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	<title>Campanha Eleitoral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Campanha Eleitoral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Lula sanciona lei que altera tabela do Imposto de Renda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-lei-que-altera-tabela-do-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 06:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da Folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Tabela do Imposto de renda]]></category>
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					<description><![CDATA[“Não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”, diz presidente Na última quarta-feira (1º de maio), durante ato com trabalhadores na zona leste de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 81/2024 que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">“Não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”, diz presidente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na última quarta-feira (1º de maio), durante ato com trabalhadores na zona leste de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei nº 81/2024 que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até dois salários mínimos por mês. Ele reafirmou a promessa de, até o fim do seu mandato em 2026, aprovar a isenção do pagamento do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse país vai tratar com muito respeito 203 milhões de homens e mulheres que moram nesse país. A economia brasileira já voltou a crescer, o salário já voltou a crescer, o imposto de renda eu prometi para vocês que até o final do meu mandato, até R$ 5 mil as pessoas não pagarão imposto de renda. E estou dizendo para vocês a palavra continua em pé”, disse Lula, destacando a articulação dos seus ministros com o Congresso Nacional na aprovação de medidas de interesse do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi assim que nós fizemos, pela primeira vez no momento de democracia, a reforma tributária em que a gente vai despenalizar a pessoa de classe média que paga muito e fazer com que o muito rico pague um pouco do Imposto de Renda nesse país porque só o pobre é que paga. Nessa proposta de Imposto de Renda todo o alimento da cesta básica será desonerado e não terá Imposto de Renda sobre comida do povo trabalhador desse país”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda durante o ato, Lula assinou o decreto de promulgação da Convenção e Recomendação sobre o Trabalho Decente para as Trabalhadoras e os Trabalhadores Domésticos</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desoneração</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente também aproveitou o discurso para criticar a manutenção da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia. Lula disse que “não haverá desoneração para favorecer os mais ricos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei da desoneração que prorroga, até 2027, a troca da contribuição previdenciária – correspondente a 20% da folha de pagamento – por uma alíquota entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta de empresas de 17 setores da economia. O projeto também cortou de 20% para 8% a alíquota das contribuições ao INSS por parte dos municípios com até 156 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente faz desoneração quando o povo pobre ganha, quando o trabalhador ganha, mas fazer desoneração sem que eles sequer se comprometam a gerar um emprego, sem que eles sequer se comprometam a dar garantia para quem está trabalhando. Eu quero dizer que no nosso país não haverá desoneração para favorecer os mais ricos e, sim, para favorecer aqueles que trabalham e que vivem de salário”, disse Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Lula vetou o projeto de lei da desoneração, mas o Congresso derrubou o veto ainda em dezembro do ano passado, mantendo o benefício às empresas. Para Lula, a medida não garante a geração de empregos e não pode haver desoneração da folha de pagamento de empresas sem contrapartida aos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desoneração da folha de pagamento tem impacto de cerca de R$ 9 bilhões por ano à Previdência Social. A ajuda aos pequenos municípios fará o governo deixar de arrecadar R$ 10 bilhões por ano. O governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal e a ação tem o placar de 5 a 0 na Corte para suspender a desoneração. Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é preciso encontrar um caminho para evitar prejuízos à Previdência Social. “A receita da Previdência é sagrada para pagar os aposentados. Não dá para brincar com essa coisa”, disse Haddad, nessa semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato em São Paulo foi realizado no estacionamento da Neo Química Arena (estádio do Corinthians), na zona leste da capital paulista. Pela primeira vez, a celebração deixou de ser realizada na região central da cidade, no conhecido Vale do Anhangabaú.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante seu discurso, Lula comentou sobre o esvaziamento do evento e cobrou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não pense que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e eu disse para ele, ‘Márcio, o ato está mal convocado, nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar’. Mas, de qualquer forma, eu estou acostumado a falar com mil, com 1 milhão, mas também, se for necessário, eu falo apenas com uma senhora maravilhosa que está ali na minha frente”, disse Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo sexto ano seguido, os atos políticos do Dia do Trabalhador em todo o país são organizados, de forma unificada, pelas centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical Central da Classe Trabalhadora</a>. Shows e apresentações culturais também fazem parte da programação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sob o tema Por um Brasil mais Justo, o 1º de Maio 2024 será um dia de celebração e reflexão para levar a toda a população brasileira a luta do movimento sindical em defesa da classe trabalhadora”, informou a CUT. Entre as pautas das entidades estão emprego decente, correção da tabela de Imposto de Renda, juros mais baixos, valorização do serviço e dos servidores públicos, igualdade salarial e aposentadoria digna.</p>
