<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Comando e Fenaban assédio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/comando-e-fenaban-assedio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Nov 2025 12:58:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Comando e Fenaban assédio &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Conquista dos bancários na CCT, combate ao assédio no trabalho será tema de nova rodada de negociações</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conquista-dos-bancarios-na-cct-combate-ao-assedio-no-trabalho-sera-tema-de-nova-rodada-de-negociacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio negociação 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Comando e Fenaban assédio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa de assédio nov 25]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação sobre assédio 2025]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=65425</guid>

					<description><![CDATA[Sindicatos se reunirão com a Fenaban para discutir a implementação de cláusulas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência O combate explícito ao assédio moral no ambiente de trabalho foi uma das grandes conquistas das bancárias e bancários, na Campanha Nacional de 2024, e que gerou a renovação mais recente da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Sindicatos se reunirão com a Fenaban para discutir a implementação de cláusulas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate explícito ao assédio moral no ambiente de trabalho foi uma das grandes conquistas das bancárias e bancários, na Campanha Nacional de 2024, e que gerou a renovação mais recente da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.<br><br>Segundo os representantes dos bancários, o termo&nbsp;<strong>&#8220;assédio moral&#8221;&nbsp;</strong>nunca foi aceito pelos bancos, até a última campanha salarial, quando os trabalhadores conseguiram o acordo de transformar a mesa de negociação permanente &#8220;Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho&#8221;, que existia desde a CCT 2010/2011, em&nbsp;<strong>&#8220;Negociação nacional sobre assédio moral, sexual e outras forma de violência no trabalho bancário&#8221;</strong>.<br><br>As cláusulas conquistadas determinam que os bancos disponibilizem canais para denúncias e para o acolhimento humanizado, com garantia de proteção e sigilo às vítimas e aos denunciantes dos tipos de violência que possam ocorrer no ambiente de trabalho.<br><br>Os bancos também aceitaram o compromisso de estabelecer campanhas internas e externas de repúdio ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no ambiente laboral, além de disponibilizar aos empregados orientações sobre as atitudes que podem ser tomadas diante desses tipos de violência. E,&nbsp;<strong>conforme firmado na renovação da CCT, os bancos teriam até o dia 1º de setembro deste ano para colocar em vigor essas cláusulas</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br><strong>Nova rodada de negociações</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira (26), os sindicatos e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltarão a se reunir para uma nova rodada da Negociação nacional sobre assédio moral, sexual e outras forma de violência no trabalho bancário.<br><br>Na última mesa sobre o tema, realizada em fevereiro, a Fenaban apresentou um relatório revelando que as cláusulas ainda não haviam sido plenamente implementadas no setor.<br><br>Segundo a entidade que representa os bancos, até fevereiro, 100% das empresas tinham os canais de denúncia e acolhimento às vítimas de assédio, entretanto não foram criados canais separados, ou seja, um para denúncia e outro para acolhimento, conforme colocado na CCT. Além disso, até fevereiro, 82% dos bancos haviam produzido materiais para informar e orientar os trabalhadores, e 89% feito as declarações de repúdio contra esses tipos de violência.<br><br><strong>Nesta reunião hoje quarta-feira, segundo o movimento sindical, alguns pontos precisam cobrados para garantir a eficiência no cumprimento dessas cláusulas e o combate ao assédio. Dentre eles, a garantia de sigilo e segurança; e a separação dos dados de assédio moral e sexual em relação aos dados de ‘outras formas de violência</strong>.<br><br>Também para a efetividade de que cláusulas de combate à violência moral, sexual e outras formas funcione terão que debater a cobrança de metas. <strong>“A forma de administrar desumana com pressão por metas diariamente está adoecendo e configura assédio”, diz Elcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</strong><br>Esses apontamentos acabaram gerando reivindicações dos trabalhadores à Fenaban, feitos na reunião de fevereiro e que a categoria espera que os bancos tragam devolutivas na reunião desta quarta-feira (26). </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Além de tratar também como violência a pressão por resultados e metas; da separação dos dados sobre assédios moral e sexual dos dados de ‘outras formas de violência’; e garantia de sigilo e segurança aos funcionários vítimas e/ou que fazem denúncias; aguardamos devolutivas da Fenaban sobre o aprofundamento das campanhas de combate a toda a forma de violência no ambiente laboral e outros pontos importantes para a implementação efetiva dessas clausulas”</strong>, conclui Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Contraf.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
