ambiente corporativo. Reforça-se, assim, o entendimento de que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado, sendo inadmissível qualquer conduta que comprometa sua integridade física, psíquica ou moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença analisada representa importante precedente no sentido de responsabilizar empregadores não apenas por ações diretas, mas também por omissões diante de situações graves, consolidando o dever de promoção de um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso. O caso reforça a proteção legal da dignidade do trabalhador, evidenciando que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado. Condutas abusivas, assédio moral, machismo e omissão diante de violência sexual geram responsabilidade civil e trabalhista, consolidando o dever do empregador de garantir um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco é condenado por causa de golpe telefônico contra correntista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-condenado-por-causa-de-golpe-telefonico-contra-correntista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 07:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estelionato]]></category>
		<category><![CDATA[Guarda de informações]]></category>
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					<description><![CDATA[Juíza concluiu que a Caixa falhou na guarda de informações sigilosas do cliente. A Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que o Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras. Portanto, a responsabilidade do banco é objetiva em relação aos danos causados por defeitos na prestação de serviços, independentemente da verificação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e491289b4e60081f1d727a56ca4b0869">Juíza concluiu que a Caixa falhou na guarda de informações sigilosas do cliente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça estabelece que o Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras. Portanto, a responsabilidade do banco é objetiva em relação aos danos causados por defeitos na prestação de serviços, independentemente da verificação de culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o entendimento da juíza Cristiane Farias Rodrigues dos Santos, da 9ª Vara Cível Federal de São Paulo, para condenar a <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal </a>a indenizar por danos morais um consumidor vítima de golpe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme os autos, o correntista recebeu uma ligação de um número telefônico da sua agência bancária. O interlocutor se identificou como seu gerente pessoal e lhe disse que teria de fazer alguns procedimentos de segurança no aplicativo do banco no seu celular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O golpista pediu que o cliente baixasse outro aplicativo em seu aparelho e aceitasse o acesso remoto, o que foi feito. O contato telefônico durou algumas horas. No dia seguinte, o correntista foi à agência e soube que havia sido lesado em R$ 194 mil por meio de transferências via TED e Pix. Ele conseguiu a devolução de apenas R$ 26 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cliente sustentou que houve falha de segurança do banco na guarda dos seus dados. E também destacou que não conseguia fazer transações superiores a R$ 15 mil, mas os golpistas fizeram transferências com valor muito superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, em sua defesa, alegou que se tratou de um golpe externo e que a culpa foi exclusiva da vítima, que admitiu ter baixado o aplicativo para acesso remoto e fornecido sua senha. Portanto, não teria havido falha no sistema de segurança da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, a juíza apontou que a relação entre as partes é de consumo, conforme a Súmula 297 do STJ. Assim, a responsabilidade do banco independe de culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Verifica-se que fraudes ou roubos cometidos por terceiros em operações bancárias eletrônicas são riscos previsíveis e inerentes à atividade dos bancos, configurando fortuito interno. Assim, o simples fato de a fraude ter sido praticada por terceiros não afasta a responsabilidade da instituição financeira.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ressaltou que houve falha no dever de segurança do banco e que o golpe só foi bem-sucedido porque os criminosos tiveram acesso a informações sigilosas, como nomes de gerentes e o número de telefone da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza condenou o banco a restituir os valores subtraídos por meio da fraude e a indenizar o cliente em R$ 20 mil por danos morais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/12/5004666-30.2024.4.03.6100-1763486872552-15439-sentenca-2.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/12/5004666-30.2024.4.03.6100-1763486872552-15439-sentenca-2.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 5004666-30.2024.4.03.6100</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF publica acórdão e começa a contagem regressiva para a prisão de Bolsonaro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-publica-acordao-e-comeca-a-contagem-regressiva-para-a-prisao-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[delações]]></category>
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		<category><![CDATA[golpistas]]></category>
