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	<title>Comer mais caro SP &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Tarcísio quer alta de 300% no ICMS para bares e restaurantes de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento do ICMS]]></category>
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		<category><![CDATA[Trcisio e o ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes do setor alegam que comer fora de casa ficará mais caro e restaurantes temem o pior A&#160;Federação de&#160;Hotéis, Restaurantes e Bares&#160;do Estado de São Paulo (Fhoresp)&#160;afirmou, nesta segunda-feira, 9, que, caso o governo de&#160;Tarcísio de Freitas&#160;(Republicanos) não renove o regime especial de tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a taxação [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-675c2dd4787f178a27bea4e7dfac056b">Representantes do setor alegam que comer fora de casa ficará mais caro e restaurantes temem o pior</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Federação de&nbsp;<strong>Hotéis, Restaurantes e Bares</strong>&nbsp;do Estado de São Paulo (<a href="https://fhoresp.com.br/estado-de-sp-quer-aumentar-impostos-em-300-comer-fora-de-casa-ficara-mais-caro-e-restaurantes-temem-o-pior/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fhoresp</a>)&nbsp;afirmou, nesta segunda-feira, 9, que, caso o governo de&nbsp;<strong>Tarcísio de Freitas</strong>&nbsp;(Republicanos) não renove o regime especial de tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (<strong>ICMS</strong>), a taxação do setor aumentará em 300%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a Fhoresp corre contra o tempo para articular com o governo paulista a manutenção do regime especial de tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em vigência desde 1993. Há um risco de o segmento passar dos atuais 3,2% para 12% de taxação – ou seja, um aumento de 300%. Se considerados eventuais créditos apropriados, estudos preliminares da Federação mostram que a extinção do benefício resultaria em carga tributária efetiva de 9,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a federação, o setor que será impactado pelo aumento do ICMS representa, no estado de São Paulo, mais de 500 mil empresas ativas e um total de 1,4 milhão de empregos, entre formais e informais – 5,7% das ocupações totais da economia bandeirante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reflexo sobre a taxação será instantâneo e de efeito “catastrófico”, de acordo com o diretor-executivo, Edson Pinto, a começar pela redução de investimentos, pelo aumento da informalidade, pela queda na geração de postos de trabalho, além de inevitável aumento do preço-final (do consumidor) – logo, comer fora de casa ficará mais caro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A resposta de bares e de restaurantes ao cliente em decorrência da sobrecarga tributária será imediata, pois não temos mais gordura para tirar a diferença do caixa. Haverá um aumento, já em janeiro de 2025, de, pelo menos, 7% no custo da refeição em todo o estado. Contudo, como o segmento vem segurando reajustes ao consumidor, de mais ou menos 14% de inflação nos alimentos, nos últimos quatro anos, pode ser que o aumento seja ainda maior a partir da queda do benefício”, diz Pinto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O regime especial de tributação foi concedido ao setor em 1993, na gestão do então governador Luiz Antônio Fleury Filho, e teve sua renovação assegurada desde então, ano a ano. A validade do decreto que concede o benefício expira em 31/12/2024. Sem a continuidade do regime especial, São Paulo terá a maior taxação de ICMS do País no setor de Alimentação Fora de Casa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Governo do Estado quer acabar com uma ajuda que nos é concedida há 31 anos. Isso é um desaforo, além de um risco para o segmento que mais gerou empregos em São Paulo em 2023. Muitas empresas, além de repassarem o prejuízo para o cardápio, fazendo com que quem coma fora de casa pague mais por isso, podem passar a demitir e até baixar as portas”, lamenta Edson Pinto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tarcisio foge do assunto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado formalmente pela Fhoresp, via ofício, para tratar do tema, Tarcísio disse que não vai receber a entidade. Em paralelo, interlocutores do mandatário mandaram recado à federação, dando conta de que o aumento na arrecadação já está até mesmo prevista na Lei Orçamentária enviada, recentemente, à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-executivo da Fhoresp alerta que a omissão do governo resultará em “efeitos negativos sem precedentes à Economia”, ao passo em que considera “grave e radical” a falta de diálogo por parte do chefe do Executivo paulista face ao assunto. “O fato de o governador se recusar a receber e a dialogar com um setor do nosso tamanho, demonstra por parte dele radicalidade, bem como desconhecimento da nossa importância – algo preocupante e grave”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro segmento que também defende a manutenção do regime especial de ICMS em São Paulo é representado pela Federação Nacional de Refeições Coletivas (Fenerc) e pela Associação Brasileira de Refeições Coletivas (Aberc). O setor é responsável pelo fornecimento de alimentação em empresas, merenda escolar, postos de saúde, hospitais, presídios, órgãos públicos, entre outras atividades. Caso o benefício fiscal em vigor desde 1993, de fato, seja extinto no estado, contratos desta natureza deverão sofrer incremento, custando ainda mais a empresas e aos cofres públicos contratantes:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Fhoresp vai insistir até o fim deste ano na sensibilização do governo paulista para soluções que assegurem o acesso do cidadão à alimentação de qualidade com preços competitivos e, assim, evitar um desastre na Economia do setor”, reforça o diretor-executivo da entidade.</p>
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