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	<title>Centrais Sindicais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Centrais Sindicais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Veja quais são as propostas da nova Pauta da Classe Trabalhadora</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/veja-quais-sao-as-propostas-da-nova-pauta-da-classe-trabalhadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[CONCLAT 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento é de incidência sobre um ciclo em curso, para disputar os rumos do governo. Suas reivindicações indicam como aprofundar a reconstrução e viabilizar um novo projeto nacional de desenvolvimento. As centrais sindicais promovem na manhã desta quarta-feira (15/4), em Brasília, mais uma Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, a Conclat 2026 – que tem como [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fb1c30680a943b1519f3961943e1d2f2">Documento é de incidência sobre um ciclo em curso, para disputar os rumos do governo. Suas reivindicações indicam como aprofundar a reconstrução e viabilizar um novo projeto nacional de desenvolvimento.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As centrais sindicais promovem na manhã desta quarta-feira (15/4), em Brasília, mais uma Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, a Conclat 2026 – que tem como lema “Empregos, Direitos, Democracia, Soberania e Vida Digna”. No encontro, o sindicalismo vai apresentar à sociedade a nova Pauta da Classe Trabalhadora, reafirmando, como nas edições de 2010 e 2022, a busca de unificação programática em anos eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 24 páginas, o texto aponta dois pontos de partida a construção de uma plataforma de lutas para os trabalhadores brasileiros: o cenário de transformações aceleradas no mundo do trabalho e a necessidade de “consolidação dos avanços do governo Lula”. Se em 2022, sob o governo Jair Bolsonaro, o movimento sindical foi para a disputa presidencial com um discurso de resistência e reconstrução, a Pauta atual reconhece a mudança na correlação de forças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As centrais enumeram 15 avanços concretos conquistados nos últimos anos, como a valorização do salário mínimo, o crescimento do emprego formal e a isenção no Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Em 2022, havia uma plataforma de enfrentamento, que foi vitoriosa – Lula se elegeu com o apoio decisivo do movimento sindical. Agora, o documento é de incidência sobre um ciclo em curso, para disputar os rumos do governo. Suas reivindicações indicam como aprofundar a reconstrução e viabilizar um novo projeto nacional de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Pauta da Classe Trabalhadora é dividida em duas partes. A primeira destaca as prioridades imediatas, em plena pré-campanha eleitoral de 2026. É o caso das lutas pela redução da jornada de trabalho para 40 horas, com o fim da escala 6×1; pelo fortalecimento e a autorregulação dos sindicatos; pela regulamentação do trabalho mediado por plataformas digitais; e pelo combate à pejotização. São temas que já estão na ordem do dia, seja no Congresso Nacional, seja no Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda parte da Pauta é de propostas para o quadriênio 2027-2030 – um programa de disputa estratégica do futuro que as centrais sindicais vislumbram para o próximo mandato presidencial. Nessa parte, existem quatro eixos temáticos, que realçam as diretrizes programáticas do sindicalismo: desenvolvimento com trabalho decente, soberania e justiça social; trabalho, renda e direitos; direitos fundamentais; igualdade, diversidade e direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinam o documento os presidentes de oito centrais (CTB, CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CSB e Pública Central do Servidor), além da secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja quais são as 68 propostas que serão consagradas na Conclat 2026 e integradas à Pauta da Classe Trabalhadora 2026-2030:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução da jornada de trabalho para 40 horas e fim da escala 6×1.</li>



<li>Geração de emprego decente com base no desenvolvimento produtivo.</li>



<li>Valorização do salário mínimo com meta de 60% do salário médio.</li>



<li>Fortalecimento e autorregulação dos sindicatos.</li>



<li>Revogação e revisão de marcos regressivos trabalhistas e previdenciários.</li>



<li>Fortalecimento das negociações e dos acordos coletivos.</li>



<li>Regulamentação do trabalho em plataformas digitais.</li>



<li>Combate à pejotização e às fraudes trabalhistas.</li>



<li>Campanhas contra o feminicídio.</li>



<li>Regulamentação da negociação coletiva no setor público.</li>



<li>Redução da taxa básica de juros e mudança na política monetária.</li>



<li>Aprimoramento do projeto nacional de desenvolvimento.</li>



<li>Democratização da formulação das políticas econômicas.</li>



<li>Investimentos em inovação e infraestrutura.</li>



<li>Proteção do trabalhador frente a importações e acordos comerciais.</li>



<li>Incentivo a micro, pequenas e médias empresas.</li>



<li>Implementação da transição justa e trabalho decente na agenda climática.</li>