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		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[Prazo]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[STF - Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento de quase 2 mil páginas abre prazo de cinco dias para recursos da defesa do ex-presidente e de outros sete condenados. O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou oficialmente a decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A divulgação do acórdão marca o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-992512bfb9aca8de2ec1d9e94ee9e60b">Documento de quase 2 mil páginas abre prazo de cinco dias para recursos da defesa do ex-presidente e de outros sete condenados.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou oficialmente a decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A divulgação do acórdão marca o início do prazo de cinco dias para que as defesas apresentem os chamados embargos de declaração, recurso usado para apontar eventuais contradições ou omissões na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão é um documento no qual são formalizados os votos dos ministros que julgaram o caso. O documento de quase 2 mil páginas oficializa decisão tomada pela Primeira Turma do STF por quatro votos a um, com o ministro Luiz Fux sendo o único a votar pela absolvição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recursos e prazos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados de defesa poderão apresentar embargos de declaração, que raramente modificam o resultado do julgamento, mas podem esclarecer pontos considerados obscuros. Além disso, as defesas devem insistir em outro tipo de recurso, o chamado embargo infringente, que, em casos excepcionais, pode alterar a sentença. No entanto, esse tipo de pedido só é aceito quando há pelo menos dois votos favoráveis à absolvição, o que não ocorreu neste caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a apresentação dos recursos, o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, poderá decidir individualmente sobre parte dos pedidos ou levá-los ao colegiado. Ele também pode solicitar parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes da decisão final. A análise dos embargos não tem prazo definido, mas há expectativa de que o STF conclua essa etapa até o fim do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, as penas impostas aos réus não podem ser executadas. A prisão de Bolsonaro e dos demais condenados só ocorrerá após o trânsito em julgado — ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Condenações e acusações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Turma do Supremo concluiu que ficou comprovada a existência de uma organização criminosa que atuou para manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota eleitoral. O grupo teria tentado descredibilizar as urnas eletrônicas, pressionado as Forças Armadas a apoiar uma ruptura institucional e utilizado a máquina pública para perseguir adversários políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença também menciona ações de espionagem ilegal, disseminação de informações falsas e planos golpistas que incluíam a prisão e até a morte de autoridades. Essas movimentações, segundo o Supremo e a PGR, culminaram nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, foram condenados</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alexandre Ramagem</strong>, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Almir Garnier</strong>, ex-comandante da Marinha;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Anderson Torres</strong>, ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Augusto Heleno</strong>, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mauro Cid</strong>, ex-ajudante de ordens da Presidência;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Paulo Sérgio Nogueira</strong>, ex-ministro da Defesa;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Walter Braga Netto</strong>, ex-ministro da Casa Civil.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Penas e delações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Bolsonaro recebeu a pena mais alta entre os condenados — 27 anos e 3 meses de prisão — devido ao papel de liderança atribuído a ele pelos ministros. As defesas, contudo, afirmam que não há provas de que o grupo tenha agido de forma armada ou coordenada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República, por sua vez, já informou que não pretende questionar a pena de Mauro Cid, que permanece em dois anos de prisão em regime fechado conforme o acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sentença de Bolsonaro deve sair numa sexta; país pode ter quase 72h de comemoração</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sentenca-de-bolsonaro-deve-sair-numa-sexta-pais-pode-ter-quase-72h-de-comemoracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 08:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bares]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
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		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Se não houver mudanças no calendário do STF, donos de bares, casas de eventos e até distribuidora de bebidas precisarão reforçar estoque. Condenação deve movimentar comércio. O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, ministro Cristiano Zanin, divulgou na sexta-feira (15/8) o calendário do julgamento do chamado “núcleo crucial” da tentativa de golpe de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-311c895169f392ec9e45c327e46c059b">Se não houver mudanças no calendário do STF, donos de bares, casas de eventos e até distribuidora de bebidas precisarão reforçar estoque. Condenação deve movimentar comércio.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, ministro Cristiano Zanin, divulgou na sexta-feira (15/8) o calendário do julgamento do chamado “núcleo crucial” da tentativa de golpe de Estado transcorrida entre o final de 2022 e o começo de 2023, no qual o principal réu é Jair Bolsonaro (PL). Pelas datas (2, 3, 9, 10 e 12 de setembro), se não houver alteração no previsto pelo STF, a sentença do ex-presidente deve sair numa sexta-feira (12/9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da ansiedade que toma a maior parte da população e da tradição festiva dos brasileiros, a expectativa é a de que o anúncio da condenação, sobretudo por sair numa sexta, seja seguido de uma gigantesca comemoração de âmbito nacional. O acontecimento histórico está sendo visto por muitos como o “maior sextou” da história e brincadeiras com um bordão bolsonarista são inevitáveis. “Serão 72 horas de festa”, satirizam.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-63307" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-1024x683.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-300x200.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-150x100.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-768x512.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-1100x733.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-600x400.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1-20x13.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-05.17.01-1.