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	<title>casa própria &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>casa própria &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Sonho da casa própria mais caro e mais distante</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sonho-da-casa-propria-mais-caro-e-mais-distante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 08:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo de financiamento habitacional do país dá sinais de exaustão, diz ex-presidente da Caixa O financiamento dos principais programas do Estado brasileiro nas últimas décadas, em especial nos setores de habitação e infraestrutura, vem sendo realizado com duas principais fontes de recursos: os depósitos da caderneta de poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8eff6fbb0842cb7507f06e4024756d92">Modelo de financiamento habitacional do país dá sinais de exaustão, diz ex-presidente da Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O financiamento dos principais programas do Estado brasileiro nas últimas décadas, em especial nos setores de habitação e infraestrutura, vem sendo realizado com duas principais fontes de recursos: os depósitos da caderneta de poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O setor privado nunca demonstrou interesse em investir em longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse modelo está sob pressão devido à queda drástica no saldo da poupança, ao uso cada vez mais indiscriminado dos recursos do FGTS e à nova regra de remuneração do Fundo. Embora seja positiva para os trabalhadores, essa mudança encarecerá o financiamento habitacional. O tema ganhou destaque recentemente, após a decisão da Caixa de reduzir o percentual de financiamento habitacional, tanto pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), de 80% para 70%, quanto pela Tabela Price, de 70% para 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mudanças reduzirão a oferta de crédito habitacional da Caixa para imóveis novos, usados, comerciais e até lotes urbanizados, impactando um dos focos do governo Lula, especialmente para a classe média. A Caixa detém 68% desse mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, os depósitos da poupança são uma das principais fontes de recursos para financiamentos habitacionais. Devido ao direcionamento obrigatório de 65% dos depósitos, essa aplicação é remunerada pela Taxa Referencial (TR), inferior aos juros de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com matéria publicada no site UOL em 08/07, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 2,8 bilhões no primeiro semestre de 2024. A poupança amarga o sétimo semestre consecutivo de perdas, totalizando R$ 229,3 bilhões desde janeiro de 2021, consequência direta da alta taxa Selic, que torna outros investimentos mais atraentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro importante funding para o desenvolvimento urbano e de infraestrutura é o FGTS. Entre 2002 e 2023, o FGTS financiou obras em 98% dos municípios brasileiros (5.460 cidades). Segundo o Conselho Curador do Fundo, mais de 70% dos seus recursos estão aplicados em habitação, infraestrutura e saúde, e o restante em títulos públicos federais. Cerca de 81% dos financiamentos habitacionais pelo FGTS foram concedidos a pessoas com renda entre 1 e 4 salários-mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, diversos fatores têm tornado o uso do FGTS mais restrito e caro para financiamento habitacional. Apenas 37,4% da população ocupada possui carteira assinada, segundo dados do IBGE, mesmo com o aumento da formalidade no governo Lula. Além disso, o FGTS tem sido utilizado para finalidades diversas, como o auxílio emergencial e o saque-aniversário, que acumulou retirada líquida de R$ 45,9 bilhões entre 2020 e 2024. A nova regra de remuneração das contas, determinada pelo STF, também contribui para a maior restrição do fundo no médio prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário prejudicará principalmente os mais pobres e a classe média, que enfrentarão uma menor oferta de crédito e juros mais altos, impactando ainda o setor da construção civil, fundamental para a geração de empregos e para a economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2023, alternativas para aumentar o funding na área de habitação vêm sendo discutidas no governo federal e nos bancos. Entre as soluções de curto prazo estão: alterar as regras de liberação dos compulsórios pelo Banco Central, reduzindo o recolhimento sobre os depósitos de 20% para 15%, e compensar a perda da poupança com recursos do FGTS, embora isso requeira a suspensão do saque-aniversário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra hipótese é avaliar o uso do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como alternativa para investimentos em infraestrutura. Atualmente, cerca de 55% das aplicações do FGC estão em operações compromissadas com liquidez diária, valor um pouco acima dos limites de socorro de liquidez e do programa de socorro aos depositantes. O restante (45%) poderia ser utilizado como funding para infraestrutura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também especulações sobre o uso dos fundos de pensão, embora esses enfrentem restrições devido às metas atuariais, regras normativas e a limitação de crédito de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o médio e longo prazo, sugiro que se repense o produto poupança, tornando-o mais atraente. Avaliar a capitalização dos bancos públicos pelo Tesouro e, obviamente, a redução da taxa básica de juros (Selic) também