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	<title>Cheques &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cheques &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mesmo sob queda, mais de 200 milhões de cheques foram compensados em 2022 no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 13:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cheques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Pix sobre cheques]]></category>
		<category><![CDATA[Queda dos cheques]]></category>
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					<description><![CDATA[Volume financeiro ficou praticamente estável em R$ 666,8 bilhões e valor médio por cheque aumentou para R$ 3,2 mil; entenda o porquê O uso do cheque pelos brasileiros para suas transações financeiras continua em queda, mas ainda assim foram compensados 202,8 milhões de documentos em 2022, segundo dados do Compe – Serviço de Compensação de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Volume financeiro ficou praticamente estável em R$ 666,8 bilhões e valor médio por cheque aumentou para R$ 3,2 mil; entenda o porquê</h4>



<p></p>



<p>O uso do cheque pelos brasileiros para suas transações financeiras continua em queda, mas ainda assim foram compensados 202,8 milhões de documentos em 2022, segundo dados do Compe – Serviço de Compensação de Cheques.</p>



<p>O número representa uma queda de 7,3% em relação a 2021 e de 94% na comparação com 1995 (início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques).</p>



<p>O avanço dos meios de pagamento digitais, como a internet e o mobile banking, e a criação do Pix, em 2020, são os principais fatores que explicam a significativa redução observada ao longo dos últimos anos, segundo a Febraban (federação de bancos).</p>



<p>Walter Faria, diretor-adjunto de serviços da Febraban, diz que atualmente 7 em cada 10 transações bancárias são feitas pelos canais digitais (internet e mobile banking) no Brasil. “Soma-se a isso o Pix, que em 2 anos se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros”.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Bancos sobem juros para patamares recordes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-sobem-juros-para-patamares-recordes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Cheques]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa de fevereiro no cheque especial iguala a mais alta já medida pelo Banco Central e, no cartão de crédito, nunca esteve tão alta A taxa do cheque especial chegou a 293,9 % ao ano, alta de 1,6 ponto percentual a rela&#231;&#227;o a janeiro, informou na ter&#231;a 29, o Banco Central (BC). A modalidade voltou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Taxa de fevereiro no cheque especial iguala a mais alta já medida pelo Banco Central e, no cartão de crédito, nunca esteve tão alta</p>
<p><span style="line-height:1.6em">A taxa do cheque especial chegou a 293,9 % ao ano, alta de 1,6 ponto percentual a rela&ccedil;&atilde;o a janeiro, informou na ter&ccedil;a 29, o Banco Central (BC). A modalidade voltou ao patamar recorde do in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em julho de 1994 (293,9%).</span></p>
<p>A taxa do rotativo do cart&atilde;o de cr&eacute;dito tamb&eacute;m subiu. Em fevereiro, chegou a 447,5% ao ano, alta de 8 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o a janeiro, atingindo o patamar mais elevado da s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em 2011.</p>
<p>O rotativo do cart&atilde;o de cr&eacute;dito, tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura, &eacute; a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC.&nbsp;</p>
<p>A taxa m&eacute;dia das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cart&atilde;o de cr&eacute;dito e dos saques parcelados, subiu 1,1 ponto percentual para 145,6% ao ano.</p>
<p>A taxa do cr&eacute;dito consignado (com desconto em folha de pagamento) subiu 0,2 ponto percentual para 29,5% ao ano. A taxa do cr&eacute;dito pessoal (sem opera&ccedil;&otilde;es consignadas) aumentou 4,3 pontos percentuais para 122,8% ao ano.</p>
<p>
<strong>Fam&iacute;lias</strong></p>
<p>A taxa m&eacute;dia de juros cobrada das fam&iacute;lias subiu 1,6 pontos percentuais para 68% ao ano. A inadimpl&ecirc;ncia do cr&eacute;dito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas f&iacute;sicas, ficou est&aacute;vel em fevereiro &#8211; comparada a janeiro &#8211; em 6,2%.</p>
<p>No caso das empresas, a taxa de inadimpl&ecirc;ncia tamb&eacute;m n&atilde;o foi alterada, permanecendo em 4,7% em fevereiro. A taxa m&eacute;dia de juros cobrada das pessoas jur&iacute;dicas subiu 0,2 ponto percentual para 31,9% ao ano.</p>
<p>Esses dados s&atilde;o do cr&eacute;dito livre em que os bancos t&ecirc;m autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.</p>
<p>No caso do cr&eacute;dito direcionado (empr&eacute;stimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas f&iacute;sicas recuou 0,2 ponto percentual para 9,7% ao ano. A taxa cobrada das empresas caiu 0,5 ponto percentual para 11,8% ao ano. A inadimpl&ecirc;ncia das fam&iacute;lias ficou em 2,2%, alta de 0,1 ponto percentual, e das empresas subiu 0,1 ponto percentual para 1%.</p>
<p>O saldo de todas as opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito concedido pelos bancos voltou a cair em fevereiro, quando chegou a R$ 3,184 trilh&otilde;es, com redu&ccedil;&atilde;o de 0,5%, em rela&ccedil;&atilde;o a janeiro. Esse valor correspondeu a 53,6% de tudo o que o pa&iacute;s produz &ndash; Produto Interno Bruto (PIB), com uma redu&ccedil;&atilde;o de 0,4 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o a janeiro.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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