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	<title>Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Primeiras doses da vacina do SUS contra dengue chegam ao Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/primeiras-doses-da-vacina-do-sus-contra-dengue-chegam-ao-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 07:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério da Saúde pretende imunizar 3,2 milhões de pessoas em 2024 A primeira remessa da vacina contra a dengue que será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) chegou ao Brasil neste sábado (20). O governo recebeu 720 mil doses do imunizante Qdenga, oferecidas sem cobrança pelo laboratório japonês Takeda Pharma. O Ministério da Saúde [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1a463d6ce4d9f43e2505cc42a964beb3">Ministério da Saúde pretende imunizar 3,2 milhões de pessoas em 2024</h4>



<p>A <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-da-saude-incorpora-vacina-contra-a-dengue-no-sus/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-da-saude-incorpora-vacina-contra-a-dengue-no-sus/">primeira remessa da vacina contra a dengue</a> que será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) chegou ao Brasil neste sábado (20). O governo recebeu 720 mil doses do imunizante Qdenga, oferecidas sem cobrança pelo laboratório japonês Takeda Pharma.</p>



<p>O Ministério da Saúde receberá ainda cerca de 600 mil doses gratuitas da fabricante, totalizando 1,32 milhão. Além disso, o governo comprou 5,2 milhões de doses que serão gradualmente entregues até novembro.</p>



<p>O total de 6,52 milhões de doses representa a capacidade total disponível no laboratório para este ano. Diante da capacidade limitada de produção da vacina, pouco mais de 3,2 milhões de pessoas serão vacinadas neste ano, já que o esquema vacinal requer a aplicação de duas doses, com intervalo mínimo de 90 dias entre elas.</p>



<p>Em 2024, o <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-da-dengue-saude-vai-priorizar-criancas-e-jovens-de-6-a-16-anos/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-da-dengue-saude-vai-priorizar-criancas-e-jovens-de-6-a-16-anos/">público-alvo serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos</a>. Essa faixa etária concentra o maior número de hospitalizações por dengue, depois de pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A previsão é que as primeiras doses sejam aplicadas em fevereiro.</p>



<p>Diante da limitada capacidade de produção do laboratório, o Ministério da Saúde acordou, em conjunto com os conselhos das Secretarias de Saúde de estados e municípios, os critérios para a distribuição das doses pelos municípios. As vacinas serão destinadas a municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior qua 100 mil habitantes.</p>



<p>Nos próximos dias, o Ministério da Saúde detalhará a lista dos municípios e a estratégia de vacinação. Segundo a pasta, as doses recebidas neste sábado passarão pelo processo de liberação da Alfândega e da Anvisa, em seguida sendo enviadas para o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde. Como o Ministério da Saúde pediu prioridade nessas etapas, o desembaraço será concluído ao longo da próxima semana, informou a pasta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pioneirismo</h4>



<p>O Brasil é o primeiro país a oferecer a vacina contra a dengue no sistema público universal. O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue em dezembro de 2023. A inclusão foi aprovada de forma célere pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec).</p>



<p>Aprovada pela Anvisa em março do ano passado, a vacina japonesa está disponível em clínicas privadas desde julho. O imunizante pode ser aplicado em pessoas de 4 a 60 anos de idade para prevenir a dengue, independentemente da exposição anterior à doença e sem necessidade de teste pré-vacinação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funciona</h4>



<p>Composto por quatro sorotipos distintos, o imunizante utiliza a tecnologia de vírus atenuado, em que a vacina traz o vírus da dengue modificado de forma a infectar, mas não causar a doença. No esquema de duas doses com intervalo de 90 dias, a vacina teve eficácia de 80,2% contra dengue, com período de proteção de 12 meses após o recebimento da segunda aplicação.</p>



<p>Por ser feita com vírus enfraquecido, a vacina é contraindicada para gestantes, lactantes, pessoas com algum tipo de imunodeficiência ou sob algum tratamento imunossupressor. Por esse motivo, a Anvisa ainda não aprovou a aplicação em idosos, que poderiam desenvolver a doença por terem imunidade mais baixa.</p>
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		<title>22 novos medicamentos são incorporados ao SUS em 2023; veja a lista completa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/2-novos-medicamentos-sao-incorporados-ao-sus-em-2023-veja-a-lista-completa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 09:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTÉRIO DA SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde (SUS)]]></category>
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					<description><![CDATA[Sistema Único de Saúde passa a incluir novos remédios para várias doenças Foram incorporados à rede de saúde pública brasileira 22 novos medicamentos (veja a lista completa mais abaixo). Entre eles, segundo publicou o jornal O Globo, estão: nove medicamentos para doenças raras, cinco para doenças infecciosas, dois para oncologia, um para doença crônica e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3504ca39676e49a648ac1c67621de6bd">Sistema Único de Saúde passa a incluir novos remédios para várias doenças</h4>