é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O direito à moradia está previsto na Constituição Federal como um direito social fundamental, mas ainda está longe de ser universal. Vale lembrar que o déficit habitacional no Brasil cresceu 6,1% entre 2019 e 2022, segundo a Fundação João Pinheiro. Em 2022, o país tinha um déficit habitacional absoluto de 6,2 milhões de moradias, com o custo excessivo do aluguel sendo o maior problema enfrentado por muitas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe saída fácil. Fato é que o modelo vigente está exaurido e forçará o governo, a elite econômica e política, e a sociedade a encararem, em breve, um inevitável acerto de contas sobre qual modelo de financiamento para a moradia digna e programas de infraestrutura será entregue às próximas gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Rita Serrano</em></strong> &#8211; <em>Palestrante, ex-presidente da Caixa, ex-presidente do Sindicato dos Bancários do ABC. Autora de vários livros e artigos, conselheira de administração, mestre em Administração. Considerada uma das mulheres mais influentes do Brasil e da América Latina, segundo a Bloomberg Línea de 2023.</em></p>
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		<item>
		<title>Caixa destinou R$ 85,2 bilhões ao financiamento da casa própria no semestre, alta 15%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-destinou-r-852-bilhoes-ao-financiamento-da-casa-propria-no-semestre-alta-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 12:38:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumenta financiamento da casa]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento da Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o banco, o crédito com recursos de poupança e FGTS beneficiou 31 mil pessoas a mais que igual período do ano passado A Caixa informou que, neste primeiro semestre de 2023, registou um crescimento anual de 15,3% no volume de concessões de crédito imobiliário com recursos da poupança e do FGTS, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">De acordo com o banco, o crédito com recursos de poupança e FGTS beneficiou 31 mil pessoas a mais que igual período do ano passado</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa informou que, neste primeiro semestre de 2023, registou um crescimento anual de 15,3% no volume de concessões de crédito imobiliário com recursos da poupança e do FGTS, que possuem as menores taxas no mercado. Ao todo, foram direcionados 85,2 bilhões no período para financiamento da casa própria, sendo R$ 44,4 bilhões pelo FGTS e outros R$ 40,8 bilhões na modalidade SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o banco estatal, 1,3 milhão de pessoas foram beneficiadas com 328,8 mil imóveis nos seis primeiros meses do ano. O saldo positivo foi de 31 mil unidades financiadas a mais em relação ao primeiro semestre de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, 7.482 unidades faziam parte do Programa Minha Casa, Minha Vida Faixa 1, que alcançou 30 mil pessoas em 16 estados. Desde o início do atual governo, o programa de habitação passou por mudanças e incentivos para voltar a crescer. Único a realizar operações do programa, o banco reforçou que mantém 67% da fatia do mercado de crédito imobiliário nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi comunicado que outros 1.047 empreendimentos foram contratados no período, somando 150,4 mil unidades em produção para o Minha Casa Minha Vida. &#8220;Em relação aos empreendimentos que estavam paralisados desde 2016, a Caixa já retomou as obras de 9.565 unidades habitacionais em 12 estados&#8221;, informa nota à imprensa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida terá locação social e aquisição de imóvel usado para renda de até R$ 8 mil mensais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/minha-casa-minha-vida-tera-locacao-social-e-aquisicao-de-imovel-usado-para-renda-de-ate-r-8-mil-mensais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 13:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Geração de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Programa MCMV]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo programa Minha Casa, Minha Vida terá locação social e aquisição de imóvel usado. Vai gerar 1 milhão de empregos e distribuir 2 milhões de novas moradias até 2026 O governo relançou por medida provisória (MP 1162/2023) o programa Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009, no segundo governo Lula, e extinto em 2020 pelo ex-presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Novo programa Minha Casa, Minha Vida terá locação social e aquisição de imóvel usado. Vai gerar 1 milhão de empregos e distribuir 2 milhões de novas moradias até 2026</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo relançou por medida provisória (MP 1162/2023) o programa Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009, no segundo governo Lula, e extinto em 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A MP foi publicada na edição desta quarta-feira (15) do<em> Diário Oficial da União</em>. A proposta atende a famílias com renda mensal de até R$ 8 mil, na zona urbana, e de anual de até R$ 96 mil, na zona rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o programa, o presidente Lula pretende contratar dois milhões de novas moradias até 2026, com a geração de um milhão de empregos. A retomada do Minha Casa, Minha Vida era uma das promessas de campanha de Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa habitacional retorna com a proposta de destinar 50% das unidades financiadas ou subsidiadas para a Faixa 1 – famílias com renda bruta de até R$ 2,6 mil. Os subsídios nessa faixa variam entre 85% e 95%. A possibilidade de locação social, a aquisição de moradia urbana usada e opções para famílias em situação de rua serão previstas no programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda as novas características do programa</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a divisão de acordo com faixas de renda:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">a) Faixa Urbano 1 &#8211; renda bruta familiar mensal até R$ 2.640;</p>