<li>Ampliação de investimentos em ciência, tecnologia e inovação.</li>



<li>Fortalecimento da agricultura familiar e agroecologia.</li>



<li>Criação de um Sistema Nacional de Proteção Social.</li>



<li>Apoio público a projetos de transição justa.</li>



<li>Avanço na reforma tributária progressiva.</li>



<li>Fortalecimento da cooperação Sul-Sul.</li>



<li>Integração com países da América Latina.</li>



<li>Aprimoramento da capacidade do Estado.</li>



<li>Uso estratégico dos recursos naturais para desenvolvimento.</li>



<li>Fortalecimento da soberania econômica.</li>



<li>Reforma estrutural do sistema financeiro nacional.</li>



<li>Fortalecimento do sistema público de emprego, trabalho e renda.</li>



<li>Redução do custo do crédito e do endividamento das famílias.</li>



<li>Promoção da saúde e segurança no trabalho.</li>



<li>Revisão da terceirização irrestrita.</li>



<li>Ratificação da Convenção 158 da OIT (sobre demissões).</li>



<li>Combate à rotatividade no trabalho.</li>



<li>Regulamentação do trabalho doméstico (Convenção 189 da OIT).</li>



<li>Implementação da Política Nacional de Cuidados.</li>



<li>Implementação da igualdade salarial entre homens e mulheres.</li>



<li>Ampliação da proteção à maternidade (Convenção 183 da OIT).</li>



<li>Inclusão produtiva de grupos vulneráveis.</li>



<li>Inserção qualificada da juventude no mercado de trabalho.</li>



<li>Fortalecimento da economia solidária.</li>



<li>Avanço na reforma agrária e em políticas da agricultura familiar.</li>



<li>Garantia de direitos aos trabalhadores rurais (Convenção 101 da OIT).</li>



<li>Geração de empregos verdes de qualidade.</li>



<li>Sistema nacional de formação profissional continuada.</li>



<li>Atualização das políticas de emprego frente às transformações.</li>



<li>Isenção de Imposto de Renda sobre PLR.</li>



<li>Proteção do emprego diante de mudanças tecnológicas.</li>



<li>Proteção emergencial de renda em eventos climáticos.</li>



<li>Homologação de rescisões com assistência sindical.</li>



<li>Fortalecimento da participação social e diálogo tripartite.</li>



<li>Proteção integral aos desempregados.</li>



<li>Fortalecimento da inspeção do trabalho.</li>



<li>Combate a fraudes com PJ e MEI.</li>



<li>Combate ao trabalho infantil e análogo à escravidão.</li>



<li>Fortalecimento do FAT e do FGTS.</li>



<li>Fortalecimento do Ministério do Trabalho e Emprego.</li>



<li>Ampliação do acesso à moradia digna.</li>



<li>Implementação da tarifa zero no transporte coletivo.</li>



<li>Fortalecimento do SUS.</li>



<li>Valorização dos trabalhadores da saúde.</li>



<li>Universalização do saneamento básico.</li>



<li>Ampliação de escolas e creches em tempo integral.</li>



<li>Combate ao crime organizado e às milícias.</li>



<li>Segurança pública com base em direitos humanos.</li>



<li>Combate à discriminação e promoção da inclusão.</li>



<li>Proteção de povos e comunidades tradicionais.</li>



<li>Valorização da diversidade cultural brasileira.</li>
</ul>



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			</item>
		<item>
		<title>Centrais sindicais pedem isenção de Imposto de Renda sobre PLR</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-pedem-isencao-de-imposto-de-renda-sobre-plr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 07:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad (PT)]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção da IR na PLR]]></category>
		<category><![CDATA[participação nos lucros ou resultados (PLR)]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma do IR]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro Haddad explicou reforma do IR a representantes de entidades Além de elevar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a reforma do Imposto de Renda (IR) deve isentar a participação nos lucros ou resultados (PLR), defenderam representantes de centrais sindicais e de movimentos sociais. Eles se reuniram na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-25d4434fd6d26d6f26042d54fdac3e4a">Ministro Haddad explicou reforma do IR a representantes de entidades</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além de elevar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a reforma do Imposto de Renda (IR) deve isentar a participação nos lucros ou resultados (PLR), defenderam representantes de centrais sindicais e de movimentos sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles se reuniram na noite de terça-feira (25/3) com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, no Palácio do Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No encontro, Haddad explicou a proposta de reforma do Imposto de Renda enviada na semana passada ao Congresso Nacional. O ministro também pediu apoio das centrais ao projeto de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a PLR de até R$ 7.640 é isenta de Imposto de Renda. Acima desse valor, incide a tabela progressiva de 7,5% a 27,5%. Pela proposta dos sindicatos, o Imposto de Renda deixaria de incidir sobre qualquer valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As centrais sindicais fizeram outros pedidos. As entidades querem incluir nas deduções do Imposto de Renda despesas com certificação e qualificação profissional em tecnologia da informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as entidades, o setor é importante para o desenvolvimento do país e tem a previsão de empregar 800 mil pessoas nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad não concedeu entrevista à imprensa após o encontro. A Secretaria-Geral da Presidência da República publicou informações sobre a reunião e quais entidades participaram do encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Márcio Macêdo e representantes dos movimentos sociais destacaram a importância do diálogo e da reforma do Imposto de Renda para o combate às desigualdades sociais no país, conforme material divulgado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo Lula vai liberar FGTS de quem usou saque-aniversário, diz jornal</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lula-vai-liberar-fgts-de-quem-usou-saque-aniversario-diz-jornal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 08:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
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		<category><![CDATA[FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)]]></category>
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		<category><![CDATA[saque-aniversário]]></category>
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					<description><![CDATA[Líderes sindicais foram convidados a ir a Brasília hoje (25/2) para o anúncio da medida O governo Lula deve anunciar nos próximos dias a liberação do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) das pessoas que foram demitidas e não conseguiram acessar os recursos na rescisão por terem optado pelo saque-aniversário. A informação é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0c999bd703481caa4c21c44ee10641a9">Líderes sindicais foram convidados a ir a Brasília hoje (25/2) para o anúncio da medida</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula deve anunciar nos próximos dias a liberação do <a href="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx" data-type="link" data-id="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx">FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)</a> das pessoas que foram demitidas e não conseguiram acessar os recursos na rescisão por terem optado pelo saque-aniversário. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro presidentes de centrais sindicais que estão em Brasília para o anúncio da medida, que será feito hoje (25/2), confirmaram a informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo avalia o melhor meio de encaminhar uma proposta. Apesar de ter resistência do Congresso, uma das alternativas estudadas é uma medida provisória. Ainda é discutido se o acesso ao valor será apenas para quem já perdeu o emprego ou se a medida valerá também para quem for demitido no futuro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saque-aniversário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Criado no governo Jair Bolsonaro, o saque-aniversário precisa da adesão prévia do trabalhador, e permite que ele possa sacar parte do saldo do FGTS anualmente. Contudo, ao aderir a essa modalidade, a opção do saque-rescisão — em que é possível resgatar todo o valor do FGTS em caso de demissão sem justa causa — se perde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano do governo é liberar a rescisão de pessoas que foram demitidas e não puderam utilizar os valores do FGTS devido a essa trava prevista na lei de criação do saque-aniversário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Folha de S.Paulo, a regra de transição para a liberação do dinheiro do FGTS levará em consideração a situação do bloqueio de dois anos. Na maioria das vezes, o trabalhador faz o consignado sem saber da regra do pedágio de dois anos, e entra na Justiça para ter acesso aos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fazenda entende que a nova regra de transição irá diminuir a pressão no futuro sobre o FGTS, pois os trabalhadores iriam buscar as taxas mais baratas do novo modelo de consignado privado sem a necessidade de vender aos bancos anos à frente as parcelas da antecipação do saque-aniversário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro que já foi bloqueado para as parcelas dos empréstimos da antecipação saque-aniversário ficará na conta do FGTS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo tem conversado com os bancos sobre uma redução gradual do número de parcelas futuras do saque-aniversário que podem ser empenhados pelo trabalhador.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/">Curso CPA 20 com ótimo desconto para sindicalizados e seus dependentes. Aulas presenciais!</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro e a mídia não podem ditar as regras para o país</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-financeiro-e-a-midia-nao-podem-ditar-as-regras-para-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 08:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
