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	<title>Cobrança Abusiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cobrança Abusiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>DENÚNCIA: Pressão e cobrança abusiva de R$ 190 marcam convocação para festa do Santander na Baixada Santista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/denuncia-pressao-e-cobranca-abusiva-de-r-190-marcam-convocacao-para-festa-do-santander-na-baixada-santista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada Santista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[Coação]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança Abusiva]]></category>
		<category><![CDATA[Constrangimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[festa corporativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Em clara prática abusiva e ilegal, o banco obriga bancários da região a comparecerem a uma festa corporativa e cobra R$ 190,00 pelo ingresso, violando a CLT e configurando assédio moral. Bancários e bancárias do Santander na região da Baixada Santista vêm denunciando uma prática que viola frontalmente a legislação trabalhista brasileira: a coerção por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Em clara prática abusiva e ilegal, o banco obriga bancários da região a comparecerem a uma festa corporativa e cobra R$ 190,00 pelo ingresso, violando a CLT e configurando assédio moral.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bancários e bancárias do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> na região da Baixada Santista vêm denunciando uma prática que viola frontalmente a legislação trabalhista brasileira:</strong> a coerção por parte de superintendências regionais para o comparecimento a uma confraternização corporativa agendada para o mês de setembro, em um restaurante de São Vicente, acompanhada da exigência do pagamento individual de R$ 190,00 pelo convite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com relatos de funcionários, a participação no evento deixou de ser um convite social para se tornar uma imposição velada, gerando um clima de constrangimento e apreensão nas agências da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para o dirigente sindical Fabiano Couto, funcionário do Santander e Secretário de Imprensa do Sindicato, a atitude da gestão ultrapassa todos os limites do respeito ao trabalhador:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É inacreditável que o Santander, um banco que lucra bilhões no país, permita que seus superintendentes obriguem os trabalhadores a pagar R$ 190 por uma festa da própria empresa. Confraternização não se impõe, e muito menos se cobra. Se o banco quer promover integração, que arque com os custos e respeite o tempo livre do bancário. Forçar a participação sob pressão velada é assédio moral e não vamos aceitar que os funcionários da Baixada Santista sejam penalizados no bolso ou coagidos a cumprir agenda corporativa fora do seu expediente.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que diz a Lei Trabalhista (CLT)</h4>



<h5 class="wp-block-heading">A prática descrita contraria pilares fundamentais do Direito do Trabalho no Brasil:</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transferência Abusiva de Custos (Art. 2º da CLT):</strong> O risco do negócio e os custos decorrentes de eventos de integração ou cultura organizacional cabem exclusivamente ao empregador. O banco não pode transferir para o bolso do trabalhador a conta de uma festa corporativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coação e Tempo à Disposição (Art. 4º da CLT):</strong> Eventos fora da jornada normal de trabalho são rigorosamente opcionais. A tentativa de impor presença transforma o período em tempo à disposição da empresa, o que exigiria o pagamento de horas extras, e não a cobrança de ingressos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prática de Assédio Moral: </strong>A intimidação, velada ou explícita — sob ameaça de impacto na avaliação de desempenho, clima punitivo ou retaliação profissional —, caracteriza assédio moral organizacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Orientação aos Trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O <a href="https://santosbancarios.com.br/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/">Sindicato dos Bancários de Santos e Região</a> orienta que nenhum funcionário é obrigado a aderir ao pagamento ou a comparecer ao evento. Diante de qualquer tipo de constrangimento ou retaliação por parte da chefia imediata ou de superintendentes, as orientações são:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guarde as Provas:</strong> Registre mensagens, e-mails, convocatórias corporativas ou áudios que comprovem a cobrança do valor de R$ 190,00 e a pressão para o comparecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Denuncie ao Sindicato:</strong> Formalize a <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/"><strong>denúncia</strong></a> junto ao Sindicato dos Bancários de Santos e Região. <strong>O sigilo da fonte é garantido.