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	<title>combate ao racismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>combate ao racismo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Campanha Nacional: movimento sindical avança em mesa por Igualdade de Oportunidades</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-movimento-sindical-avanca-em-mesa-por-igualdade-de-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abismo salarial por gênero e raça]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Igualdade de Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenrola Bancários: Comando Nacional também exigiu medidas para aliviar o endividamento entre os trabalhadores bancários. Segundo dados organizados pelo Dieese, as mulheres bancárias têm remuneração 18,4% inferior à dos homens bancários. Mas se a trabalhadora for negra, a remuneração média é 34,2% inferior à remuneração média do bancário branco do sexo masculino. Considerando o recorte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-3">Desenrola Bancários: Comando Nacional também exigiu medidas para aliviar o endividamento entre os trabalhadores bancários.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados organizados pelo Dieese, as mulheres bancárias têm remuneração 18,4% inferior à dos homens bancários. Mas se a trabalhadora for negra, a remuneração média é 34,2% inferior à remuneração média do bancário branco do sexo masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando o recorte racial, pessoas negras (homens e mulheres) têm no setor bancário remuneração média 18,2% inferior à remuneração média na categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados que refletem o abismo salarial por gênero e raça foram apresentados na manhã de quinta-feira (16/7), em São Paulo (SP), pelo movimento sindical à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), durante a terceira rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada da categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se não fortalecermos e ampliarmos as políticas de ações afirmativas, não vamos superar essas desigualdades&#8221;, reforçou a coordenadora do Comando Nacional, Juvandia Moreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A violência estrutural contra mulheres, negras e negros é baseada em várias etapas, começa com a ideia de que o papel dessas pessoas é subalterno, passando pela naturalização das desigualdades, das piadinhas, do silêncio diante de casos de machismo e racismo, até chegar à discriminação na contratação, no pagamento de salários e, por fim, à morte&#8221;, pontou. “Portanto, a luta desta mesa de negociações, por equidade de acesso, ascensão e remuneração para todos e todas no setor bancário é uma das várias frentes necessárias para o combate ao machismo e ao racismo estruturais”, completou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="571" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-1024x571.jpg" alt="" class="wp-image-69308" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-1024x571.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-300x167.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-150x84.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-768x428.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-600x335.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_-20x11.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fotos-contraf-_26_.jpg 1072w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Contraf</em></strong></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading">Juvandia registrou ainda que a desigualdade é maior nos cargos de comando dos bancos:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apesar de ocuparem 47,7% dos cargos de liderança, as mulheres têm remuneração média 26% inferior à remuneração dos homens que estão nas mesmas ocupações.</li>



<li>Considerando o recorte racial, pessoas negras (homens e mulheres) ocupam apenas 25,2% dos cargos de liderança, sendo que as mulheres negras compõem somente 9,7% dessas posições.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional reforçou ainda que, pelo ritmo registrado nos últimos anos, o setor levaria 40 anos para alcançar paridade salarial entre homens e mulheres. E, ainda, que as mulheres são as mais demitidas e as menos admitidas atualmente no setor bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Combate ao racismo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No 1º Censo da Diversidade, realizado em 2008, negros e negras compunham 19% do quadro de trabalhadores. O levantamento mais recente mostrou que agora o grupo responde por cerca de 33%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde a conquista da mesa de Igualdade, avançamos nos níveis de participação de negras e negros no setor, mas o percentual é ainda insuficiente”, destacou o secretário de Combate ao Racismo da Contraf, Almir Aguiar.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Para mudar este cenário, a categoria reivindica:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Que cada contratação de pessoas negras seja notificada pelos bancos à Contraf.</li>



<li>Protocolo nacional de combate ao racismo, para que os trabalhadores saibam como lidar com casos praticados por clientes.</li>