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		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades lançam manifesto contra pressões &#8220;de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes&#8221; Dezenas de entidades da sociedade civil organizada divulgaram ontem (11/11) um manifesto contra o corte de gastos do Estado com políticas públicas. Eles afirmam que existe uma intensa pressão da mídia e do mercado financeiro neste sentido, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2abd00dd918975d62b9e364a32f6eff5">Entidades lançam manifesto contra pressões &#8220;de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes&#8221;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dezenas de <a href="https://tvtnews.com.br/g20-sindicatos-cobram-trabalho-justo-e-sustentavel/" data-type="link" data-id="https://tvtnews.com.br/g20-sindicatos-cobram-trabalho-justo-e-sustentavel/">entidades da sociedade civil </a>organizada divulgaram ontem (11/11) um manifesto contra o corte de gastos do Estado com políticas públicas. Eles afirmam que existe uma intensa pressão da mídia e do mercado financeiro neste sentido, além da manutenção dos juros altos. Estas medidas impactam a vida dos mais pobres. Enquanto isso, forças de direita e extrema direita, aliadas a instituições ligadas ao capital, impedem avanços como o fim da jornada exaustiva de 6×1 ou até mesmo a cobrança de impostos sobre grandes fortunas. O texto foi intitulado de: “Mercado financeiro e a mídia não podem ditar as regras para o país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades destacam que essas pressões “partem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes”. De fato, apesar de o governo federal ter liderado uma reforma tributária, o Congresso, dominado pelo interesse dos mais ricos, vetou avanços importantes. Por outro lado, seguem isenções a grandes empresários ou mesmo a produtos de luxo, como helicópteros e iates. Trata-se de um sistema regressivo de tributação, onde o pobre paga mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vereadora mais bem votada da história do PT, Luna Zarattini, destacou a relevância do documento. “Muito importante a nota assinada pelos partidos de esquerda e movimentos populares. O Brasil precisa de investimento público e justiça social, não de chantagem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinam o manifesto centrais sindicais como a <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical</a>, organizações como as frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, além de partidos do campo democrático, como PT, PDT, <a href="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/" data-type="link" data-id="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/">PSOL</a> e PCdoB. Eles argumentam que o país precisa de um governo que consiga liberdade para avançar em direitos e não o contrário. Enquanto isso, reconhecem avanços importantes, como o baixo desemprego, elevação do poder de compra, retorno da industrialização, entre outros. Contudo, essas forçar opostas tentam boicotar mais conquistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia o manifesto sobre mídia e mercado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Temos acompanhado, com crescente preocupação, notícias e editoriais na mídia que têm o objetivo de constranger o governo federal a cortar “estruturalmente” recursos orçamentários e outras fontes de financiamento de políticas públicas voltadas para a saúde, a educação, os trabalhadores, aposentados e idosos, bem como os programas de investimento na infraestrutura para o crescimento do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São pressões inaceitáveis que partem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes; dos que manipulam a fixação das maiores taxas de juros do planeta e que chantageiam o governo e o país, especulando com o dólar e nas bolsas de valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento em que o governo federal, eleito para reconstruir o país, vem obtendo resultados significativos na recuperação do nível de emprego, do salário e da renda da população, tais avanços são apresentados como pretexto para forçar ainda mais a elevação da taxa básica de juros, quando o país e suas forças produtivas demandam exatamente o contrário: mais crédito e mais investimento para fazer a economia girar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O poder financeiro, os mercados e seus porta-vozes na mídia agitam o fantasma de uma inexistente crise fiscal, quando o que estamos vivendo é a retomada dos fundamentos econômicos, destruídos pelo governo anterior. Onde estavam esses críticos quando Bolsonaro e Guedes romperam os orçamentos públicos e a credibilidade do Brasil? Onde estavam quando a inflação caminhava para 12%?