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	<title>Centrais sindicais repudiam tarifaço &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Centrais sindicais repudiam tarifaço &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Centrais sindicais repudiam tarifa de Trump e defendem soberania nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 12:53:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais sindicais repudiam tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Repúdio a Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Trump e tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[Nota conjunta denuncia medida intervencionista dos EUA, cobra cassação de Eduardo Bolsonaro e saúda postura do governo Lula diante do ataque à economia brasileira Lideranças das maiores centrais sindicais brasileiras divulgaram (10/07) uma nota oficial de repúdio ao tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos sobre exportações brasileiras. A medida, anunciada por Donald [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a8b470e2850278696f730d19ebf38a2">Nota conjunta denuncia medida intervencionista dos EUA, cobra cassação de Eduardo Bolsonaro e saúda postura do governo Lula diante do ataque à economia brasileira</h4>



<p></p>



<p>Lideranças das maiores centrais sindicais brasileiras divulgaram (10/07) uma nota oficial de repúdio ao tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos sobre exportações brasileiras. A medida, anunciada por Donald Trump, candidato à reeleição e atual chefe de Estado, é vista pelas entidades como um ataque direto à soberania nacional, motivado por razões políticas e que representa um grave risco à economia e ao emprego no Brasil.</p>



<p>A nota é assinada pelos presidentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, Intersindical e Pública – Central do Servidor. O texto faz duras críticas à postura de Trump, classificada como “intervencionista e autoritária”, e denuncia a articulação do ex-presidente norte-americano com setores bolsonaristas no Brasil.</p>



<p>“Trata-se de um conluio com o bolsonarismo, que insiste em alimentar polarizações e estimular grupos de extrema-direita a traírem os interesses nacionais”, afirma o documento.</p>



<p><strong>Medida é resposta à atuação do STF, dizem sindicatos</strong></p>



<p>Segundo as centrais sindicais, a imposição das tarifas não responde a critérios econômicos legítimos, mas sim a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro que atingiram interesses de grandes corporações norte-americanas atuantes no país.</p>



<p>A nota lembra que o gesto de Trump remete à interferência histórica dos EUA no Brasil, como no golpe militar de 1964, e alerta para o impacto das novas taxas sobre os setores estratégicos da economia, como a indústria e o agronegócio.</p>



<p>“Um aumento abrupto de 50% nas tarifas ameaça diretamente a indústria, o agronegócio e diversos setores produtivos, com risco real de demissões em massa, fechamento de empresas e agravamento do desemprego”, alertam os signatários.</p>



<p>Além do desemprego, o comunicado também menciona os riscos de inflação, alta cambial e encarecimento da produção nacional.</p>



<p><strong>Centrais cobram cassação de Eduardo Bolsonaro: “agente estrangeiro”</strong></p>



<p>Em tom ainda mais contundente, a nota exige do Congresso Nacional a cassação imediata do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de ter atuado junto ao governo norte-americano para fomentar sanções contra o Brasil.</p>



<p>“Mesmo abrigado no exterior e recebendo salários pagos pela população brasileira, agiu como um verdadeiro agente estrangeiro. Isso configura crime de lesa-pátria”, afirmam.</p>



<p>A acusação de traição aos interesses nacionais tem ganhado força entre parlamentares de oposição e setores do movimento sindical desde que vieram à tona articulações de Eduardo com setores trumpistas nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Apoio ao governo Lula e à Lei da Reciprocidade</strong></p>



<p>As entidades sindicais também manifestaram apoio à reação do governo federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e à recente aprovação da chamada&nbsp;Lei da Reciprocidade Econômica, que permite retaliações comerciais a países que impuserem barreiras unilaterais ao Brasil.</p>



<p>“Apoiamos a resposta firme e altiva do governo federal. O Brasil deve utilizar todos os instrumentos legais para proteger nossa economia e o povo brasileiro”, diz a nota.</p>



<p>Ao mesmo tempo, as centrais defendem que o país mantenha sua tradição diplomática e busque uma solução multilateral e pacífica para o impasse, sem abrir mão da firmeza diante da ofensiva norte-americana.</p>



