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	<title>carga horária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Redução de jornada de trabalho eleva produtividade e qualidade de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 12:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos na contramão da gestão]]></category>
		<category><![CDATA[carga horária]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Redução da carga horária]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa com empresas no Brasil mostra que tendência de gestão do trabalho, uma realidade na Europa, é positiva para empresários e empregados. Gestão nos bancos está na contramão! Nada de superexploração, pressão por metas desumanas e sobrecarga de trabalho, modelos de gestão ultrapassados que adoecem um número cada vez maior de trabalhadores, principalmente bancários, e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Pesquisa com empresas no Brasil mostra que tendência de gestão do trabalho, uma realidade na Europa, é positiva para empresários e empregados. Gestão nos bancos está na contramão!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada de superexploração, pressão por metas desumanas e sobrecarga de trabalho, modelos de gestão ultrapassados que adoecem um número cada vez maior de trabalhadores, principalmente bancários, e resulta em muitas licenças médicas e baixa produtividade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que faz os empregados produzirem mais e melhor são condições mais dignas de trabalho e mais tempo para o trabalhador descansar, estar com a família, estudar ou se ocupar com atividades de lazer. Isto é o que mostra uma pesquisa feita no Brasil com empresas que toparam experimentar a redução da carga horária de cinco para quatro dias semanais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo modelo de gestão já tem dado certo em vários países da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por aqui, os empresários participantes de um estudo garantem que a produtividade aumentou e os funcionários se sentem mais engajados e comprometidos com os objetivos da empresa com a implementação do novo modelo. Os patrões garantem que os empregados trabalham mais felizes e dispostos e com mais disposição de permanecerem nos seus cargos e empregos, graças a redução da carga horária de cinco para quatro dias na semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento na produtividade foi verificado por empresas que toparam fazer a experiência deste modelo de gestão que já é realidade em vários países da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padrões que incluem, além da redução de horas trabalhadas e maior bem-estar para os funcionários, o trabalho remoto, aumentando o contato do funcionário com o ambiente familiar, também tiveram resultados extremamente positivos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo matéria de O Globo publicada, ontem dia 11/04, vinte e duas empresas brasileiras estão participando do experimento para avaliar os impactos da semana de trabalho de quatro dias. A iniciativa é da organização sem fins lucrativos &#8216;4 Day Week&#8217;, que conduz testes sobre o assunto ao redor do mundo, e da brasileira &#8216;Reconnect Happiness at Work&#8217;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as empresas que já implementaram o modelo, os resultados apontam aumento na produtividade e funcionárias muito mais felizes. O levantamento mostra ainda que os empregados se mostraram mais propensos a permanecer nos seus cargos e na firma onde trabalham.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os bancos estão na contramão das gestões modernas, inclusivas e humanas. O abuso das metas, a cobrança com pressão por resultados e a insuficiência de pessoas para realizar tarefas, o que gera a imposição por acúmulo de funções levam para um ritmo de trabalho excessivo e doentio”, reflete Eneida koury, dirigente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancária do BB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eneida está embasada em dados da pesquisa realizada por pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB) e o movimento sindical. A pesquisa aponta que cerca de 80% dos bancários declaram ter tido pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho no último ano. Destes, quase metade está em acompanhamento psiquiátrico. O principal motivo declarado para buscar tratamento médico foi o trabalho. Entre os que estão em acompanhamento psiquiátrico, 91,5% estão utilizando medicações prescritas pelo