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	<title>Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-nacional-sem-aumento-real-nao-da-fenaban/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 01:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento Real]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional das Bancárias e dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[Fenaban não muda índice, que mantém perda de 1,50% na remuneração, e propõe perda real no vale alimentação; Negociação continua nesta quinta e trabalhadores mantêm exigência por aumento real, com base no INPC. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltou a mesa de negociações nesta quarta-feira (26/8) mantendo proposta rebaixada de reajustes à categoria, durante [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Fenaban não muda índice, que mantém perda de 1,50% na remuneração, e propõe perda real no vale alimentação; Negociação continua nesta quinta e trabalhadores mantêm exigência por aumento real, com base no INPC.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltou a mesa de negociações nesta quarta-feira (26/8) mantendo proposta rebaixada de reajustes à categoria, durante as mais de 9 horas de negociação. Comando Nacional não aceitou e mesa será retomada nesta quinta-feira (27), a partir das 10h.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://contrafcut.com.br/data/files/93/C2/38/C6/0B040A102C72710A820808A8/copia%20para%20Claudia%20GRAFICOS%20CONTRAF.png" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que exigimos é aumento real, com base no INPC, nos salários, nas demais verbas e maior distribuição da PLR. Isso é o básico!&#8221;, replicou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários, após as propostas reapresentadas pelos banqueiros, na 11º rodada de negações, realizada hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reapresentada, porque o mesmo modelo de reajuste já havia sido colocado na mesa pela Fenaban na última rodada: de 2,57% para os salários, demais remunerações e auxílios. Além disso, os banqueiros propuseram hoje:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PLR:</strong> Reajuste do teto da regra básica de 2,57%. Isso impactaria positivamente a PLR de 8% da categoria (beneficiando, portanto, somente cerca de 35 mil pessoas); A exigência do Comando Nacional é de mudanças em toda a regra básica da PLR: reajustes nos tetos, nas parcelas fixas e melhoria na PLR Adicional.</li>



<li><strong>Vale-alimentação:</strong> Reajuste conforme inflação para “alimentação em domicílio”, medida pelo IPCA, hoje em 2,57% e com estimativa de 2,99% para a data-base da categoria (1 de setembro). Esse ajuste significaria perda de 1,1% em relação ao INPC da data base.</li>



<li><strong>Vale-refeição:</strong> Reajuste conforme a inflação da “refeição fora do domicílio”, medida pelo IPCA, hoje em 4,5%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional rebateu a proposta. “Na negociação anterior eles haviam congelado a PLR. Nesta, propuseram reajustar apenas o teto da regra básica, o que continua prejudicando a maioria dos trabalhadores, com índice sem aumento real. Exigimos melhoras na parcela adicional, de modo que valorize a PLR de todos os bancários e bancárias”, reforçou Juvandia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando registrou ainda que, de um total de 10.126 reajustes já firmados em convenções coletivas neste ano, 87,1% das categorias obtiveram ganho real e o que o setor mais lucrativo do país está propondo aos seus trabalhadores é um reajuste que significa menos de 1% do lucro total que atingiu, em 2025, R$ 182 bilhões. “Considerando que, em 2026, o lucro dos bancos irá crescer ainda mais, a proposta não significará quase nada no bolso dos banqueiros&#8221;, analisou Juvandia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O salário da categoria perdeu poder de compra nos últimos 12 meses. O poder de compra do VA e VR, que teve uma perda enorme durante o governo Bolsonaro, até hoje não foi recomposto. O percentual de lucro distribuído com a PLR é reduzido a cada ano. Não podemos aceitar uma proposta sem aumento real para salários e todas as demais verbas, sem valorização da PLR, do VR e do VA”, destacou a também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro. “Nós estamos aqui defendendo o direito dos trabalhadores. Não vamos aceitar sair daqui com retirada de nenhum desses direitos”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se por um lado os banqueiros querem impor perda salarial aos bancários, por outro acabam de anunciar, na Febraban Tech, que os bancos devem investir R$ 50,4 bilhões em tecnologia até o final de 2026. Enquanto se recusam a melhorar a distribuição dos lucros aos trabalhadores, a valorizar o VR e VA, os bancos já aprovaram, para 2026, uma remuneração média anual de R$ 12,5 milhões para os altos executivos – reajuste de mais de R$ 1 milhão em relação a 2025.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Banqueiros podem pagar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados pelo Comando Nacional dos Bancários ao longo das oito mesas de negociação realizadas até o momento mostram, de forma inequívoca, que os banqueiros possuem todas as condições para atender às reivindicações da categoria.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entre 2003 e 2025, o lucro líquido dos maiores bancos brasileiros cresceu 178% acima da inflação;</li>