<p><strong>“O Brasil é dos brasileiros”</strong></p>



<p>A manifestação das centrais ocorre em meio a uma onda de protestos em todo o país, que já haviam ganhado força com a defesa da “Taxação BBB” (Bets, Bancos e Bilionários) e o fim da jornada 6×1, e agora incorporam também o rechaço ao tarifaço de Trump.</p>



<p>“Reafirmamos nosso compromisso inegociável com a soberania nacional, com a legitimidade das instituições democráticas e com os direitos da classe trabalhadora. O Brasil é dos brasileiros — e somente ao povo, por meio de suas instituições, cabe decidir os rumos do país”, finalizam os dirigentes sindicais.</p>



<p>Leia a íntegra da nota:</p>



<p><strong>Em defesa da soberania nacional e contra taxação intervencionista dos EUA</strong></p>



<p>Nós, das centrais sindicais brasileiras, representantes de trabalhadoras e trabalhadores de diversos setores da economia, repudiamos o “tarifaço” de 50% sobre as exportações brasileiras, anunciado pelo governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump.</p>



<p>Essa medida intempestiva, que remete à memória sombria da participação dos EUA no golpe 1964, não passa de uma reação hostil às decisões do Supremo Tribunal Federal envolvendo empresas estadunidenses que atuam no Brasil. Trata-se, ainda, de um conluio com o bolsonarismo, que insiste em alimentar polarizações e estimular grupos de extrema-direita a traírem os interesses nacionais.&nbsp;</p>



<p>Alertamos para os impactos devastadores que a sobretaxa pode causar à economia e à classe trabalhadora. Um aumento abrupto de 50% nas tarifas sobre nossas exportações — vindas de um país com o qual mantemos mais de 200 anos de relações comerciais — ameaça diretamente a indústria, o agronegócio e diversos setores produtivos, com risco real de demissões em massa, fechamento de empresas e agravamento do desemprego. A medida também tende a encarecer o custo da produção, pressionando a inflação e elevando o custo de vida. Há ainda o risco de instabilidade cambial.</p>



<p>Diante desse ataque à nossa soberania, apoiamos a resposta firme e altiva do governo federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e saudamos a recente aprovação da Lei da Reciprocidade Econômica. O governo deve utilizar todos os instrumentos legais para proteger nossa economia e o povo brasileiro.</p>



<p>É também necessário exigir a cassação do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro que, mesmo abrigado no exterior e recebendo salários pagos pela população brasileira, agiu como um verdadeiro agente estrangeiro ao fomentar sanções contra o próprio país. Isso configura crime de lesa-pátria.</p>



<p>Ao mesmo tempo, defendemos que o Brasil preserve e fortaleça suas relações internacionais, buscando uma solução pacífica, multilateral e justa. Confiamos que o governo saberá equilibrar firmeza e diplomacia para impedir a escalada de uma crise provocada pelo autoritarismo de Donald Trump.</p>



<p>Reafirmamos, por fim, nosso compromisso inegociável com a soberania nacional, com a legitimidade das instituições democráticas e com os direitos da classe trabalhadora. O Brasil é dos brasileiros — e somente ao povo, por meio de suas instituições, cabe decidir os rumos do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pela soberania nacional, pela democracia e pelo emprego!</h4>



<p>São Paulo, 10 de julho de 2025</p>



<p><strong>Nilza Pereira de Almeida,</strong>&nbsp;secretária geral da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora</p>



<p><strong>Sérgio Nobre</strong>, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)</p>



<p><strong>Miguel Torres</strong>, presidente da Força Sindical</p>



<p><strong>Ricardo Patah</strong>, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)</p>



<p><strong>Adilson Araújo</strong>, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</p>



<p><strong>Antonio Neto</strong>, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)</p>



<p><strong>Moacyr Tesch Auersvald</strong>, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</p>



<p><strong>José Gozze</strong>, presidente da Pública, Central do Servidor</p>
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