psiquiatra, um percentual que cai para 64,4% entre os que estão em outros tipos de acompanhamentos médicos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bem-estar do funcionário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalho 100% remoto e em apenas quatro dias na semana? Este modelo mais humano de gestão é possível nas empresas e algumas das nações mais avançadas do mundo comprovam ser possível esta nova realidade no mundo do trabalho, que eleva a saúde, o bem-estar social e a produtividade das empresas que adotaram a semana de quatro dias para seus funcionários e a possibilidade de se trabalhar em casa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas se inscreveram para o experimento em agosto de 2023. Entre setembro e outubro, passaram por uma fase de treinamento. Duas companhias já começaram a implementar o modelo em dezembro. Bia parte das empresas iniciou a semana de quatro dias em janeiro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As companhias cadastradas no projeto piloto se dividem entre microempresas, com cinco funcionários, e médias empresas, com cerca de 250 empregados. Mas há também grandes empresas, como a Soma, do Grupo Dreamers, e uma rede de hotéis, que preferiu não revelar sua participação no projeto.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São ao todo 22 empresas, em cinco estados, com um total de 280 funcionários inscritos nos testes. Os resultados são tão surpreendentes que mais de 70% das empresas pretendem implementar o modelo com a inclusão de todos os setores e quadro funcional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seis companhias, num primeiro momento, fazem o experimento em algum departamento para, em seguida, ampliar gradativamente a proposta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Renata Rivetti, diretora da Reconnect Happiness At Work, em entrevista ao Globo disse que as empresas estão tendo ótimos resultados:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os funcionários estão mais motivados, trabalhando melhor. As empresas notaram mais engajamento e mais comprometimento com os projetos, além de maior senso de responsabilidade&#8221;, avalia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais saúde e lazer</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo mostra ainda que a semana de quatro dias reduz a &#8220;síndrome de burnout&#8221; em 71% e a queda na produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença, que é causada pelo esgotamento profissional, é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade e responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Renata, os funcionários também se mostraram mais propensos a permanecer nas empresas. Para ela, os resultados indicam que a produtividade não aumenta de acordo com a quantidade de horas trabalhadas, mas de acordo com o bom gerenciamento das equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora quase todas as empresas tenham escolhido conceder folgas na sexta, uma parte delas na verdade adotou um modelo de escalas, para manter o funcionamento durante toda a semana. No entanto, a&nbsp;maioria optou por conceder a folga na sexta-feira, porque esse já é um dia mais lento, em que as pessoas sentem um ritmo menor e a procura dos clientes também é menor. Para alguns empresários e gestores, cortar a sexta impactaria negativamente nos resultados. O dia já está no imaginário social relacionado a uma rotina mais leve, em que as pessoas estendem o dia batendo papo e tomando uma cerveja ou refrigerante com os amigos do trabalho, a ponto de ter sido criada a expressão popular &#8220;sextou&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Porque reduzir a jornada&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas destacaram alguns dos principais motivos para estarem no experimento. Em primeiro lugar, dizem ter problemas para atrair e reter funcionários e acreditam que a jornada de trabalho reduzida pode ser um diferencial para atrair novos trabalhadores que valorizam mais a qualidade de vida, uma tendência maior entre os mais jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em países desenvolvidos, além da redução da carga horária de trabalho, há outros aspectos que aumentam a qualidade de vida e bem-estar do trabalhador.&nbsp; No Canadá os pets vão ao trabalho com seus donos, trazendo o prazer da companhia do &#8220;melhor amigo&#8221; e a descontração no ambiente de trabalho.&nbsp;</p>