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora querem cortar na carne da maioria do povo, avançando seu facão sobre conquistas históricas como o reajuste real do salário-mínimo e sua vinculação às aposentadorias e ao BPC, o salário-desemprego, os direitos do trabalhador sobre o FGTS, os pisos constitucionais da Saúde e da Educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nada falam sobre o maior responsável pelo crescimento da dívida pública, que é a taxa de juros abusiva e crescente. Nada falam sobre as desonerações de setores que lucram muito sem gerar empregos, inclusive a mídia; a imoral isenção de impostos sobre lucros e dividendos nem sobre a recusa de taxar grandes fortunas, por parte de uma maioria do Congresso que se apropria de fatias cada vez maiores do Orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chega de hipocrisia e de chantagem! Cortar recursos de quem precisa do Estado e dos investimentos públicos só vai levar o país de volta a um passado de exclusão e injustiça que os movimentos sociais e o povo lutam há tempos, todos os dias, para transformar numa sociedade melhor e mais justa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assinam:</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Frente Brasil Popular<br>Frente Povo sem Medo<br>MST<br>MTST<br>CUT<br><a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">INTERSINDICAL</a><br>CONTAG<br>CNTE<br>CONTEE<br>CMP<br>MTC<br>INESC<br>MBP<br>MPA<br>MNU<br>MAM<br>MMM<br>Sem Direitos<br>Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito<br>PT<br>PDT<br><a href="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/" data-type="link" data-id="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/">PSOL</a><br>PCDOB<br>Instituto de Finanças Funcionais para o Desenvolvimento – IFFD<br>Rede MMT Brasil<br>Transforma Unicamp<br>Subverta<br>Fogo no Pavio<br>Sindicato dos Servidores De Ciencia, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública – ASFOC/SN<br>Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social – CNTSS<br>Federação Nacional das/os Assistentes Sociais<br>CANDACES<br>Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnicos Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil – FENAPSI<br>Federação Nacional dos Psicólogos<br>Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais – Abecs<br>Fineduca assina<br>ABGLT<br>Rua<br>Juventude Manifesta<br>Resistência<br>ANPAE<br>FNPE<br>Confederação Sindical Educação dos Países de Língua Portuguesa – CPLP</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em saudação à democracia, centrais lembram o 8 de janeiro: ‘Lembrar sempre para que não se repita’</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-saudacao-a-democracia-centrais-lembram-o-8-de-janeiro-lembrar-sempre-para-que-nao-se-repita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2024 08:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Intersindical Central da Classe Trabalhadora]]></category>
		<category><![CDATA[Nilza Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes dos trabalhadores repudiam ação criminosa de “traidores da pátria” e afirmam que todos devem permanecer alertas Oito centrais sindicais divulgaram nesta sexta-feira (5) nota em defesa da democracia e das instituições, afirmando que o 8 de janeiro é uma data que não pode ser esquecida. “Após quatro anos de um governo que flertava abertamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2dac664e9f456e63bd7f4400191686ec">Representantes dos trabalhadores repudiam ação criminosa de “traidores da pátria” e afirmam que todos devem permanecer alertas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Oito centrais sindicais divulgaram nesta sexta-feira (5) nota em defesa da democracia e das instituições, afirmando que o 8 de janeiro é uma data que não pode ser esquecida. “Após quatro anos de um governo que flertava abertamente com o autoritarismo, chegamos perto de um golpe. Corremos o risco de ver a democracia, pela qual lutamos bravamente, ser destruída. E isso nos ensina a ficar alertas e permanecer lutando cotidianamente por sua manutenção”, afirmam. (Leia íntegra abaixo.)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, as entidades dos trabalhadores ressaltam o “extenso e sólido” regime democrático no país e repudiam a ação golpista que completará um ano na próxima segunda-feira (8). Referem-se àqueles ataques como “escalada golpista organizada por traidores da pátria que não aceitaram o resultado soberano das eleições”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emprego, saúde, educação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, acrescentam, é preciso permanecer em alerta para garantir a manutenção da democracia no Brasil. Ao mesmo tempo, o país precisa avançar na inclusão social, em especial dos mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos avançar na geração de trabalho decente, na geração de mais empregos, na reindustrialização do país, no acesso à saúde, fortalecendo o SUS, e na garantia de acesso a todos os níveis da educação pública de qualidade”, ressaltam os sindicalistas. “E só podemos avançar através do esforço das instituições democráticas.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confira a íntegra da nota sobre o 8 de janeiro</h4>



