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	<title>CNDL &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Desemprego prejudica mais as mulheres, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[CNDL]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade de Gênero]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho Informal]]></category>
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					<description><![CDATA[Além de serem maioria entre desempregados, elas demoram mais para conseguir uma recolocação no mercado de trabalho. # Em caso de demissão procure o sindicato imediatamente antes de homologar     As mulheres são as mais prejudicadas com a crise de desemprego instaurada no país. É o que aponta o estudo “O desemprego e a busca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Além de serem maioria entre desempregados, elas demoram mais para conseguir uma recolocação no mercado de trabalho.<br />
</p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/em-caso-de-demissao-procure-o-sindicato-imediatamente-antes-de-homologar-" target="_blank"># Em caso de demissão procure o sindicato imediatamente antes de homologar  </a></p>
<p> </p>
<p>As mulheres são as mais prejudicadas com a crise de desemprego instaurada no país. É o que aponta o estudo “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada nesta terça-feira 20.</p>
<p> </p>
<p>A pesquisa traça um perfil dos trabalhadores que estão desempregados e à procura de um emprego. Segundo o resultado, a maioria (59%) é do sexo feminino. Além disso, os dados mostram que os desempregados no Brasil tem, em média, 34 anos; pertencem majoritariamente (95%) às classes C/D/E; têm até o Ensino Médio completo (54%) e têm filhos (58%), sendo a maioria abaixo de 18 anos.</p>
<p> </p>
<p>Além de serem maioria entre os trabalhadores desempregados, as mulheres também têm mais dificuldade de reinserção no mercado. A pesquisa revela que mulheres passam, em média, 15,25 meses à procura de emprego. Em relação aos homens, esta média reduz para 12,43 meses.</p>
<p> </p>
<p>Esta situação tem, além dos efeitos econômicos, implicações na percepção de homens e mulheres sobre o mercado de trabalho. Dentre os entrevistados, 58,1% dos homens se dizem confiantes de conseguir um emprego nos próximos 3 meses. Para mulheres o percentual de confiança cai para 49,7% das entrevistadas.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Precarização</strong></span></p>
<p>Em relação ao desemprego, as mulheres são maioria e demoram mais a retomar suas atividades. A disparidade de gêneros se agrava ainda mais se for considerado, também, o modo de inserção delas no mercado de trabalho.</p>
<p> </p>
<p>Questionados sobre a forma de contrato de seu último emprego, 46,4% dos entrevistados do sexo masculino afirmaram que eram contratados por empresa via CLT/carteira assinada. Somente 34,9% das mulheres responderam desta forma.</p>
<p> </p>
<p>Se em relação ao registro em carteira os homens aparecem mais, a situação se inverte no mercado informal. Neste caso, 15,6% das mulheres responderam que esta era a situação de seu último emprego, frente a 12,9% de homens.</p>
<p> </p>
<p><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui</a> (pelo celular) e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></p>
<p> </p>
<p><a href="http://santosbancarios.com.br/pesquisas" target="_blank"># Preencha a pesquisa Bancári@s da Baixada Santista (leva no máximo 3 minutos)</a></p>
<p> </p>
<p>Fonte: SEEB SP<br />Escrito por: Danilo Motta</p>
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