<li>Comissão de heteroidentificação: criação de comissões paritárias, capacitadas para validar a autodeclaração de candidatos negros e garantir a aplicação correta das políticas afirmativas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Avanços da mesa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a implementação do protocolo de combate ao racismo, a Fenaban:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Propôs que as denúncias de racismo praticadas por clientes sejam encaminhadas aos canais, já existentes nos bancos, de combate ao assédio. Esses canais também passarão a atender casos de LGBTfobia.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Sobre o combate ao assédio sexual:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Toparam incluir na Convenção Coletiva a definição dos comportamentos que caracterizam assédio sexual ou condutas inadequadas (importunação). Essa lista será explicativa e ajudará na formação do quadro de funcionários.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading">Escala 4&#215;3:</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o tema da redução da escala ter sido abordado em mesas anteriores, sobre essa questão a Fenaban trouxe como devolutiva que não há espaço nos bancos para avanços neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, propôs trazer uma especialista que assessora a implementação da 4&#215;3 em empresas brasileiras para aprofundar a disacussão na mesa de negociação com o Comando Nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Incentivo as mulheres nas finanças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenaban propôs a contratação de cursos em finanças e encarreiramento, para formação e fortalecimento das mulheres no setor bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desenrola Bancários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional apresentou dados do endividamento da categoria e reivindicou um “Desenrola Bancário”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Consulta Nacional que, neste ano, teve a participação de quase 55 mil respondentes, 71% da categoria afirmou que está com dívidas. Desse grupo, 53% disse que possui dívidas com cartão de crédito, 42% com crédito pessoal e 30% com cheque especial. E, o mais impactante: quase 30% disseram estar com dívidas em atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa reivindicação é para que os trabalhadores bancários sejam isentos do pagamento de quaisquer tarifas bancárias e que os bancos reduzam as taxas de juros e criem uma espécie de Desenrola Bancários”, reforçou Juvandia Moreira. “Destacamos ainda, que têm bancos que cobram dos seus funcionários taxas muito mais reduzidas que outros”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fenaban ficou de estudar a reivindicação e trazer uma resposta em uma próxima mesa de negociações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O papel da negociação permanente para avanços no setor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, reforçou que a melhora nos índices de acesso, ascensão e remuneração de mulheres, negros e negras, PCDs e LGBTQIA+ na categoria está diretamente ligada a capacidade do setor de reavaliar os planos de ações à luz da realidade política e social posta no momento histórico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">&#8220;Há cerca de 30 anos, quando esta mesa de Igualdade de Oportunidades foi criada, não enfrentávamos Incels e Redpills, homens que afirmam que as mulheres não deveriam nem votar. É o resurgimento de grupos retrógrados como esses que impactam a realidade em nosso setor&#8221;, pontuou. &#8220;É por isso que, diante dos novos desafios que vão surgindo, precisamos rediscutir as nossas ações para não reverter os avanços até aqui conquistados e avançar em novos direitos&#8221;, completou.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Não enfrente a pressão do banco sozinho. O Sindicato está com você. Sindicalize-se!</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>MPF abre consulta pública sobre participação do BB na escravidão</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mpf-abre-consulta-publica-sobre-participacao-do-bb-na-escravidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 07:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Federal (MPF)]]></category>
		<category><![CDATA[movimento de mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[pedido de perdão ao povo negro]]></category>
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					<description><![CDATA[Ideia é receber propostas de formas de reparação a serem adotadas O Ministério Público Federal (MPF) abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do Banco do Brasil (BB) na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Ideia é receber propostas de formas de reparação a serem adotadas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.mpf.mp.br/">Ministério Público Federal (MPF)</a> abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil (BB)</a> na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação a serem adotadas pela instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As propostas podem ser enviadas pelos próximos 60 dias pelo e-mail prrj-prdc@mpf.mp.br ou diretamente pelo protocolo do MPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF abriu inquérito em setembro deste ano para investigar o papel do banco estatal no tráfico de pessoas escravizadas durante o século XIX, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-recebe-estudo-que-mostra-apoio-do-banco-a-escravidao/">a pedido de um grupo de professores universitários</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, o banco publicou um comunicado com <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-pede-perdao-ao-povo-negro-por-papel-durante-escravidao/">pedido de perdão</a> ao povo negro pelo seu passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, informa o banco, em seu pedido de perdão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo comunicado, o banco anunciou uma série de ações afirmativas adotadas para valorizar servidores negros, financiar instituições do movimento de mulheres negras, fomentar a diversidade na mão de obra de seus fornecedores e apoiar eventos da cultura negra, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF considera o pedido de perdão do banco algo histórico por ter quebrado o silêncio de sua própria história. No entanto, segundo os procuradores da República que atuam no inquérito, nem o pedido de perdão nem as medidas anunciadas pelo banco são suficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF sugere, por exemplo, que o banco crie uma plataforma de pesquisas sobre o tema, financie iniciativas de histórias públicas e material didático de ampla divulgação, além de fazer um tratamento adequado de sua história oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os procuradores consideram positivo o fato de o banco ser presidido, pela primeira vez, por uma mulher negra, Tarciana Medeiros, mas destaca que a maioria do quadro de lideranças do banco ainda é formada por pessoas brancas. Por isso, segundo o MPF, é importante que o banco adote processos internos que lidem com essa situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPF considera ser importante haver uma discussão com a sociedade brasileira sobre um plano de reparação, por isso decidiu pela abertura da consulta pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF também deu um prazo de 20 dias para que o BB apresente respostas para questões ainda não respondidas no inquérito, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história. Os procuradores também marcaram, para o próximo dia 11, uma reunião com a direção executiva do banco, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de nota, o BB informou que já tinha confirmado sua participação na reunião com o MPF, no dia 11. &#8220;O BB já vem debatendo com entidades públicas e privadas e movimentos negros, em especial por intermédio do Ministério da Igualdade Racial, e implementando um amplo conjunto de medidas concretas pela igualdade racial, de gênero e em prol da diversidade. A relação completa das iniciativas da empresa pode ser encontrada em <a href="https://www.bb.com.br/site/sustentabilidade/como-bb-atua/diversidade/">página do BB</a>. Em sua carta aberta aos movimentos negros, o BB também reafirmou seu compromisso com o <a href="https://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/imprensa/n/67708/carta-aberta-do-bb-aos-movimentos-negros#/">combate ao racismo</a> e a prioridade que o assunto assume na organização&#8221;, diz a nota do banco.</p>
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