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		<title>Mandato coletivo: uma nova forma de compor um gabinete</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mandato-coletivo-uma-nova-forma-de-compor-um-gabinete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Mandato Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Compartilhada]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar em mandato coletivo ou compartilhado? Trata-se de uma forma de exercício de mandato legislativo em que o representante se compromete a dividir o poder com um grupo de cidadãos, reforçando a representação democrática e aumentando a colaboração entre a sociedade civil e o Poder Público O sistema democrático indireto tem como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em></em>Você já ouviu falar em mandato coletivo ou compartilhado? Trata-se de uma forma de exercício de mandato legislativo em que o representante se compromete a dividir o poder com um grupo de cidadãos, reforçando a representação democrática e aumentando a colaboração entre a sociedade civil e o Poder Público</p>
<p>O sistema democrático indireto tem como característica a participação popular na gestão do governo através da eleição de representantes, onde a sociedade delega sua soberania. No entanto, mesmo sendo uma das formas contemporâneas mais comuns utilizada na gestão política, o sistema apresenta desvantagens referentes à disputa pelo poder e a desvinculação com sua função representativa, levando a um regime com pouca legitimidade.</p>
<p>Apesar dos processos eleitorais e liberdades civis presentes no Brasil, a atuação popular nas tomadas de decisão do governo é limitada e a cultura política ainda é baixa. Esse cenário acaba por colocar os cidadãos às margens dos processos de resolução política, de modo a gerar fragilidade nas instituições, problemas de governabilidade e crise de representatividade. Foi pensando em tudo isso que foi criado o sistema de mandato coletivo ou mandato compartilhado. Vamos entender como funciona essa forma de composição do gabinete?</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Repensando a forma como um legislador atua</strong></span></p>
<p>Devido ao cenário de descredibilidade aos velhos partidos e pelo modo como se dá o acesso dos representantes políticos na esfera pública – por via única de filiação às legendas partidárias -, atores de mudança apostam nesse tipo de mandato como uma nova forma de representação, participação e exercício democrático. Para isso, os mandatos coletivos apostam na adesão e colaboração da sociedade civil com o poder público através da intervenção direta da população nas tomadas de decisões de um representante político durante seu mandato.</p>
<p>Para além da aproximação e abertura de canais de diálogo entre representantes e civis, o mandato compartilhado busca mecanismos de inclusão da sociedade nos processos de decisão e o aumento do seu poder de influência e interferência dentro dos espaços políticos.</p>
<p>Nesse modelo, o político se compromete a dividir seu gabinete e mandato com uma rede de pessoas voluntárias, compartilhando sua gestão e votando de acordo com as deliberações desse time. Dessa forma, o representante abre espaço para ações e posicionamentos mais plurais, que tendem a neutralizar interesses particulares. Inicialmente, o modelo foi colocado em prática no poder legislativo municipal, com membros da rede de colaboradores chamados covereadores. Atualmente é também possível encontrar mandatos compartilhados no legislativo federal e estadual, como resultado do processo de renovação política na última eleição.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Candidatura e campanha eleitoral do modelo</strong></span></p>
<p>Em um mandato coletivo, estão reunidas diversas pessoas com conhecimento e experiência em áreas específicas, pertencentes a diferentes setores sociais e partidos políticos. Sua missão é assumir o compromisso de ser um canal direto de intervenção da sociedade no poder público, de forma a somarem suas capacidades em áreas particulares e contribuírem na cocriação de projetos e na gestão da governança, agregando ao mandato múltiplas perspectivas e diferentes saberes.</p>
<p>Na prática, a modalidade pode ocorrer de duas formas; reunindo o coletivo em torno de um nome que é efetivamente um pré-candidato, mobilizando votos durante a campanha para esse nome, mas divulgando a ideia da candidatura coletiva; ou durante o mandato, onde o time é formado somente após o político ser eleito. Independente do modo como o mandato compartilhado é adotado, apenas um candidato estará registrado na Justiça Eleitoral e será eleito, mesmo que o mandato seja exercido em conjunto, onde todos os participantes serão responsáveis pela gestão.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Política com responsabilidade compartilhada</strong></span></p>
<p>A inovação busca agregar outras formas de experiência e ideias à gestão do parlamentar, de modo a formar um grupo heterogêneo que participe das tomadas de decisão, levantamento de demandas, criação de soluções para problemas, apresentação de projetos de lei e fiscalização da atuação do político eleito. Assim, forma-se um mandato com visão mais holística, colaborativa, aberta e horizontal, onde os posicionamentos do político, por exemplo, são resultantes dos diálogos com o grupo.</p>
<p>Do mesmo modo, o modelo agrega ao mandato sua capacidade de estar presente em vários espaços e setores através da construção de um capital social mais responsável e plural na gestão.</p>
<p><em><span style="color: #000000;"><strong>Eneida Koury</strong></span></em>, Secretária de Finanças do SEEB Santos e Região, compõe o <a href="https://emtodasaslutas.com.br/eneida-koury/" target="_blank" rel="noopener">Mandato Coletivo Em Todas as Lutas</a>.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em><strong>Misoginia </strong></em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-cortou-90-das-verbas-de-programas-de-combate-a-violencia-contra-mulher" target="_blank" rel="noopener">Bolsonaro cortou 90% das verbas de programas de combate à violência contra mulher</a></span></p>
<p>Fonte: Politize!<br />
Escrito por: Sandy Xavier</p>
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