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	<title>Cassi 2025 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cassi 2025 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Cassi: BB apresenta proposta de antecipação de valores reduzida para equilíbrio financeiro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cassi-bb-apresenta-proposta-de-antecipacao-de-valores-reduzida-para-equilibrio-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 11:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bb e Cassi finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores reivindicam adiantamento de dez valores do 13º salário e de taxa administrativa de 2026 já em janeiro, para que a Cassi ganhe fôlego na construção de soluções ao equilíbrio financeiro Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7d17b666c70f41505abc8429d2ca17f4">Trabalhadores reivindicam adiantamento de dez valores do 13º salário e de taxa administrativa de 2026 já em janeiro, para que a Cassi ganhe fôlego na construção de soluções ao equilíbrio financeiro</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para reforçar o caixa e o capital regulatório da entidade de assistência</strong>, os trabalhadores solicitaram ao banco o adiantamento de dez valores referentes ao 13º salário e a antecipação das despesas administrativas, referentes aos 12 meses de 2026, já em janeiro.<br><br>Os representantes do BB, entretanto, negaram o pedido dos trabalhadores e&nbsp;<strong>apresentaram, como contraproposta</strong>, apenas a antecipação de três valores do 13º salário, sem nenhum adiantamento das taxas administrativas, com a alegação de que já seria o suficiente para a construção conjunta de uma proposta futura a ser apresentada e aprovada pelo corpo de associados.<br><br>A direção da Cassi, por sua vez, apontou que esses valores cobririam o caixa até julho de 2026, prazo que os representantes das entidades têm receio de não ser suficiente para uma proposta de equalização das contas, que demanda medidas complexas.<br><br>A coordenadora da mesa de negociação, Fernanda Lopes, lembrou que o objetivo da negociação entre os representantes dos trabalhadores e do banco é encontrar soluções definitivas para o custeio.&nbsp;<strong>&#8220;O atendimento do pedido, feito pelas entidades sindicais que representamos, daria tranquilidade durante a continuidade da negociação para construir uma solução perene à Cassi&#8221;</strong>, pontuou.<br><br><strong>&#8220;Nossa reivindicação permanece, para que, o mais breve possível, a gente alcance uma solução de valorização e fortalecimento de uma das maiores conquistas do funcionalismo do BB, para eles mesmos e seus familiares, que é um plano de saúde acessível e que tem como pilar a solidariedade, com o custeio compartilhado entre os participantes e o patrocinador, que é o Banco do Brasil&#8221;</strong>, completou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicatos cobram avanços e pedem medidas emergenciais para garantir fôlego financeiro à Cassi</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicatos-cobram-avancos-e-pedem-medidas-emergenciais-para-garantir-folego-financeiro-a-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi sem fôlego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação Cassi 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical e Cassi discutiram alternativas e apresentaram ao banco solicitações de adiantamento de recursos após negociação sem propostas de custeio Os representantes das entidades e sindicatos que compõem a comissão de negociação da Cassi reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, assessorados por profissionais da Caixa de Assistência, para preparar a reunião agendada com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fd2265dae0168dfb65dfd4b4a982c865">Movimento sindical e Cassi discutiram alternativas e apresentaram ao banco solicitações de adiantamento de recursos após negociação sem propostas de custeio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes das entidades e sindicatos que compõem a comissão de negociação da Cassi reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, assessorados por profissionais da Caixa de Assistência, para preparar a reunião agendada com o Banco do Brasil para o período da tarde.<br><br>Diante do longo tempo decorrido desde o início das negociações e da necessidade de garantir segurança financeira para que a Cassi honre seus compromissos com os prestadores, as entidades definiram solicitar ao banco o adiantamento de 10 anos do 13º salário, medida que reforçaria o caixa da instituição. Para fortalecer o capital regulatório, também será solicitado que o banco antecipe o valor das despesas administrativas referentes a 12 meses.<br><br>No período da tarde, foi instalada a mesa de negociação. No entanto, os negociadores do BB não apresentaram qualquer proposta ou novidade relacionada ao custeio da Cassi, alegando que os resultados apresentados e a conjuntura enfrentada no momento dificultam a formulação de alternativas.