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia Também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-demite-durante-a-campanha-nacional-mesmo-apos-pedido-do-comando/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-demite-durante-a-campanha-nacional-mesmo-apos-pedido-do-comando/">Santander demite durante a Campanha Nacional, mesmo após pedido do Comando</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prazo para cobrar de convênio reembolso de despesas médicas é de 10 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/prazo-para-cobrar-de-convenio-reembolso-de-despesas-medicas-e-de-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança Abusiva]]></category>
		<category><![CDATA[Despesas Médicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal considerou recusa ao pagamento de remédio abusiva, e consumidora pediu o reembolso dos valores O prazo prescricional aplicável para o exercício da pretensão de reembolso de despesas médico-hospitalares alegadamente cobertas pelo contrato de plano de saúde (ou de seguro saúde), mas que não foram pagas pela operadora, é de dez anos.   Esse foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tribunal considerou recusa ao pagamento de remédio abusiva, e consumidora pediu o reembolso dos valores</p>
<p>O prazo prescricional aplicável para o exercício da pretensão de reembolso de despesas médico-hospitalares alegadamente cobertas pelo contrato de plano de saúde (ou de seguro saúde), mas que não foram pagas pela operadora, é de dez anos.</p>
<p> </p>
<p>Esse foi o entendimento alcançado pela 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça, em caso julgado em 11 de março que teve acórdão publicado nesta quarta-feira (3/6). A decisão uniformiza a jurisprudência — até então não consolidada — sobre o tema.</p>
<p> </p>
<p>Ao decidir, os ministros se apoiaram em dois precedentes — da 2ª Seção (EREsp 1.280.825/RJ) e Corte Especial (EREsp 1.281.594/SP) — segundo os quais, para as pretensões que tenham como fundamento a responsabilidade contratual, incide o prazo decenal do artigo 205 do Código Civil, pois não há lei que fixe prazo menor.</p>
<p> </p>
<p>O acórdão faz uma diferenciação com o Tema 610 decidido pelo colegiado em recurso repetitivo (Recursos Especiais 1.361.182/RS e 1.360.969/RS), segundo o qual o direito de reclamar de pagamento indevido a plano de saúde por cláusula de reajuste considerada abusiva prescreve em três anos, segundo o Código Civil de 2002 — ou em 20 anos, se incidir o Código Civil de 1916.</p>
<p> </p>
<p>Ou seja, todas as pretensões com fundamento em contratos de plano de saúde ou de seguro saúde deverão observar o prazo prescricional de dez anos, exceto aquelas que pleiteiam a devolução de valores pagos em razão da declaração de nulidade de cláusula contratual (tema 610).</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Revisão da tese</strong></span></p>
<p>A definição da 2ª Seção se insere em contexto amplo, que admite a revisão da Tema 610 pelo colegiado. A chance de reanalisar o caso está em tramitação na Questão de Ordem na Petição 12.602/DF, suscitado pela ministra Nancy Andrighi justamente por identificar divergência jurisprudencial no âmbito do STJ.</p>
<p> </p>
<p>Em 2019, a Corte Especial julgou caso para dirimir diferença de entendimento entre a 1ª e 2ª Seções e entendeu que o prazo prescricional da pretensão de repetição de indébito relativa às hipóteses de responsabilidade contratual deve ser aquele previsto no artigo 205 do Código Civil de 2002 — o de dez anos, portanto.</p>
<p> </p>
<p>É esse o precedente amplo que desafia o que foi fixado no Tema 610 pela 2ª Seção. Segunda ministra Nancy Andrighi, não é possível descartar ainda a necessidade de revisão ou, ao menos, rediscussão do tema.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Caso concreto</strong></span></p>
<p>No caso julgado pela 2ª Seção, uma beneficiária de plano de saúde ingressou com ação depois de a operadora se negar a pagar por remédio para uso off label — fora do previsto na bula. Ela mesma fez o pagamento e esperava o reembolso, uma vez que a recusa foi definida pelo tribunal de segundo grau como indevida.</p>
<p> </p>
<p>No recurso especial, a operadora apontou que o prazo prescricional obedeceria ao artigo 206 do Código Civil, sendo anual, e não decenal, como havia entendido o Tribunal de Justiça de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/dl/prazo-cobrar-reembolso-despesas.pdf" target="_blank">Clique aqui para ler o acórdão</a></p>
<p><strong>REsp 1.756.283</strong></p>
<p>Fonte: Consultor Jurídico &#8211; 03/06/2020<br />Escrito por: Danilo Vital</p>
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