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	<title>Código de Defesa do Consumidor (CDC) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Código de Defesa do Consumidor (CDC) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco é condenado por encerramento indevido de conta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 07:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[cartão vencido]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor (CDC)]]></category>
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					<description><![CDATA[A cliente teve que receber seu salário em cédulas, expondo-se a riscos A Justiça de São Paulo decidiu pela condenação de um banco ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil a uma cliente. A decisão foi proferida pela juíza de Direito Vivian Labruna Catapani, da 4ª vara Cível do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-26694b1e8fe19fe1e05c1c3f53432022">A cliente teve que receber seu salário em cédulas, expondo-se a riscos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça de São Paulo decidiu pela condenação de um banco ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil a uma cliente. A decisão foi proferida pela juíza de Direito Vivian Labruna Catapani, da 4ª vara Cível do Foro Regional de Itaquera, com base no entendimento de que o encerramento da conta da consumidora foi realizado de maneira inadequada, causando-lhe transtornos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolveu o encerramento de uma conta bancária devido a alegadas &#8220;movimentações atípicas&#8221;, sem que fosse fornecido um meio alternativo para a autora acessar seus fundos. A cliente teve que receber seu salário em cédulas, expondo-se a riscos e ficando impossibilitada de abrir uma nova conta no banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a financeira argumentou que o encerramento estava dentro das normas contratuais e motivado por desinteresse comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza decidiu que a relação entre as partes configura uma relação de consumo, aplicando-se as normas do CDC. Segundo a decisão, o banco falhou em fornecer um prazo adequado para que a cliente organizasse sua situação financeira após o encerramento da conta, o que caracteriza abuso de direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autora, de forma imediata, ficou sem acesso aos valores depositados em sua conta corrente, na medida em que, como narrou na inicial, estava com seu cartão vencido, sem que lhe tenha sido fornecido outro meio de movimentação dos recursos que não o seu direcionamento a agência da ré, situação que é passível de causar transtornos que excedem àqueles próprios do encerramento da conta bancária.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização foi fixada levando em consideração a intensidade e duração do sofrimento da cliente, bem como a capacidade econômica do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da indenização, o banco foi condenado ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, totalizando R$ 1 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=07001m3os0000&amp;processo.foro=7&amp;processo.numero=1034634-81.2023.8.26.0007" data-type="link" data-id="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=07001m3os0000&amp;processo.foro=7&amp;processo.numero=1034634-81.2023.8.26.0007">1034634-81.2023.8.26.0007</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/B763A1DD7B080A_sentenca-banco.pdf">Veja a íntegra da sentença</a></h4>
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		<item>
		<title>STJ: plano de saúde não pode recusar cliente por estar endividado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-plano-de-saude-nao-pode-recusar-cliente-por-estar-endividado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 08:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro de inadimplentes]]></category>
		<category><![CDATA[Código Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor (CDC)]]></category>
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		<category><![CDATA[função social]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[incapacidade financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[serviços de proteção de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça (STJ)]]></category>
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					<description><![CDATA[Assunto foi julgado e aprovado no final do ano passado pelo tribunal Os planos de saúde não podem negar a assinatura de contrato com cliente sob a justificativa de que o mesmo possui o nome negativado em serviços de proteção de crédito e cadastro de inadimplentes, por débito anterior ao pedido de contratação, decidiu o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-39bb3ac1ef6c4ba744af590ad472240e">Assunto foi julgado e aprovado no final do ano passado pelo tribunal</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os planos de saúde não podem negar a assinatura de contrato com cliente sob a justificativa de que o mesmo possui o nome negativado em serviços de proteção de crédito e cadastro de inadimplentes, por débito anterior ao pedido de contratação, decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema foi julgado no fim do ano passado pela Terceira Turma do STJ, que por maioria de votos obrigou a Unimed dos Vales de Taquari e Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, a firmar contrato com uma cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prevaleceu ao final o entendimento do ministro Moura Ribeiro, para quem negar o direito à contratação de serviços essenciais, como a prestação de assistência à saúde, por motivo de negativação de nome constitui afronta à dignidade da pessoa e é incompatível princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro frisou que o Código Civil prevê que a liberdade de contratação está limitada pela função social do contrato, algo maior do que a mera vontade das partes. Em seu voto, ele escreveu ainda que não se sabe o motivo pelo qual a cliente teve o nome negativado e que não é justa causa para a recusa de contratação “o simples temor, ou presunção indigesta, de futura e incerta inadimplência”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fato de o consumidor registrar negativação passada não significa que vá também deixar de pagar aquisições futuras”, afirmou Ribeiro. Ele acrescentou que “a contratação de serviços essenciais não mais pode ser vista pelo prisma individualista ou de utilidade do contratante, mas pelo sentido ou função social que tem na comunidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficou vencida no caso a relatora do tema, ministra Nancy Andrighi. Para ela, as regras que regem a contratação de planos de saúde não preveem “obrigação de a operadora contratar com quem apresenta restrição de crédito, a evidenciar possível incapacidade financeira para arcar com a contraprestação devida”.</p>
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