<h5 class="wp-block-heading">Saudamos, neste 8 de janeiro de 2024, a democracia</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Lembrar sempre para que não se repita</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras repudia qualquer ato golpista e antidemocrático, como o fez em janeiro de 2023. Associa-se às manifestações do dia 8/1/2024 em comemoração à Democracia Inabalada que derrotou os arreganhos golpistas de 8/1/2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos um extenso e sólido período sob o regime democrático no Brasil, marcado por eleições periódicas, pela plena funcionalidade do Congresso Nacional, pela independência e harmonia entre os poderes e pela liberdade de organização e atuação das entidades civis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escalada golpista que culminou com o ato criminoso do dia 8/1/2023, organizada por traidores da pátria que não aceitaram o resultado soberano das eleições, não conseguiu interromper este período, que se estende desde o fim da ditadura militar, em 1985.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientes de que o Brasil tem desafios significativos à frente, reconhecemos a necessidade de avançar na inclusão social, garantindo acesso essencial à população mais vulnerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos avançar na geração de trabalho decente, na geração de mais empregos, na reindustrialização do país, no acesso à saúde, fortalecendo o SUS, e na garantia de acesso a todos os níveis da educação pública de qualidade. E só podemos avançar através do esforço das instituições democráticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, as entidades sindicais desempenham um papel central, garantindo a valorização salarial dos trabalhadores e das trabalhadoras, a conquista de direitos, condições de saúde e segurança nos locais de trabalho, bem como em manifestações por um sistema econômico e social que contemple a inserção do povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desempenham também papel fundamental contra o autoritarismo. Foi assim, no período mais duro da ditadura militar quando, apesar das prisões, torturas, perseguições e intervenções, o movimento sindical resistiu e lutou por liberdade e por igualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, para que o país avance, precisamos garantir que o caminho da democracia permaneça livre e seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após quatro anos de um governo que flertava abertamente com o autoritarismo, chegamos perto de um golpe. Corremos o risco de ver a democracia, pela qual lutamos bravamente, ser destruída. E isso nos ensina a ficar alertas e permanecer lutando cotidianamente por sua manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical sempre esteve na linha de frente da luta por um Brasil democrático. Por isso, convocamos a militância do conjunto das centrais sindicais a participar das atividades e atos em defesa da democracia neste 8 de janeiro de 2024.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>São Paulo, 5 de janeiro de 2024</strong></h5>



