<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Carnes e cesta básica &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/carnes-e-cesta-basica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jul 2024 11:46:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Carnes e cesta básica &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Entenda nova versão do projeto que regulamenta reforma tributária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/entenda-nova-versao-do-projeto-que-regulamenta-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 11:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carnes e cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[imposto Seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=55669</guid>

					<description><![CDATA[Câmara incluiu carro elétrico e apostas no Imposto Seletivo Após mais de dois meses de discussões, o projeto de lei complementar de cerca de 600 páginas que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo recebeu as primeiras mudanças na Câmara dos Deputados. A nova versão do texto não incluiu as carnes na lista de produtos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-020185242a9c2b16ae31aa3f3d04ab07">Câmara incluiu carro elétrico e apostas no Imposto Seletivo</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de dois meses de discussões, o projeto de lei complementar de cerca de 600 páginas que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo recebeu as primeiras mudanças na Câmara dos Deputados. A nova versão do texto não incluiu as carnes na lista de produtos da cesta básica que terão isenção do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados incluíram carros elétricos e apostas no Imposto Seletivo, também conhecido como imposto do pecado. Os parlamentares também criaram a figura jurídica no nanoempreendedor e alteraram levemente a lista de medicamentos que terão alíquota zero e alíquota reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças em relação ao texto original do governo,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/cesta-basica-nacional-tera-15-alimentos-com-imposto-zerado" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>enviado no fim de abril</strong></a>, não são definitivas. O projeto pode receber emendas durante a tramitação em plenário. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, disse que pretende votar o texto na próxima semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, que exigia três quintos dos votos para ser aprovada (308 na Câmara e 49 no Senado), o projeto de lei complementar exige maioria absoluta. Isso equivale à metade mais um dos parlamentares (257 votos na Câmara e 41 no Senado). Diferentemente da PEC, a votação ocorre apenas em um turno, não em dois. O texto, no entanto, pode voltar à Câmara caso sofra mudanças no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças foram inseridas por um grupo de trabalho criado no fim de maio composto pelos seguintes deputados: Claudio Cajado (PP-BA), Reginaldo Lopes (PT-MG), Hildo Rocha (MDB-MA), Joaquim Passarinho (PL-PA), Augusto Coutinho (Republicanos-PE), Moses Rodrigues (União-CE) e Luiz Gastão (PSD-CE). Arthur Lira criou o grupo para chegar a um relatório comum, dada a complexidade do texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação e a eventual sanção do projeto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva não significam que as regras tributárias mudarão instantaneamente. Haverá um prazo de transição que começa em 2026 e vai até 2033, quando os tributos atuais sobre o consumo serão substituídos pelo IVA e pelo Imposto Seletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda as principais mudanças inseridas pelo grupo de trabalho na Câmara</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carnes e cesta básica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o presidente Lula&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/precisamos-colocar-carne-na-cesta-basica-diz-lula-sobre-isencao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ter defendido a inclusão de carnes</strong></a>&nbsp;“populares” na cesta básica nacional, que terá isenção de IVA, o grupo de trabalho deixou esses alimentos fora da cesta. Dessa forma, as carnes de boi e de frango vão pagar 40% da alíquota cheia do IVA, como previsto no texto enviado pelo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a alíquota cheia fique em 26,5%, as carnes pagariam 10,5% de imposto, assim como diversos alimentos e insumos agropecuários com alíquota reduzida. Segundo o grupo de trabalho, caso as carnes fossem incluídas na cesta básica, a alíquota do IVA poderia subir para até 27,1%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota desse tipo de imposto, superando a Hungria, que cobra 27%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em troca da não inclusão da carne da cesta básica, o substitutivo sugeriu que a carne e o frango entrem no&nbsp;<em>cashback</em>,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/reforma-propoe-devolucao-de-50-em-luz-agua-e-gas-mais-pobres" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sistema de devolução de imposto</strong></a>&nbsp;em dinheiro a famílias mais pobres. A reforma tributária prevê a criação desse mecanismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também enviada no projeto de lei complementar, a regulamentação do&nbsp;<em>cashback</em>&nbsp;estabeleceu que a devolução de tributos beneficiará famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e as inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Quem estiver em uma dessas duas categorias será automaticamente incluído no programa. Uma lei ordinária definirá o funcionamento do programa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Imposto Seletivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também apelidado de imposto do pecado, o Imposto Seletivo teve a lista de produtos ampliada pelo grupo de trabalho. O tributo, que substituirá parcialmente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), passará a incidir sobre carros, incluindo os elétricos, e apostas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em troca, os parlamentares não incluíram a cobrança sobre caminhões, armas e munições. Durante a tramitação da PEC, o Imposto Seletivo sobre armamentos e munições foi retirado do Imposto Seletivo. Parlamentares e entidades da sociedade civil tentarão reincluir a tributação sobre os armamentos durante a tramitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a lista de produtos com Imposto Seletivo é composta por:<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; cigarros;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; bebidas alcoólicas;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; bebidas açucaradas;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; embarcações e aeronaves;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; extração de minério de ferro, de petróleo e de gás natural;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; apostas físicas e online;<br>•&nbsp;&nbsp;&nbsp; carros, incluindo os elétricos</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nanoempreendedor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados criaram a figura do nanoempreendedor, que não existe na legislação brasileira. A categoria é composta por empreendedores que faturam R$ 40,5 mil anualmente (R$ 3.375 mensais) que poderão escolher entre ficar no Simples Nacional, regime simplificado para micro e pequenas empresas cumulativo (com taxação em cascata), ou migrar para o IVA, que tem alíquota maior, mas não é cumulativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto proposto, o nanoempreendedor que migrar para o IVA deixará de recolher para a Previdência Social. Atualmente, o empreendedor com o menor volume de receitas são os microempreendedores individuais (MEI), que faturam até R$ 81 mil anuais e contribuem para a Previdência. Dessa forma, o volume de receita para definir o nanoempreendedor equivale à metade do MEI.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medicamentos e absorventes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados retiraram o citrato de sildenafila, medicamento para impotência sexual popularmente conhecido como Viagra, da lista de medicamentos com alíquota zero. O princípio ativo passará a pagar 40% da alíquota cheia. A tadalafila, outro princípio ativo usado para tratar disfunções eréteis, continuará com o IVA reduzido, na mesma categoria do Viagra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, os absorventes, que na versão original do projeto estavam na lista de alíquota reduzida de 40%, passarão para a alíquota zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quantidade de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/reforma-preve-isencao-para-vacinas-de-covid-dengue-e-febre-amarela" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>medicamentos e produtos para a saúde</strong></a> com alíquota reduzida e com isenção de IVA foi mantida. Como ocorreram troca de produtos entre as listas, a quantidade de substâncias isentas de tributos ficou em 383 e a quantidade de princípios ativos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-05/confira-se-seu-medicamento-tera-isencao-ou-reducao-de-imposto" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>com alíquota reduzida permaneceu em 850</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