<p>Foram incorporados à rede de saúde pública brasileira 22 novos medicamentos (veja a lista completa mais abaixo). Entre eles, segundo publicou o jornal O Globo, estão: nove medicamentos para doenças raras, cinco para doenças infecciosas, dois para oncologia, um para doença crônica e quatro para outras doenças.</p>



<p>A mudança significa que o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a incluir novos produtos para “diabetes, tuberculose, HIV, esclerose múltipla, fibrose cística, hemofilia, mieloma, além da vacina contra a dengue”.</p>



<p>A publicação afirma haver a estimativa de que os dois medicamentos contra o câncer devem beneficiar 8 mil pacientes nos próximos anos. E segundo Ministério da Saúde, é possível serem incorporados também novos tratamentos para pacientes com neuroblastoma.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja os nomes dos 22 medicamentos que foram incorporados ao longo do ano passado:</h4>



<p><strong>1 &#8211; Beta-agalsidase </strong>para o tratamento da doença de Fabry clássica.</p>



<p><strong>2 &#8211; Vacina tetravalente TAK-003</strong> para a prevenção de infecção causada pelo vírus da dengue e suas complicações.</p>



<p><strong>3 &#8211; Inibidor de C1 esterase</strong> derivado do plasma humano para tratamento de crises de angioedema hereditário tipos I e II, condicionado ao uso restrito hospitalar.</p>



<p><strong>4 &#8211; Acetato de icatibanto</strong> para o tratamento de crises de angioedema hereditários tipos I e II, condicionado ao uso restrito hospitalar.</p>



<p><strong>5 &#8211; Carfilzomibe</strong> no tratamento de pacientes com mieloma múltiplo recidivado ou refratário que receberam uma terapia prévia.</p>



<p><strong>6 &#8211; Cladribina oral</strong> para tratamento de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente altamente ativa, conforme protocolo do Ministério da Saúde.</p>



<p><strong>7 &#8211; Emicizumabe</strong> para tratamento profilático de pacientes com hemofilia A, moderada ou grave, e anticorpos inibidores do Fator VIII, sem restrição de faixa etária, conforme Protocolo do Ministério da Saúde.</p>



<p><strong>8 &#8211; Implante biodegradável de dexametasona</strong> para o tratamento do edema macular diabético em maiores de 18 anos, conforme Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.</p>



<p><strong>9 &#8211; Pretomanida </strong>para o tratamento da tuberculose resistente a medicamentos.</p>



<p><strong>10 &#8211; Trikafta</strong> para o tratamento de pacientes com fibrose cística com 6 anos ou mais com ao menos uma mutação f508del no gene regulador de condução transmembrana de fibrose cística.</p>



<p><strong>11 &#8211; Rituximabe</strong> para terapia de indução de remissão dos pacientes com diagnóstico recente em idade fértil e para os casos de recidiva de vasculites associadas aos anticorpos anti-citoplasma de neutrófilos (VAA), classificados como granulomatose com poliangeite (GPA) ou poliangeite microscópica (MPA), ativa e grave.</p>



<p><strong>12 &#8211; Rituximabe</strong> associado à quimioterapia com fludarabina e ciclofosfamida para o tratamento de primeira linha da leucemia linfocítica crônica.</p>



<p><strong>13 &#8211; Suspensão oral de hidróxido de alumínio</strong> na concentração de 60 mg/mL.</p>



<p><strong>14 &#8211; Raltegravir 100 mg</strong> granulado para profilaxia da transmissão vertical do HIV em crianças com alto risco de exposição ao HIV.</p>



<p><strong>15 &#8211; Dolutegravir 5 mg</strong> como tratamento complementar ou substitutivo em crianças de 2 meses a 6 anos com HIV.</p>



<p><strong>16 &#8211; Darunavir 800 mg</strong> para o tratamento de pessoas vivendo com HIV em falha virológica ao esquema de primeira linha e sem mutações que conferem resistência ao darunavir (V11I, V32I, L33F, I47V, I50V, I54L, I54M, T74P, L76V, I84V ou L89V).</p>



<p><strong>17 &#8211; Tafenoquina</strong> e teste quantitativo da atividade da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) para tratamento de pacientes com malária por Plasmodium vivax.</p>