<li>Após a pandemia, entre 2020 e 2025, a variação real do lucro no setor bancário apresentou grande crescimento: 61% nos bancos privados, 10% nos bancos públicos; 1.580% nos bancos digitais;</li>



<li>Em 2025, o setor bancário lucrou R$ 182,4 bilhões (IFData);</li>



<li>Em 2025, os cinco maiores bancos tiveram lucro de R$ 124 bilhões;</li>



<li>A rentabilidade média dos bancos, desde 2003, fica invariavelmente muito acima da inflação. Mesmo após a pandemia, a rentabilidade média ficou três vezes acima do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo);</li>



<li>A taxa de juros reais, diferença entre a taxa de juros e a inflação, no Brasil, é uma das maiores do mundo. Portanto, análises que envolvam comparação de rentabilidade dos bancos com a taxa de juros Selic devem levar em conta a especificidade brasileira.</li>



<li>Mesmo com a Selic em patamar muito elevado (média de 14,33% em 2025), a ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) média dos bancos supera a taxa. Após a pandemia, ficou, em média, 2,3 vezes acima e, desde 2022, está 1,2 vezes acima;</li>



<li>O Patrimônio Líquido (PL) somado dos dois setores mais rentáveis que os bancos, em 2025, somou R$ 48 bilhões. O PL do setor bancário foi de cerca de R$ 1,2 trilhão, ou seja, 25 vezes maior.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Mesas específicas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mesas específicas por banco (como Banco do Brasil e Caixa) serão retomadas após as definições da mesa única com a Fenaban.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar na segunda-feira (24/8)</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalhadores-e-banqueiros-voltam-a-negociar-na-segunda-feira-24-8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 08:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional Unificada]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Nacional dos Bancos (Fenaban)]]></category>
		<category><![CDATA[Negociações]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última rodada, Fenaban não apresentou índice e ainda se recusou a continuar as negociações na tentativa de impedir paralisação nacional de 24h, que ocorreu na quinta (20/8). O Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários voltará a se reunir com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na segunda-feira (24), para prosseguir às negociações da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Na última rodada, Fenaban não apresentou índice e ainda se recusou a continuar as negociações na tentativa de impedir paralisação nacional de 24h, que ocorreu na quinta (20/8).</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários voltará a se reunir com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na segunda-feira (24), para prosseguir às negociações da Campanha Nacional Unificada da categoria por aumento acima da inflação e melhores condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última rodada, realizada na terça-feira (18/8), os representantes dos trabalhadores iniciaram o encontro apresentando os resultados de assembleias que haviam sido realizadas um dia antes em todo o país em que 97% dos trabalhadores recusaram as propostas da Fenaban de reajustes por faixas salariais e de congelamento do piso, e em que 90% aprovaram uma paralisação nacional de 24h, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sucesso-de-paralisacao-dos-bancarios-na-baixada-e-no-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sucesso-de-paralisacao-dos-bancarios-na-baixada-e-no-brasil/"><strong>realizada na quinta-feira (20)</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após saber o desfecho das assembleias, a Fenaban voltou atrás das propostas de reajustes por faixas e do congelamento do piso de ingresso, porém se recusou a prosseguir com as negociações naquele dia, caso o Comando Nacional não voltasse atrás sobre a paralisação aprovada pelas bases sindicais de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os trabalhadores se negaram e o dia nacional de paralisação ocorreu como o planejado:</strong> milhares de agências foram fechadas durante toda a quinta-feira, com repercussão em jornais de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa ação foi uma advertência à Fenaban, pela falta de respostas às reivindicações da categoria, debatidas desde o início de julho, na mesa de negociações”, explica Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Contraf. “O resultado das paralisações foi um sucesso: demos o recado de que exigimos respeito e reafirmamos a unidade nacional da categoria, fortalecendo ainda mais a nossa luta nesta campanha”, avalia a dirigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima rodada acontecerá na segunda-feira (24), pouco mais de uma semana antes da data base (1º de setembro), quando a atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) vence, exigindo que um novo acordo esteja assinado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Oito rodadas sem a apresentação de uma proposta de índice de reajuste nos salários, melhorias na PLR, vales refeição e alimentação, no piso e às demais reivindicações da categoria, para o combate do adoecimento mental, fim da gestão por metas abusivas e das desigualdades salariais e de oportunidades, que prejudicam a manutenção e ascensão de mulheres, negros e negras e pessoas com deficiência (PCD) nos bancos”, destaca Juvandia Moreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical exige também avanços nas mesas de negociações do Banco do Brasil e da Caixa, para a renovação dos acordos coletivos de trabalho (ACT) específicos de cada empresa. &#8220;Temos negociação agendada durante toda a semana, entre o Comando Nacional e a Fenaban, e entre as comissões de empresa dos trabalhadores do BB e da Caixa e os respectivos bancos públicos&#8221;, completa a dirigente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">De olho nos números</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>O patrimônio líquido do setor bancário atingiu, em 2025, o montante de R$ 1,2 trilhão;</li>