<br><br>Os dirigentes sindicais apresentaram como solução a reivindicação do adiantamento de 10 valores do 13º salário e da antecipação da taxa administrativa referente ao ano de 2026 já para janeiro, para ampliar o caixa da Cassi. O movimento sindical pediu novas rodadas para debater o assunto.<br><br>Os negociadores do banco concordaram com a continuidade das discussões e se comprometeram a encaminhar as solicitações às instâncias decisórias, retornando com a maior brevidade possível com uma resposta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Funcionários do BB rejeitam proposta que aumenta contribuição à Cassi</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/funcionarios-do-bb-rejeitam-proposta-que-aumenta-contribuicao-a-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[REajuste Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste Cassi rejeitado 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nova rodada de negociação sexta (11), Banco apresentou proposta com aumento nas contribuições dos associados, mas representantes dos trabalhadores destacaram os impactos financeiros e exigiram alternativas A Comissão de Negociação das Entidades Representativas dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu dia 11/07, na sede da ANABB, para alinhar estratégias e preparar a participação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-798531a0afaeb816b97f55cd145e3143">Em nova rodada de negociação sexta (11), Banco apresentou proposta com aumento nas contribuições dos associados, mas representantes dos trabalhadores destacaram os impactos financeiros e exigiram alternativas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Negociação das Entidades Representativas dos Funcionários do Banco do Brasil se reuniu dia 11/07, na sede da ANABB, para alinhar estratégias e preparar a participação na rodada de negociação com a direção do banco, ocorrida no período da tarde, com foco na sustentabilidade da Cassi.<br><br>Durante a reunião com o Banco do Brasil, os representantes da instituição apresentaram uma proposta que altera significativamente a forma de custeio do plano de saúde. O BB indicou a necessidade de manter a proporção de contribuição entre banco e funcionários próxima dos atuais 52% e 48%, propondo um novo patamar de 53% para o banco e 47% para os associados. No entanto, para alcançar esse equilíbrio, sugeriu aumentar a contribuição mensal dos funcionários de 4% para 5,5%.<br><br>Além disso, o banco propôs elevar o percentual de contribuição sobre o primeiro dependente para 3%, tanto para funcionários da ativa quanto para aposentados. Atualmente, os da ativa contribuem com 1% e os aposentados com 2%. Outra mudança apresentada foi o fim dos limites por grupo familiar e por dependente.<br><br>A proposta foi rejeitada em mesa pela Comissão de Negociação dos Funcionários. Segundo Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão, houve consenso entre todas as entidades representadas sobre o caráter excessivamente oneroso da proposta. “O reajuste proposto impactaria severamente o orçamento das famílias dos associados. Por isso, não há condições de aceitá-lo nos termos apresentados”, afirmou.<br><br>A Comissão também pontuou que é necessário encontrar alternativas que não se baseiem exclusivamente em percentuais sobre a remuneração dos trabalhadores, uma vez que os salários não acompanham a escalada da inflação médica.<br><br>Os representantes do banco se comprometeram a estudar outras possibilidades e uma nova rodada de negociação foi agendada para o dia 13 de agosto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça acata parcialmente ação dos sindicatos contra a Cassi e determina regras para cobrança de contribuições</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-acata-parcialmente-acao-dos-sindicatos-contra-a-cassi-e-determina-regras-para-cobranca-de-contribuicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 11:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça e Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelas da Cassi]]></category>
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					<description><![CDATA[A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi, sem negociação prévia e de forma automática sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores O movimento sindical obteve decisão parcialmente favorável em ação civil pública movida contra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0c89e6afad1c1cf9f0df08653d555d81">A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi, sem negociação prévia e de forma automática sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical obteve decisão parcialmente favorável em ação civil pública movida contra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A ação teve como objetivo suspender e estabelecer regras para as cobranças feitas pela Cassi aos associados, referentes a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados nas Comissões de Conciliação Voluntária (CCV) ou de Conciliação Prévia (CCP), entre