<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Condenação dos golpistas 4 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/condenacao-dos-golpistas-4/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Oct 2025 12:45:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Condenação dos golpistas 4 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trama golpista: STF deve condenar mais 7 a penas de cerca de 20 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trama-golpista-stf-deve-condenar-mais-7-a-penas-de-cerca-de-20-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 12:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação dos golpistas 4]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo 4 do golpe]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=64766</guid>

					<description><![CDATA[O núcleo 4 foi descrito pela PGR como o responsável pelas ações de desinformação A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta terça-feira o julgamento do núcleo 4 da organização criminosa que tentou um golpe de estado no Brasil após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A expectativa é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-063019cae714278647512ce947c7f3f7">O núcleo 4 foi descrito pela PGR como o responsável pelas ações de desinformação</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta terça-feira o julgamento do núcleo 4 da organização criminosa que tentou um golpe de estado no Brasil após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. A expectativa é de que o grupo seja condenado a penas de cerca de 20 anos. O primeiro voto será lido pelo relator, o ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sete réus que serão julgados a partir de hoje estão dois homens de confiança do deputado federal Alexandre Ramagem, que foi diretor-geral da Abin durante o governo de Bolsonaro. O núcleo 4 foi descrito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) como o responsável pelas ações de desinformação que criariam o clima e mobilizariam os aliados de Bolsonaro para consumar o golpe.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quem são os integrantes do Núcleo 4 do golpe</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Ailton Gonçalves Moraes Barros (ex-major do Exército, expulso em 2006)</strong><br>É acusado de integrar o núcleo responsável por incitar a adesão de militares ao golpe e atacar comandantes das Forças Armadas que se recusassem a apoiar a ação, atuando sob ordens do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro. Segundo investigações, mensagens trocadas por ele com o ex-ministro Braga Netto mostram que recebia orientações para atacar os comandantes do Exército e da Aeronáutica porque ambos foram contrários ao golpe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército)</strong><br>Atuou como diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS quando Eduardo Pazuello estava à frente da pasta e teria disseminado informações falsas sobre o processo eleitoral. É acusado de editar um documento com informações falsas sobre o sistema eletrônico eleitoral, e a PGR afirma que ele coordenou a produção e distribuição de fake news nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Marcelo Araújo Bormevet (agente da Polícia Federal)</strong><br>Um dos principais homens de confiança de Ramagem, ele trabalhou na Abin do final de 2019 até meados de 2022. Segundo a PF, fazia parte da “Abin paralela”. Entre as acusações está a criação de notícias falsas sobre os ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso do STF, incluindo teorias conspiratórias visando desacreditar o processo eleitoral. É considerado réu por ter usado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitorar opositores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército)</strong><br>É acusado de integrar a “Abin paralela” para monitorar opositores. Foi cedido à Abin na gestão de Alexandre Ramagem. Para a PGR, Rodrigues e Bormevet agiram de forma coordenada com o núcleo central da organização criminosa, organizando a produção e disseminação de informações falsas contra os alvos apontados publicamente pelo ex-presidente Bolsonaro com o objetivo de enfraquecer as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Carlos César Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal)</strong><br>Elaborou em 2022, a pedido do PL, um relatório que falava em supostas falhas nas urnas eletrônicas. Com base no documento apresentado, o PL defendeu que as supostas falhas justificariam a anulação de parte dos votos computados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército)</strong><br>A acusação aponta que Guilherme Marques de Almeida tinha “papel tático na organização criminosa”. Segundo o Ministério Público, sua “proatividade na propagação da desinformação chamou a atenção das investigações”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Reginaldo Vieira de Abreu (coronel da reserva)</strong><br>Segundo a PGR, ele tentou interferir no Relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas para “manipular a opinião pública em favor da ruptura institucional”. É acusado de ter praticado monitoramento ilegal ao tirar e compartilhar fotos do ministro do STF Gilmar Mendes no aeroporto de Lisboa. As imagens foram enviadas por WhatsApp para o general Mário Fernandes, criador do Plano Punhal Verde Amarelo, o que caracterizou uma ação de vigilância não autorizada contra uma autoridade pública. Segundo a PF, as imagens foram capturadas em 20 de novembro de 2022. Antes disso, ele já tinha elaborado uma minuta que previa medidas como a prisão do ministro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