<p><strong>18 &#8211; Alfagalsidase</strong> para o tratamento da doença de Fabry clássica em pacientes a partir dos 7 anos.</p>



<p><strong>19 &#8211; Carboximaltose férrica</strong> para o tratamento de pacientes adultos com anemia por deficiência de ferro e intolerância ou contraindicação aos sais orais de ferro.</p>



<p><strong>20 &#8211; Ferripolimaltose</strong> para o tratamento de pacientes com anemia por deficiência de ferro e intolerância ao sulfato ferroso.</p>



<p><strong>21 &#8211; Mesalazina sachê (2 g)</strong> para tratamento de retocolite ulcerativa leve a moderada em adultos.</p>



<p><strong>22 &#8211; Dapagliflozina</strong> para pacientes com diabete melito tipo 2 (DM2) com necessidade de segunda intensificação de tratamento e alto risco para desenvolver doença cardiovascular (DCV) ou com DCV já estabelecida e idade entre 40–64 anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O processo de cadastro dos medicamentos</h4>



<p>Segundo O Globo, o processo de cadastro dos novos medicamentos no SUS é feito pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), responsável por avaliar os critérios associados aos fármacos.</p>



<p>Para haver a inclusão, o medicamento precisa ser avaliado e aprovada pela Conitec. Também é preciso submeter a terapia a um crivo social, isto é, os remédios vão à consulta pública.</p>



<p>O Ministério da Saúde informou que, em 2023, foram feitas 33 consultas públicas, com mais de 14 mil contribuições e 32 chamadas públicas para inscrição de pacientes nas reuniões da Conitec.</p>



<p>O prazo de análise da comissão é até 180 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias. “O Ministério da Saúde esclarece que este é considerado um percurso célere e traz segurança ao processo de incorporação, atendendo às necessidades da população e possibilitando transparência com os recursos públicos”, afirma a pasta.</p>
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		<title>Ministério da Saúde incorpora vacina contra a dengue no SUS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-da-saude-incorpora-vacina-contra-a-dengue-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 08:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI)]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é que sejam entregues 5 milhões de doses em 2024 O Ministério da Saúde decidiu incorporar, nesta quinta-feira (21), a vacina contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal. Conhecida como [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-74d3fe9e2825aac2930e9e399828918a">Previsão é que sejam entregues 5 milhões de doses em 2024</h4>



<p>O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a> decidiu incorporar, nesta quinta-feira (21), a vacina contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal.</p>



<p>Conhecida como Qdenga, a vacina não será disponibilizada em larga escala em um primeiro momento, mas será focada em público e regiões prioritárias. A incorporação do imunizante foi analisada e aprovada pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec).</p>



<p>“O Ministério da Saúde avaliou a relação custo-benefício e a questão do acesso, já que em um país como o Brasil é preciso ter uma quantidade de vacinas adequada para o tamanho da nossa população. A partir do parecer favorável da Conitec, seremos o primeiro país a dar o acesso público a essa vacina, como um imunizante do SUS. E, até o início do ano, faremos a definição dos públicos alvo levando em consideração a limitação da empresa Takeda do número de vacinas disponíveis. Faremos priorizações”, explicou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.</p>



<p>A estratégia para utilização da quantitativo de vacinas será definida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) que também vão estipular o público alvo prioritário e regiões com maior incidência da doença para aplicação das doses. A definição dessas estratégias deve ocorrer nas primeiras semanas de janeiro.</p>



<p>Segundo o laboratório, a previsão é que sejam entregues 5,082 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. O esquema vacinal é composto por duas doses.</p>



<p>O imunizante Qdenga tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com indicação para prevenção de dengue causada por qualquer sorotipo do vírus para pessoas de 4 a 60 anos de idade, independentemente de exposição prévia.</p>



<p>Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, a vacina será importante para controlar a dengue no país. “A dengue é uma doença que impacta praticamente todo o território nacional e o controle do vetor vem sendo insuficiente para reduzir as taxas de infecção. Estamos fechando o ano com recorde de óbitos. A vacina, sem dúvida, junto com outras medidas, será um importante instrumento para controle dessa doença”, disse.</p>



<p>Segundo ele, a Organização Mundial da Saúde preconiza entre 6 e 16 anos de idade como a faixa etária ideal de introdução da vacina. Dentro dessa faixa etária, já há outros imunizantes que podem ser associados à aplicação da vacina da dengue e otimizar os atendimentos nos hospitais.</p>
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