julho de 2010 e setembro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença, proferida pela Justiça do Trabalho, rejeitou as preliminares apresentadas pela Cassi e julgou parcialmente procedentes os pedidos sindicatos. A decisão estabelece que a cobrança das contribuições é legítima apenas sobre verbas de natureza estritamente salarial, mas impõe uma série de condições que devem ser respeitadas antes da cobrança. Entre os principais pontos da decisão, destacam-se:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A) Proibição da cobrança de juros de mora e de correção monetária retroativa;<br>B) Obrigatoriedade de apresentação, pela Cassi, de memória de cálculo detalhada, individualizada e com antecedência, contendo:<br>&nbsp; &nbsp; I) Identificação do processo ou acordo que originou a verba;<br>&nbsp; &nbsp; II) Data do recebimento&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; III) Discriminação das verbas recebidas (salariais ou indenizatórias);<br>&nbsp; &nbsp; IV) Base de cálculo;<br>&nbsp; &nbsp; V) Percentual aplicado;<br>&nbsp; &nbsp; VI) Valor histórico da contribuição devida;<br>C) Proibição de cancelamento ou suspensão dos planos de saúde dos associados ou de seus dependentes em razão do não pagamento dessas contribuições, até que todas as exigências acima sejam cumpridas;<br>D) Garantia do direito ao contraditório, assegurando aos associados a possibilidade de contestar os valores cobrados e de optar por formas de pagamento ou parcelamento adequadas às novas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi de forma automática, sem negociação prévia, sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro &#8211; Contraf</strong><br>Para o secretário-geral da Contraf, Gustavo Tabatinga Jr., a decisão representa um reconhecimento, ainda que parcial, da responsabilidade da Cassi e do banco nessa situação. “A Contraf obteve essa importante vitória na Justiça, reconhecendo, ainda que parcialmente, a nossa tese de que o bancário e a bancária não podem ser responsabilizados pela omissão dolosa do Banco do Brasil e da Cassi na retenção dos valores de contribuição. Ganhamos na primeira instância, mas não temos nada a comemorar. Essa situação deveria ter sido resolvida em mesa de negociação. Infelizmente, a Cassi preferiu não escutar a representação dos funcionários, que clamava por uma solução negociada”, afirmou Tabatinga.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terceira mesa sobre custeio da Cassi reforça premissas das entidades</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/terceira-mesa-sobre-custeio-da-cassi-reforca-premissas-das-entidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Custeio da Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Representação dos associados reforça defesa do modelo 70/30 e cobra responsabilidade do banco com egressos de instituições incorporadas. Confira: votação do relatório anual de 15 (hoje) a 26 de maio A terceira rodada de negociações sobre o custeio da Cassi foi realizada terça-feira (13). A discussão, que envolve representantes das entidades do funcionalismo do Banco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3f3d20734cb244230fe14e190c81e654">Representação dos associados reforça defesa do modelo 70/30 e cobra responsabilidade do banco com egressos de instituições incorporadas. Confira: votação do relatório anual de 15 (hoje) a 26 de maio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira rodada de negociações sobre o custeio da Cassi foi realizada terça-feira (13). A discussão, que envolve representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil, não avançou como o esperado devido à ausência de dados por parte do banco, que alegou restrições por conta do período de silêncio do mercado.<br><br>Durante a manhã, as entidades representativas se reuniram na sede da Anabb, onde analisaram números, indicadores e simulações de propostas com apoio de dirigentes eleitos da Cassi e atuários que prestam assessoria à diretoria da entidade. O objetivo foi aprofundar a análise técnica para qualificar a atuação na mesa de negociação.<br><br>Já no período da tarde, na sede do BB, foi instalada formalmente a mesa de negociações. No entanto, os representantes do banco informaram que, em função da alteração na data de divulgação dos resultados trimestrais e da obrigação de cumprir o período de silêncio, não poderiam apresentar dados ou informações que pudessem “influenciar o mercado”.<br><br><br>Apesar do impasse, os dirigentes da Cassi aproveitaram o momento para apresentar informações sobre a gestão da Caixa de Assistência. De acordo com os dados divulgados, as reservas livres estão garantidas até junho de 2026, uma vez que o aumento das provisões técnicas não afeta esse montante. A diretoria também reafirmou o compromisso com o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco em atendimento e ampliação do quadro de profissionais.<br><br>Outro ponto destacado foi a incorporação de ferramentas de inteligência artificial para dar mais agilidade à autorização de procedimentos e para melhorar a detecção de fraudes e irregularidades.