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		<title>Semana de 4 dias: 3,3 mil trabalhadores testam a proposta no Reino Unido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/semana-de-4-dias-3-3-mil-trabalhadores-testam-a-proposta-no-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[4 dias semanais]]></category>
		<category><![CDATA[carga horária]]></category>
		<category><![CDATA[menor carga horária]]></category>
		<category><![CDATA[teste de carga horário]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhar 4 dias]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A economia não precisa que trabalhemos mais do que isso&#8221;, diz responsável por articular o teste, que vai até dezembro. Bancários também reivindicam em sua Campanha Nacional Unificada deste ano O Reino Unido é palco do maior teste da proposta de redução de jornada de trabalho para uma semana de quatro dias sem redução de salários em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A economia não precisa que trabalhemos mais do que isso&#8221;, diz responsável por articular o teste, que vai até dezembro. Bancários também reivindicam em sua Campanha Nacional Unificada deste ano</p>
<p></p>
<p>O Reino Unido é palco do maior teste da proposta de redução de jornada de trabalho para uma semana de quatro dias sem redução de salários em todo o mundo. Desde junho, cerca de 3,3 mil trabalhadores de mais de trinta setores da economia estão experimentando esse modelo de trabalho que promete vidas mais saudáveis para trabalhadores e um mundo mais sustentável &#8211; sem perda de lucratividade das empresas. </p>
<p> </p>
<p>O experimento é desenvolvido pela campanha global 4 Day Week, que busca incentivar a adoção da proposta por meio de parcerias com empresas e governos em todo o mundo. Experiências similares foram feitas na Irlanda, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Israel. <strong>No Brasil, os bancários incluíram a reivindicação na campanha salarial deste ano.</strong></p>
<p> </p>
<p>No Reino Unido, o piloto vai até dezembro, envolvendo mais de 70 empresas e organizações. Os empregadores que aderiram recebem apoio, na forma de oficinas e seminários on-line com especialistas e mentoria direta com organizações que já implementaram a semana de 4 dias de forma bem sucedida. </p>
<p> </p>
<p>Joe Ryle, Diretor de Campanha da semana de 4 Day Week Reino Unido, conta que o projeto começou a ser divulgado em janeiro e, imediatamente, a organização foi &#8220;inundada&#8221; com mais de 500 empresas interessadas. &#8220;Não conseguiríamos lidar com essa quantidade. Então, no final, reduzimos para 70 empresas, e estávamos prontos para começar em junho&#8221;, lembra.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Procuramos escolher empresas de diferentes setores da economia. Temos empresas do setor de hospitalidade, varejo, marketing, telecomunicações, construção. Vários setores diferentes pra mostrar que isso é possível em toda a economia. Não é algo que possa ser feito da noite para o dia, é preciso uma transição para chegar lá, mas é para todo mundo, um mundo melhor para todos&#8221;, defende.</p>
<p> </p>
<p>As empresas adotam uma jornada de 32 horas semanais, que é o equivalente a quatro dias de 8 horas. &#8220;Não acreditamos que alguém deveria trabalhar mais do que isso, a economia não precisa que trabalhemos mais do que isso. De fato, trabalhar mais do que isso está nos levando a estarmos esgotados, sobrecarregados, pouco eficiente e pouco produtivos&#8221;, sustenta Ryle. </p>
<p> </p>
<p>&#8220;A semana de cinco dias de jornada, o modelo de 40 horas é  baseado em uma  economia agrícola, das anos 1930 e 40. É uma  maneira realmente ultrapassada de trabalhar e que nunca foi atualizada. A pandemia de covid foi um gatilho para repensarmos este modelo. Faz 110 anos desde que passamos de uma semana de seis dias para uma semana de cinco dias. Chegou a hora de tornar nossas vidas melhores, para ter mais tempo livre&#8221;, defende Ryle. </p>
<p> </p>
<p><strong>Preservar a saúde e o meio ambiente</strong></p>
<p>Um dos impactos principais da proposta, já detectado em testes anteriores realizados pela 4 Day Week Global, é a melhoria na saúde dos trabalhadores – e, por consequência, no seu rendimento no trabalho. Mais descansados e motivados, os empregados rendem mais e adoecem menos.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;O trabalhador está mais descansado, provavelmente está mais satisfeito com relação à sua rotina de trabalho. Não está estressado, não está sobrecarregado. Isso tem impactos na saúde evidentemente, porque uma sobrecarga de trabalho muito grande tem danos à saúde do trabalhador e em vários aspectos. Isso também contribui para reduzir o número de pessoas que são forçadas a entrar em tratamento por conta de jornadas longas e excessivas&#8221;, explica a economista Marilane Teixeira, e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho Da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp). </p>