<li>Enquanto o setor bancário fechava 88 mil postos e trabalho e 9,5 mil agências, entre 2015 e 2025, os cinco maiores bancos aumentavam em 49% os contratos com correspondentes bancários, terceirizando seus serviços;</li>



<li>A remuneração média anual dos altos executivos dos três maiores bancos privados chegará a R$ 12,5 milhões em 2026, valor 120 vezes superior à remuneração anual de um escriturário (somando salário, 13º, férias, tíquetes e PLR);</li>



<li>Em 2025, foram realizadas 7,2 bilhões de transações em agências bancárias físicas, número que corresponde a uma média de aproximadamente 28,6 milhões de transações por dia útil;</li>



<li>O lucro dos bancos por empregado é de R$ 438 mil, comprovando a alta rentabilidade gerada pelos bancários;</li>



<li>Entre maio de 2025 e maio de 2026, 40% das bancárias e bancários usaram medicamentos controlados (antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes);</li>



<li>Corte nas despesas com pessoal: desde 2016, a folha de pagamento dos bancos caiu 7% (sem contar a PLR, a queda é de 11%);</li>



<li><strong>PLR: </strong>em 1995, os bancos privados distribuíam um percentual de PLR que chegava a alcançar 14% do lucro; em 2025, distribuíram em média apenas 5,9%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os bancos públicos, os percentuais mudam. A Caixa, por exemplo, atingiu o teto de 15% do lucro distribuído a título de PLR, e o Banco do Brasil se aproximou do índice, com distribuição de 11%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que estamos assistindo é uma reconfiguração dos bancos, para ampliarem ainda mais seus lucros às custas da terceirização e da precarização do atendimento aos clientes, com a economia da folha de pagamento e sobrecarga dos trabalhadores, mantidos em equipes pequenas e que continuam submetidas a metas cada vez mais exigentes&#8221;, explica Juvandia Moreira. “E, enquanto os bancos fecham agências físicas e postos de trabalho, abrem espaço para a concorrência, como os correspondentes bancários e instituições de pagamento (fintechs)”, pontua.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sucesso-de-paralisacao-dos-bancarios-na-baixada-e-no-brasil/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sucesso-de-paralisacao-dos-bancarios-na-baixada-e-no-brasil/">Sucesso de paralisação dos bancários na Baixada e no Brasil!</a></h4>
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