<br><br>A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Fernanda Lopes, destacou que a negociação precisa manter o foco na sustentabilidade e no equilíbrio do plano. “É fundamental manter os estudos com base na premissa do modelo de custeio 70/30, conforme estabelecido na resolução CGPAR 52. Também defendemos que o banco assuma sua responsabilidade no custeio dos associados oriundos de bancos incorporados, que estão na Cassi por decisão judicial. Não é justo que o custo desse grupo recaia sobre os demais participantes”, afirmou Fernanda Lopes.<br><br>Apesar de não ter sido definida uma nova data para continuidade das negociações, as partes sinalizaram a intenção de retomar o diálogo o mais breve possível.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Associados da Cassi votarão Relatório Anual de 2024 de 15 a 26 de maio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os associados da Cassi terão de 15 (hoje) a 26 de maio para votar no Relatório Anual de 2024, documento que apresenta os resultados econômico-financeiros e as principais ações da governança da Caixa de Assistência no último ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como votar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação poderá ser realizada por meio do App Cassi, do site da entidade, nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e no SISBB, o sistema de Informações, este último, exclusivo para associados da ativa. Dúvidas sobre o conteúdo podem ser encaminhadas para o e-mail&nbsp;<a href="mailto:relatorioanual@cassi.com.br">relatorioanual@cassi.com.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Negociação sobre custeio da Cassi avança com segunda rodada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacao-sobre-custeio-da-cassi-avanca-com-segunda-rodada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi para todos]]></category>
		<category><![CDATA[Custeio da Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos defendem soluções permanentes e maior responsabilidade do Banco do Brasil Na terça-feira, 22 de abril, foi realizada a segunda rodada de negociações sobre o custeio da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil). O movimento sindical reforçou que o objetivo é encontrar uma solução permanente para o custeio da Cassi. Foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2d02c6a07cbd68cd7f7d52eaeabb63c7">Sindicatos defendem soluções permanentes e maior responsabilidade do Banco do Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira, 22 de abril, foi realizada a segunda rodada de negociações sobre o custeio da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical reforçou que o objetivo é encontrar uma solução permanente para o custeio da Cassi. Foram apresentadas premissas que consideram o novo cenário normativo, especialmente a recente Resolução CGPAR 52/2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos defendidos pelos sindicatos, destaca-se a proposta de adoção da proporção de 70% de contribuição por parte do Banco do Brasil e 30% dos associados, conforme previsto na CGPAR 52. Também foi solicitada a retomada das contribuições patronais no período pós-laboral para os funcionários admitidos a partir de 2018, afetados pela antiga resolução CGPAR 42, agora revogada. Na ocasião, também foi ressaltada a questão dos funcionários dos bancos incorporados. Outra proposta apresentada foi de que o banco assuma integralmente os custos administrativos da Cassi, além de uma sugestão de contribuição sobre o lucro líquido, sem impacto no percentual destinado à Participação nos Lucros e Resultados (PLR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil se mostrou receptivo às propostas e demonstrou disposição para avançar nas discussões. A instituição se comprometeu a realizar simulações com base nas premissas apresentadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima rodada de negociações foi agendada para o dia 13 de maio, às 14h.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contraf entra na Justiça contra a Cassi para suspender cobranças aos funcionários do BB</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/contraf-entra-na-justica-contra-a-cassi-para-suspender-cobrancas-aos-funcionarios-do-bb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 11:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi cobra dos associados]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi e BB contra associados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical também reivindica mesa de negociação com o Banco do Brasil A Contraf entrou na Justiça contra a Cassi, para solicitar a suspensão imediata das cobranças feitas aos funcionários do Banco do Brasil associados à entidade. Essas cobranças referem-se a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados em Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6943b9d41ae892604d720833a2a3de6e">Movimento sindical também reivindica mesa de negociação com