<p class="wp-block-paragraph">b) Faixa Urbano 2 &#8211; renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400 e;</p>



<p class="wp-block-paragraph">c) Faixa Urbano 3 &#8211; renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8.000.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No caso das famílias residentes em áreas rurais:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">a) Faixa Rural 1 &#8211; renda bruta familiar anual até R$ 31.680;</p>



<p class="wp-block-paragraph">b) Faixa Rural 2 &#8211; renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800 e;</p>



<p class="wp-block-paragraph">c) Faixa Rural 3 &#8211; renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96.000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposta do governo Lula com o Minha Casa, Minha Vida é gerar trabalho e renda, promover o desenvolvimento econômico e social e ampliar a qualidade de vida da população. As habitações podem ser oferecidas sob forma de cessão, doação, locação, comodato, arrendamento ou venda, mediante financiamento ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma lista de requisitos que direcionam a aplicação dos recursos do Orçamento da União e de fundos que ajudam a compor o Minha Casa, Minha Vida. Entre os requisitos, estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias que tenham uma mulher como responsável pela unidade familiar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias que tenham na composição familiar pessoas com deficiência, idosos e crianças e adolescentes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias em situação de risco e vulnerabilidade;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias em áreas em situação de emergência ou de calamidade;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Famílias em situação de rua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O novo programa prevê cinco linhas de ação:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Subsidiar parcial ou totalmente unidades habitacionais novas em áreas urbanas ou rurais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Financiar unidades habitacionais novas ou usadas em áreas urbanas ou rurais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Locação social de imóveis em áreas urbanas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Provisão de lotes urbanizados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Melhoria habitacional em áreas urbanas e rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investimentos totalizam R$ 206,9 milhões</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa reduz para 50% limite do financiamento de imóveis usados no SFH</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-reduz-para-50-limite-do-financiamento-de-imoveis-usados-no-sfh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econ&#244;mica Federal confirmou nesta segunda-feira (27/4) que reduzir&#225; o limite de financiamento para im&#243;veis usados a partir da pr&#243;xima segunda-feira (4/5). Segundo o banco, principal respons&#225;vel pelo financiamento de im&#243;veis no pa&#237;s, o foco deste ano ser&#225; o financiamento de im&#243;veis novos, &#8220;com destaque para a habita&#231;&#227;o popular &#8211; opera&#231;&#245;es do Minha Casa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A Caixa Econ&ocirc;mica Federal confirmou nesta segunda-feira (27/4) que reduzir&aacute; o limite de financiamento para im&oacute;veis usados a partir da pr&oacute;xima segunda-feira (4/5). Segundo o banco, principal respons&aacute;vel pelo financiamento de im&oacute;veis no pa&iacute;s, o foco deste ano ser&aacute; o financiamento de im&oacute;veis novos, &ldquo;com destaque para a habita&ccedil;&atilde;o popular &ndash; opera&ccedil;&otilde;es do Minha Casa, Minha Vida e recursos do FGTS&rdquo;, que n&atilde;o sofrer&atilde;o nenhuma altera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A partir da pr&oacute;xima semana, o limite de financiamento para im&oacute;veis usados nas opera&ccedil;&otilde;es com recursos da poupan&ccedil;a (Sistema Brasileiro de Poupan&ccedil;a e Empr&eacute;stimo) passar&aacute; de 80% para 50% do valor total do im&oacute;vel nas opera&ccedil;&otilde;es do Sistema Financeiro de Habita&ccedil;&atilde;o (SFH) e de 70% para 40% no Sistema Financeiro Imobili&aacute;rio (SFI), pelo Sistema de Amortiza&ccedil;&atilde;o Constante (SAC).</p>
<p>Com as mudan&ccedil;as, o consumidor que comprar im&oacute;vel usado pelo SFH, que atualmente precisa de uma entrada m&iacute;nima de 20%, ter&aacute; de dar uma entrada de, pelo menos, 50% e financiar a outra metade.</p>
<p>No caso do SFI, o comprador, que hoje pode dar uma entrada m&iacute;nima de 30%, ter&aacute;, a partir da pr&oacute;xima semana, de pagar pelo menos 60% do valor do im&oacute;vel, financiando com a Caixa no m&aacute;ximo 40%.</p>
<p>Crédito: Foto: Marcos Santos/ USP Imagens<br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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