<p> </p>
<p>&#8220;Temos 100 empresas que adotaram a semana de 4 dias e todas relatam que a produtividade aumentou, o bem estar dos trabalhadores aumentou, e sem nenhum custo extra para as empresas&#8221;, concorda Ryle. &#8220;Em muitos casos, as empresas estão alcançando maiores lucros do que antes, porque as equipes estão mais motivadas, trabalhando melhor, mais efetivos, mais descansados, mais criativos. É uma situação em que trabalhadores e empresas ganham.&#8221; </p>
<p> </p>
<p>Além do bem estar dos trabalhadores, a redução da jornada tem um impacto também para o meio ambiente. Segundo Ryke, evidências de estudos da rede organizada pela 4 Day Week Global sugerem que a semana de quatro dias ajuda a reduzir emissões de carbono, por conta dos trabalhadores realizarem um dia a menos de transporte até o local de trabalho e também porque os escritórios são usados um dia a menos, economizando eletricidade.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;A semana de quatro dias tem a ver com viver vidas melhores, de forma mais sustentável, mais saudável. Isso vai nos dar a possibilidade de fazer a transição para uma sociedade de baixo carbono&#8221;, afirma. &#8220;Nos dar mais tempo livre vai nos possibilitar viver vidas mais sustentáveis. Ter o tempo para cozinhar uma refeição mais saudável e deixar de comprar comida pronta.&#8221;</p>
<p> </p>
<p><strong>Mais empregos, menos desigualdade</strong></p>
<p>A proposta responde a um problema estrutural em todo o mundo, e bastante sério no Brasil: as altas taxas de desemprego, subutilização de mão de obra e informalidade. &#8220;É visível que uma parte expressiva da classe trabalhadora mundial ainda cumpre jornadas superiores a 48 horas semanais, enquanto outra proporção se encontra em situação de subemprego, com jornadas muitas vezes insuficientes, que não asseguram sequer a sobrevivência&#8221;, explica a economista Marilane Teixeira, e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho Da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp). </p>
<p> </p>
<p>No Brasil, são 10,6 milhões de pessoas desocupadas segundo dados do Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o mês de junho. Além disso, a população subutilizada (que gostaria de ter mais horas de trabalho – e mais renda) ficou em 25,4 milhões de pessoas e 4,3 milhões de pessoas se disseram desalentadas (que desistiram de procurar trabalho). Mesmo entre os ocupados, 40,1% estão na informalidade.</p>
<p> </p>
<p>Para ela, o problema é estrutural e apenas ampliar o crescimento econômico não será suficiente para resolvê-lo. &#8220;A capacidade de gerar emprego para toda essas pessoas depende basicamente de se repensar a questão da distribuição da jornada de trabalho. Porque é muito pouco provável, dadas as inovações e os avanços tecnológicas, que se consiga, só por meio do crescimento econômico, recuperar a capacidade de gerar emprego para todos. Você precisa redistribuir o tempo social, e isso só é possível reduzindo a jornada como uma forma de permitir que mais pessoas possam trabalhar&#8221;, afirma.</p>
<p> </p>
<p>A solução passa por tornar mais justa a distribuição social dos ganhos de produtividade alcançados nas últimas décadas, por conta de avanços tecnológicos que diminuem a necessidade de mão de obra. Marilane explica que, até aqui, esses ganhos têm sido absorvidos quase que em sua totalidade pelos patrões, sem distribuição para trabalhadores ou para o conjunto da sociedade. A redução da jornada e inclusão de mais pessoas na força de trabalho são caminhos para redistribuir essa riqueza e garantir mais justiça social, ao lado da redução dos preços e do aumento dos salários.</p>
<p> </p>
<p>O piloto é uma parceria da 4 Day Week com o think tank Autonomy e pesquisadores no Boston Collegge e nas universidades de Cambridge e Oxford. Esses acadêmicos acompanham o processo com avaliações de bem estar dos trabalhadores e produtividade de todas as empresas, como parte de uma pesquisa global sobre o tema. Os resultados serão divulgados após o final do teste, em dezembro deste ano.</p>
<p>Crédito: Roberto Parizotti/Fotos Púlbicas<br />Fonte: Brasil de Fato<br />Escrito por: Nicolau Soares  edição: Thalita Pires</p>
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