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	<title>cobranças abusivas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>cobranças abusivas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco indenizará funcionária chamada de &#8220;dublê de rico&#8221; por líder e colegas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-indenizara-funcionaria-chamada-de-duble-de-rico-por-lider-e-colegas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 07:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adoecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno ansioso-depressivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão reconheceu assédio moral e nexo concausal entre o adoecimento psíquico da funcionária e as condições de trabalho. Bancária chamada de &#8220;dublê de rico&#8221; e exposta em rankings vexatórios será indenizada em R$ 40 mil. A decisão é da 8ª turma do TRT-3, ao entender que o apelido pejorativo e as cobranças abusivas contribuíram para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e5de389cf7628ed4e58a64a8bc8da2f6">Decisão reconheceu assédio moral e nexo concausal entre o adoecimento psíquico da funcionária e as condições de trabalho.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Bancária chamada de &#8220;dublê de rico&#8221; e exposta em rankings vexatórios será indenizada em R$ 40 mil. A decisão é da 8ª turma do TRT-3, ao entender que o apelido pejorativo e as cobranças abusivas contribuíram para o adoecimento da trabalhadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contratada em 2021, a funcionária atuava como assistente de atendimento, cuidando de reclamações de clientes, inclusive no site Reclame Aqui. No processo, testemunhas relataram que ela foi apelidada de &#8220;dublê de rico&#8221; por usar tênis caros, levar lanches diferenciados e se deslocar de táxi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha declarou que &#8220;quem fez esse apelido foi tanto a supervisora, quanto uma das outras assistentes&#8221;, revelando que a prática partia também da liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do apelido, uma testemunha relatou que a funcionária era exposta em rankings de desempenho e submetida a metas excessivas. Segundo o depoimento, &#8220;todo mundo sabia das avaliações de todo mundo, pois era cobrado no meio da reunião&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco alegou que a cobrança de metas estava dentro do poder diretivo e que havia canal de denúncias disponível para relatar abusos, mas que a funcionária não o utilizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o relator, juiz convocado Marcelo Ribeiro, tenha defendido a manutenção do valor arbitrado em R$ 5 mil, prevaleceu o entendimento dos desembargadores Sércio da Silva Peçanha e José Marlon de Freitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles, &#8220;o uso de apelido pejorativo no ambiente de trabalho, a exposição vexatória em ranking de desempenho, cobranças perante colegas e tratamento desfavorável em comparação com colegas acentua a gravidade da lesão e impõe a elevação do valor indenizatório&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria também reconheceu o nexo concausal entre o transtorno ansioso-depressivo da empregada e o ambiente de trabalho. Embora a perícia médica tivesse afastado essa ligação, relatório médico juntado ao processo apontava o estresse vivenciado no banco como gatilho para a piora do quadro clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a indenização foi elevada para R$ 40 mil, sendo R$ 10 mil pelo assédio moral, em especial pelo apelido pejorativo, e R$ 30 mil pela doença ocupacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/" data-type="link" data-id="https://pje-consulta.trt3.jus.br/consultaprocessual/">0010040-35.2024.5.03.0020</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/775D1588803482_Documento_c8fcc0a.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/9/775D1588803482_Documento_c8fcc0a.pdf">Leia a decisão</a>.</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>TRT mantém justa causa de gerente que discriminava empregadas mulheres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trt-mantem-justa-causa-de-gerente-que-discriminava-empregadas-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 08:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abusos]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[cobranças abusivas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento machista]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[Perseguição]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão reverteu sentença anterior que havia anulado a demissão, destacando a importância de um ambiente de trabalho livre de abusos e desigualdades A 11ª câmara do TRT da 15ª região manteve a justa causa aplicada a um gerente da Raia Drogasil por discriminar funcionárias mulheres. Colegiado considerou válida a sindicância interna da empresa, comprovando que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-27757a745c001e2be03b01febd596a99">Decisão reverteu sentença anterior que havia anulado a demissão, destacando a importância de um ambiente de trabalho livre de abusos e desigualdades</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 11ª câmara do TRT da 15ª região manteve a justa causa aplicada a um gerente da Raia Drogasil por discriminar funcionárias mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colegiado considerou válida a sindicância interna da empresa, comprovando que a justa causa foi adequadamente demonstrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão reformou a sentença da vara do Trabalho de Garça/SP, que havia revertido a demissão e condenado a empresa ao pagamento de verbas rescisórias como se fosse uma dispensa sem justa causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda o caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A farmácia justificou a justa causa com base em denúncias recebidas através do &#8220;Canal Conversa Ética&#8221;. O gerente, conforme as denúncias, tratava homens e mulheres de maneira desigual, discriminando as mulheres, sendo grosseiro com os funcionários e ameaçando especialmente as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa abriu uma sindicância interna, que ouviu três testemunhas. Essas depoentes confirmaram que o gerente discriminava as mulheres, não lhes oferecia oportunidades e adotava uma postura grosseira e ameaçadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma testemunha relatou que o gerente &#8220;não sabia acolher, treinar ou desenvolver&#8221; e frequentemente repreendia mulheres que adoeciam, dizendo frases como: &#8220;Não vai pegar atestado, hein&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela afirmou ainda que o gerente preferia trabalhar com homens, pois &#8220;eles não pegam atestado nem faltam por causa dos filhos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra testemunha confirmou o comportamento machista, dizendo que o gerente não oferecia oportunidades para as mulheres, preferindo treinar apenas homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma terceira testemunha afirmou que o gerente era mais grosseiro com as mulheres e mais respeitoso com os homens. Um empregado, em seu depoimento, disse que viu funcionários saírem chorando da sala do gerente, principalmente as mulheres.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Decisão da câmara</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora, juíza de Direito convocada Laura Bittencourt Ferreira Rodrigues, destacou que, em casos de sindicância interna, as provas judiciais devem corroborar as apurações feitas pela empresa. Ela apontou que, ao contrário da decisão de 1ª instância, a prova testemunhal apresentada nos autos não afastou as conclusões da sindicância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa ouviu três testemunhas que confirmaram as denúncias contra o gerente, enquanto o reclamante apresentou duas testemunhas que trabalharam com ele em momentos distintos e, portanto, não puderam confirmar seu comportamento como gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão mencionou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, previsto na <a href="https://atos.cnj.jus.br/files/original144414202303206418713e177b3.pdf" data-type="link" data-id="https://atos.cnj.jus.br/files/original144414202303206418713e177b3.pdf">resolução 492/23</a> do CNJ, que orienta juízes a considerar que depoimentos sobre discriminação podem ser influenciados por estereótipos de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora ressaltou que julgar com perspectiva de gênero significa interpretar o direito de modo a combater desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sindicância interna comprovou as atitudes discriminatórias do gerente, e, em juízo, uma testemunha corroborou que o ambiente de trabalho sob sua gerência era marcado por cobranças abusivas e desigualdade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a relatora concluiu que os fatos que justificaram a justa causa foram comprovados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt15.jus.br/consultaprocessual/" data-type="link" data-id="https://pje.trt15.jus.br/consultaprocessual/">0010031-34.2023.5.15.0098</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/10/E8A9D6326F6934_TRT15mantemjustacausadegerente.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/10/E8A9D6326F6934_TRT15mantemjustacausadegerente.pdf">Leia a decisão</a></h4>
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