o Banco do Brasil</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Contraf entrou na Justiça contra a Cassi, para solicitar a suspensão imediata das cobranças feitas aos funcionários do Banco do Brasil associados à entidade. Essas cobranças referem-se a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados em Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) ou Comissão de Conciliação Prévia (CCP) entre julho de 2010 e setembro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, o Banco do Brasil não recolheu sua parte nem descontou dos funcionários os valores devidos à Cassi, apesar dos alertas do movimento sindical sobre a obrigatoriedade desse recolhimento. Agora, a Cassi está cobrando dos associados esses valores, gerando grande preocupação entre os trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário-geral da Contraf, Gustavo Tabatinga Jr., explicou: “Após tentativas de negociação com a Cassi sem sucesso e diante da ameaça de cobrança automática e da possibilidade de tornar os associados inadimplentes, não nos restou outra alternativa. Acionamos judicialmente a Cassi para buscar o que sempre pedimos: a suspensão dessas cobranças.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Contraf continua orientando os bancários a não aderirem a qualquer proposta da Cassi enquanto o processo judicial estiver em andamento. Para quem já efetuou a adesão, a recomendação é procurar a Cassi para cancelá-la. “Agora, esperamos que a Justiça suspenda essa cobrança imediatamente”, completou Tabatinga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a confederação enviou dois ofícios ao Banco do Brasil solicitando que não sejam realizados descontos automáticos para os bancários que não aderiram às propostas da Cassi, especialmente para aqueles que estão sendo cobrados diretamente via débito em conta. “Não sabemos qual marco legal a Cassi adotou para realizar tais débitos. Por isso, comunicamos ao banco a necessidade de não realizar débito automático sem a expressa autorização das bancárias e dos bancários”, afirmou Tabatinga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro ofício, a entidade solicitou a abertura imediata de uma mesa de negociação com a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB para buscar uma solução para as cobranças. “Os funcionários do BB não podem ser responsabilizados pela omissão dolosa do banco”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contraf rejeita proposta da Cassi de pagamento das cobranças feitas aos funcionários do BB</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/contraf-rejeita-proposta-da-cassi-de-pagamento-das-cobrancas-feitas-aos-funcionarios-do-bb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi cobra funcionários]]></category>
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					<description><![CDATA[Cassi insiste em não discutir o conteúdo da proposta, não permite que os bancários contestem os valores e não abre mão da atualização monetária e dos juros aplicados Durante a reunião realizada sexta-feira (10), a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) apresentou uma nova proposta para alterar a forma de pagamento [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8210bda3153887ebe0c0462639888867">Cassi insiste em não discutir o conteúdo da proposta, não permite que os bancários contestem os valores e não abre mão da atualização monetária e dos juros aplicados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião realizada sexta-feira (10), a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) apresentou uma nova proposta para alterar a forma de pagamento das cobranças feitas aos funcionários do Banco do Brasil associados à entidade. Essas cobranças referem-se a valores não recolhidos pelo banco durante o período de julho de 2010 a setembro de 2023, relativos a ações trabalhistas e acordos firmados nas Comissões de Conciliação Voluntária ou nas Comissões de Conciliação Prévia (CCV/CCP). Apesar da alteração na proposta, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) lamenta que a proposta não tenha sido substancialmente modificada, mantendo a orientação de NÃO adesão dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil, na época, não fez os descontos necessários nem recolheu a sua parte nas contribuições para a Cassi, o que levou à atual cobrança, que tem gerado grande preocupação entre os bancários. Embora a Cassi tenha se mostrado disposta a alterar a forma de pagamento, a Contraf critica a falta de mudanças significativas e insiste que os trabalhadores não aceitem os termos propostos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário-geral da Contraf, Gustavo Tabatinga Jr., afirmou que a reunião foi infrutífera. &#8220;Nenhuma das ponderações trazidas pela Contraf foi acatada, e a Cassi insiste em não discutir o conteúdo da proposta, não permite que os bancários contestem os valores e não abre mão da atualização monetária e dos juros aplicados&#8221;, declarou.</p>
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