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quem também ficou de olho na divulgação do calendário do julgamento e já traça estratégias comerciais são os donos de bares, casas de evento e até distribuidores de bebidas. Datas como o carnaval, que tem de quatro a cinco dias de duração a depender da região do país, são muito lucrativos para o setor e as 72 horas de festa pela condenação à cadeia de Bolsonaro está sendo vista como uma espécie de “segundo carnaval” em termos de movimento de caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que, mesmo com a condenação em 12 de setembro, ainda haverá um prazo para apresentação de embargos por parte da defesa dos condenados, o que deve acrescentar duas ou três semanas para que o processo seja encerrado formalmente e então a ordem de prisão para cumprimento da pena seja expedida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PGR pede condenação de Bolsonaro e mais 7 réus por golpe de Estado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pgr-pede-condenacao-de-bolsonaro-e-mais-7-reus-por-golpe-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 06:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[Expectativa é de julgamento no STF ser realizado em setembro A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (14/7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista. A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e3a1405e9df1e538257ddfd2628ad4d8">Expectativa é de julgamento no STF ser realizado em setembro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (14/7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência &#8211; Abin;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bolsonaro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na manifestação, o procurador-geral descreveu o papel do ex-presidente Jair Bolsonaro na trama golpista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, Bolsonaro figura como líder da organização criminosa e foi o “principal articulador e maior beneficiário” das ações para tentar implantar um golpe de Estado no país em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas palavras de Gonet, o ex-presidente instrumentalizou o aparato estatal e operou em “esquema persistente” de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório após o resultado das eleições presidenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias”, disse o procurador.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Próximos passos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com a apresentação da manifestação da PGR, começa a contar o prazo de 15 dias para que a defesa de Mauro Cid, delator na investigação, apresente suas alegações finais ao STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, será a vez das defesas dos réus apresentarem suas alegações no mesmo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após receber todas as manifestações, a data do julgamento será marcada pela Primeira Turma da Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores do STF, a expectativa é de que o julgamento seja realizado em setembro deste ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça condena empresa por inércia em caso de agressão e assédio sexual</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-condena-empresa-por-inercia-em-caso-de-agressao-e-assedio-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 09:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[condutas abusivas]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Omissão]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o colegiado, a omissão da empresa diante das condutas abusivas reforçou o sofrimento da trabalhadora. A 17ª turma do TRT da 2ª região manteve condenação de empresa ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a empregada vítima de violência física, assédio moral e assédio sexual praticados por superior hierárquico. Na decisão, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5b9c5598e4ed7f83a7edabf7a9abae9c">Para o colegiado, a omissão da empresa diante das condutas abusivas reforçou o sofrimento da trabalhadora.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 17ª turma do TRT da 2ª região manteve condenação de empresa ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a empregada vítima de violência física, assédio moral e assédio sexual praticados por superior hierárquico. Na decisão, o colegiado ressaltou que a omissão da empresa diante das condutas abusivas reforçou o sofrimento da trabalhadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, em uma das ocasiões, o superior da profissional se aproveitou de um momento em que ela estava sozinha para assediá-la sexualmente. Após ser ignorado, ele desferiu um tapa em seu rosto e puxou seu cabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora as imagens das câmeras de segurança tenham comprovado a agressão, a empresa não adotou providências imediatas contra o agressor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em defesa, a empregadora afirmou que os envolvidos &#8220;eram amigos&#8221; e que a situação se tratava de uma &#8220;brincadeira&#8221;. Alegou também que advertiu o agressor e o afastou do ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, depoimentos e provas colhidas no processo demonstraram que o homem continuou frequentando o local e exercendo violência psicológica contra a trabalhadora. Posteriormente, ele foi alocado como gestor no mesmo posto da vítima, que acabou sendo transferida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso no TRT, o relator, juiz do Trabalho&nbsp;Maurício Marchetti,&nbsp;ressaltou que, além da agressão física, houve a exposição da trabalhadora a um ambiente hostil, &#8220;reforçado por práticas que contribuíram para o sofrimento psicológico&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, reconheceu a ilicitude da conduta e a responsabilidade da empregadora, que se manteve inerte diante do ocorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A inércia do empregador em face da prática de violência por seus empregados ou terceiros a seu serviço configura ato ilícito, ensejando sua responsabilidade pelas consequências negativas sofridas pela empregada assediada.&#8221;</p>
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