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	<title>CGPAR revogada &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Vitória: pressão dos sindicatos leva governo Lula a revogar CGPAR 42</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 12:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[CGPAR 42]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo texto (CGPAR 52) atende grande parte das reivindicações dos trabalhadores de estatais. No entanto, a batalha continua por mais avanços Os empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal conquiataram uma vitória histórica anunciada nesta sexta-feira (26): após intensa pressão e campanhas dos sindicatos, da Fenae (Federação Nacional dos Empregados da Caixa) e demais entidades [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d2871afd1c7c56537eba71b140fa5dd5">Novo texto (CGPAR 52) atende grande parte das reivindicações dos trabalhadores de estatais. No entanto, a batalha continua por mais avanços</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal conquiataram uma vitória histórica anunciada nesta sexta-feira (26): após intensa pressão e campanhas dos sindicatos, da Fenae (Federação Nacional dos Empregados da Caixa) e demais entidades representativas dos trabalhadores das estatais. O&nbsp;governo Lula revogou a CGPAR 42 (resolução 42 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do movimento sindical, o novo texto atende, em grande parte, às demandas dos trabalhadores. Mas há ainda questões que também precisam avançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parte da medida mais relevante é a que retira o limite de 50% imposto às empresas no custeio dos planos de saúde dos empregados.&nbsp; Agora, com a publicação da resolução substituta, a CGPAR 52, a participação da empresa estatal federal no custeio de planos de saúde poderá ser de 70% da despesa total.&nbsp;A principal reivindicação dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro avanço importante é a livre negociação entre os sindicatos e as estatais para determinar benefícios e direitos nos acordos coletivos, reconhecendo a autonomia gerencial das empresas estatais, observando a exposição de possíveis riscos das empresas.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outras demandas </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos alertam, porém, para outras batalhas importantes que precisam ainda serem enfrentadas como a retirada do teto de 6,5% da folha de pagamentos que impõe o estatuto da Caixa como limitação do custeio do Saúde Caixa e a norma CPC 33.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPC 33 estabelece que &#8220;instituições financeiras devem constituir uma provisão atuarial dos chamados “benefícios pós-emprego”, como planos de saúde e previdência complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também continuam em vigor algumas restrições que impedem que sejam incorporadas a acordos futuros a concessão de licença prêmio e abono assiduidade, gozo de férias superior a 30 dias e a incorporação de gratificações de cargos em comissão e funções gratificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sindicatos criticam também o fato de ter sido introduzida uma nova vedação de que sejam concedidos adicionais por tempo de serviço aos trabalhadores das empresas e que esses direitos poderão ser mantidos apenas para as empresas que já tinham acordos coletivos em que eles fossem previstos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer forma foi uma vitória e um avanço porque o governo aceitou debater com os empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Importância da mobilização </h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão dos trabalhadores se intensificou desde novembro do ano passado, quando as entidades foram a Brasília para cobrar a revogação da medida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a reunião não foi satisfatória diante da inflexibilidade inicial do governo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical e entidades representativas de diversas estatais realizaram uma manifestação em frente ao Ministério, com o apoio de deputados federais do PSOL, PT e PC do B.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graças a esta pressão dos sindicatos, começou a haver avanços nas negociações e uma comissão foi formada por representantes dos trabalhadores e da coordenação de estatais para debaterem e formularem uma nova proposta de normativo. Agora, a luta dos trabalhadores de estatais vai continuar.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Clique no Link abaixo e confira a Resolução da nova CGPAR </h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cgpar-n-52-de-17-de-abril-de-2024-556240908">https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cgpar-n-52-de-17-de-abril-de-2024-556240908</a></p>
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