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	<title>Como proteger dos golpes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>A cada hora, 208 pessoas são vítimas de golpes virtuais; veja os mais comuns e saiba como evitá-los</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 11:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Como proteger dos golpes]]></category>
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					<description><![CDATA[Anuário Brasileiro de Segurança Pública alerta: 208 brasileiros caem em golpes a cada hora; conheça os principais esquemas e saiba como se prevenir O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, a partir de informações de secretarias de Segurança Pública e polícias – identificou que&#160;208 brasileiros são vítimas de golpes virtuais a cada hora. Proteger-se [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Anuário Brasileiro de Segurança Pública alerta: 208 brasileiros caem em golpes a cada hora; conheça os principais esquemas e saiba como se prevenir</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, a partir de informações de secretarias de Segurança Pública e polícias – identificou que&nbsp;<strong>208 brasileiros são vítimas de golpes virtuais a cada hora.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Proteger-se contra os golpes demanda atenção constante. Os usuários devem estar vigilantes, evitando compartilhar informações pessoais e sempre verificando a autenticidade de contatos e propostas recebidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira abaixo 21 esquemas de fraude bancária e orientações sobre como evitar cair nas armadilhas digitais:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Golpe do produto ou loja falsa:</strong>&nbsp;Cibercriminosos criam perfis falsos em redes sociais, anunciam produtos, recebem Pix e não entregam mercadorias.</li>



<li><strong>Golpe da compra em loja com rede social hackeada:</strong>&nbsp;Utilizam contas de estabelecimentos reais, clonando ou hackeando perfis em redes sociais.</li>



<li><strong>Golpe do parente pedindo dinheiro:</strong>&nbsp;Clonagem de WhatsApp para solicitar dinheiro a familiares com histórias urgentes.</li>



<li><strong>Golpe de oportunidade de investimento:</strong>&nbsp;Prometem retornos financeiros irreais e pedem transferências via Pix sem efetuar os ganhos.</li>



<li><strong>Golpe da central de atendimento:</strong>&nbsp;Falsos funcionários bancários pedem transferências para liberar serviços.</li>



<li><strong>Golpe do comprovante falso:</strong>&nbsp; A vítima é quem recebe Pix. O golpista compra algo e envia comprovante falso ao vendedor. Funciona quando a vitima não acessa de imediato a conta bancária.</li>



<li><strong>Golpe da Anatel:</strong>&nbsp;Fingem ser funcionários da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para induzir troca de operadora após problemas de internet. Suspeita-se do golpe ser realizado pelos próprios funcionários das operadoras alvo de reclamações de conexão com intuito de fazer com que o consumidor troque de operadora .</li>



<li><strong>Golpe do GoPix:</strong>&nbsp;Golpe online durante pagamento via QR Code, desviando dinheiro para os golpistas. O esquema de fraude acontece no momento do pagamento. Em vez de direcionar o dinheiro para a conta da empresa legítima que oferece o produto, ele acaba nas mãos dos golpistas. Essa tática, identificada pela Kaspersky, renomada empresa de segurança cibernética, concentra-se principalmente em compras online realizadas por meio de computadores, não abrangendo transações entre pessoas.O processo se desencadeia quando o computador é infectado ao clicar em um link malicioso. Os cibercriminosos exploram um endereço falso do WhatsApp Web para persuadir a vítima a clicar, induzindo a instalação de um arquivo que, ao contrário do que aparenta, não é o aplicativo, mas sim um vírus prejudicial.</li>



<li><strong>Golpe do falso navegador:</strong>&nbsp;Cibercriminosos injetam código em sites confiáveis, levando a vítima a baixar malware em vez de atualizações. A vítima recebe notificação do site falso orientando atualizações de navegadores, algo que é comum nos navegadores Google, Firefox e Edge.</li>



<li><strong>Golpe do CPF:</strong>&nbsp;Utiliza vazamento de dados para ligar ou enviar SMS, solicitando confirmação de dados bancários. Na mensagem recebida os criminosos informam que a transação não foi realizada e retornam o contato usando a estratégia de orientação para cancelamento do cartão de crédito através de confirmação dos dados da conta.</li>