<h5 class="wp-block-heading">Sérgio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Miguel Torres, Presidente da Força Sindical</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Moacyr Roberto Tesch Auersvald, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Antonio Neto, Presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Nilza Pereira, Secretária-Geral da <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical Central da Classe Trabalhadora</a></h5>



<h5 class="wp-block-heading">José Gozze, Presidente da Pública, Central do Servidor</h5>
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		<title>Centrais Sindicais da BS organizam panfletagens contra a terceirização</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-da-bs-organizam-panfletagens-contra-a-terceirizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 26/5 (terça-feira) haverá plenária final de preparação para o Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, que acontecerá em 29 de maio, Rumo à Greve Geral A articula&#231;&#227;o do Dia Nacional de Paralisa&#231;&#227;o e Manifesta&#231;&#245;es, que acontecer&#225; dia 29/5, avan&#231;ou com uma ampla agenda de panfletagens que acontecer&#227;o na Baixada Santista nos pr&#243;ximos dias. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 26/5 (terça-feira) haverá plenária final de preparação para o Dia Nacional de Paralisação e Manifestações, que acontecerá em 29 de maio, Rumo à Greve Geral</p>
<p>A articula&ccedil;&atilde;o do Dia Nacional de Paralisa&ccedil;&atilde;o e Manifesta&ccedil;&otilde;es, que acontecer&aacute; dia 29/5, avan&ccedil;ou com uma ampla agenda de panfletagens que acontecer&atilde;o na Baixada Santista nos pr&oacute;ximos dias. O objetivo &eacute; conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o sobre os males que o projeto de lei que permite a terceiriza&ccedil;&atilde;o, e precariza&ccedil;&atilde;o total do trabalho, trar&aacute; se virar lei. A agenda foi definida durante reuni&atilde;o entre centrais sindicais e outros movimentos, na noite desta ter&ccedil;a-feira (19).</p>
<p>&nbsp;Al&eacute;m da Intersindical &ndash; Central da Classe Trabalhadora, participaram do encontro representantes da CUT, CTB, Nova Central, Conlutas, For&ccedil;a Sindical e organiza&ccedil;&otilde;es de esquerda. &ldquo;O dia 29/5 tem como pautas a luta contra a terceiriza&ccedil;&atilde;o, as MPs 664 e 665 e o ajuste fiscal que tira direitos. Lutamos pela defesa dos direitos e pela democracia&rdquo;, ressaltou Ricardo Saraiva &ndash; Big, Secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da Intersindical e Presidente do Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o.</p>
<p><strong>PLC 30/15</strong></p>
<p>Durante o encontro, Big refor&ccedil;ou que atualmente o projeto de lei da terceiriza&ccedil;&atilde;o, conhecido como PL 4330, passou a ser denominado PLC 30/15. A mudan&ccedil;a aconteceu porque agora o projeto est&aacute; em tramita&ccedil;&atilde;o no Senado. O texto foi aprovado na C&acirc;mara no m&ecirc;s passado. &ldquo;Na semana passada estivemos em uma Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica da Comiss&atilde;o de Direitos Humanos (CDH) do Senado, em Bras&iacute;lia, onde diversos juristas, pesquisadores e movimentos sociais se colocaram contra o PL da terceiriza&ccedil;&atilde;o. L&aacute; foi definido que ser&atilde;o realizadas audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas em todas as capitais estaduais&rdquo;, informou Big.</p>
<p>Ap&oacute;s os debates, a agenda das panfletagens foi definida (para todas as feiras livres o hor&aacute;rio de encontro ser&aacute; as 9h30):</p>
<p><strong>Dia 20 &#8211; Quarta Feira</strong></p>
<p>1) feira Cunha Moreira &#8211; Canal 3</p>
<p>2) feira Jardim Santa Maria &#8211; Zona Noroeste</p>
<p>3) feira Orquid&aacute;rio &#8211; Jos&eacute; Menino</p>
<p><strong>Dia 21 &#8211; Quinta Feira</strong></p>
<p>1) feira Athie Jorge Jorge Cury &ndash; Sabo&oacute;</p>
<p>2) feira Campo Grande</p>
<p><strong>Dia 22 &#8211; Sexta Feira</strong></p>
<p>1) feira Vila S&atilde;o Jorge &#8211; Conj. Estivadores</p>
<p>2) feira Avenida dos Banc&aacute;rios</p>
<p><strong>Dia 23 &ndash; S&aacute;bado</strong></p>
<p>1) feira Jd. Castelo &#8211; Zona Noroeste</p>
<p>2) feira Francisco Glic&eacute;rio &#8211; Canal 2</p>
<p>3) Divisa Santos / S&atilde;o Vicente &ndash; 10h</p>
<p><strong>Dia 24 &ndash; Domingo</strong></p>
<p>1) feira Valongo</p>
<p>2) feira Francisco Glic&eacute;rio &#8211; Canal 3</p>
<p>Grupos interessados em articular panfletagens podem entrar em contato com o Sindicato dos Banc&aacute;rios para retirada de material. O sindicato fica na Avenida Washington Luis, 140 &ndash; Encruzilhada, Santos. O telefone &eacute; 3202-1670.</p>
<p>Importante lembrar que al&eacute;m das panfletagens, no dia 26/5 (ter&ccedil;a-feira), &agrave;s 18h, haver&aacute; a plen&aacute;ria final em prepara&ccedil;&atilde;o ao Dia Nacional de Paralisa&ccedil;&atilde;o e Manifesta&ccedil;&otilde;es. Antes da plen&aacute;ria, &agrave;s 16h30, haver&aacute; coletiva de imprensa para falar sobre a paralisa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Fonte: Imprensa SEEB Santos e Região</p>
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