<li><strong>Golpe do deepfake:&nbsp;</strong>A inteligência artificial é agora ferramenta dos cibercriminosos, que hackeiam contas comerciais, enviam mensagens privadas a seguidores, solicitando vídeos de agradecimento. Ao manipular esses vídeos com deepfakes, os golpistas promovem fraudes financeiras nas redes sociais das vítimas.</li>



<li><strong>Golpe do falso emprego:</strong>&nbsp;Aproveitando a busca por renda extra, os criminosos oferecem oportunidades via WhatsApp, alegando vendas de produtos afiliados na Amazon. Ao fornecerem créditos via Pix, os golpistas levam as vítimas a realizarem vendas fictícias, resultando em prejuízos ao perceberem a inexistência da plataforma.</li>



<li><strong>Golpe do chip:</strong>&nbsp;Clonando chips de celular, os golpistas obtêm dados das vítimas e, ao ativar o número, invadem contas de redes sociais, promovendo investimentos falsos ou vendas inexistentes.</li>



<li><strong>Golpe das curtidas:</strong>&nbsp;Oferecendo ganhos por curtidas, os criminosos solicitam pagamento de licença de um aplicativo falso, resultando em prejuízo quando o software prometido não é real.</li>



<li><strong>Golpe da avaliação de vídeos:</strong>&nbsp;Mirando aqueles que aspiram uma renda extra, o golpe da avaliação de vídeos oferece dinheiro em troca de curtidas e avaliações em vídeos online. A participação nesse esquema requer o pagamento de uma suposta licença de aplicativo, porém, as vítimas descobrem que o acesso ao prometido nunca é concedido. Uma ilusão de oportunidade lucrativa que tem se propagado, explorando a ânsia por ganhos extras na internet.</li>



<li><strong>Golpe do Meu Velho Rico:</strong>&nbsp;Semelhante aos golpes de curtidas, prometem pagamentos via Pix pra mulheres conversarem com homens cadastrados na plataforma, mas ela nunca é liberada.</li>



<li><strong>Golpe da voz falsa:</strong>&nbsp;Em uma tática semelhante ao deepfake, os cibercriminosos exploram exclusivamente áudios das vítimas para criar réplicas convincentes através de inteligência artificial (IA). Este ardil é frequentemente empregado para solicitar dinheiro a parentes ou amigos, comumente via WhatsApp. O destaque desse golpe levou o FTC (Federal Trade Commission), órgão regulador do comércio dos Estados Unidos, a alertar sobre a facilidade com que os golpistas conseguem pequenos clipes de áudio online para a clonagem de vozes.</li>



<li><strong>Golpe do reconhecimento facial:</strong>&nbsp;Clonando contas de estabelecimentos, os golpistas enganam as vítimas, pedindo um reconhecimento facial sob alegação de protocolo de segurança. A cilada se revela quando a vítima, sem saber, autoriza transações bancárias.</li>



<li><strong>Golpe do falso policial:</strong>&nbsp;Por meio de mensagens, os golpistas se passam por policiais civis, simulando investigações e solicitando dinheiro para anular supostos mandados. Uma farsa que busca extorquir dinheiro sob falsos pretextos.</li>



<li><strong>Golpe do falso empréstimo:</strong>&nbsp;Mirando a vulnerabilidade financeira, os criminosos, munidos de dados vazados, oferecem empréstimos fictícios, solicitando dinheiro para taxas inexistentes, iludindo as vítimas.</li>



<li><strong>Golpe do MEI:</strong> Com informações públicas da empresa, como e-mail e telefone, facilmente disponíveis na internet, os cibercriminosos têm arquitetado uma estratégia enganosa contra o MEI (Microempreendedor Individual). Os golpistas enviam mensagens de cobrança, alertando sobre a necessidade de efetuar um pagamento para associar o CNPJ da empresa a uma entidade. Alegando consequências severas, incluindo a negativação da empresa, caso a taxa não seja quitada, os criminosos exploram a vulnerabilidade dos empreendedores.</li>
</ol>
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