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	<title>Caixa lucro semestral 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Caixa tem lucro de R$ 3,9 bilhões no 2º trimestre, alta de 5,9%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa lucro semestral 2026]]></category>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de&nbsp;<strong>R$ 7,4 bilhões</strong>&nbsp;no primeiro semestre de 2026!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Caixa Econômica Federal</strong> registrou lucro líquido recorrente de <strong>R$ 3,9 bilhões </strong>no segundo trimestre, alta de 5,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo relatório da administração divulgado nesta quarta-feira (26).  A Caixa Econômica Federal acumula um lucro líquido de <strong>R$ 7,4 bilhões</strong> no primeiro semestre de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado foi impulsionado pela <strong>expansão da carteira de crédito</strong>, que encerrou o segundo trimestre de 2026 em <strong>R$ 1,45 trilhão</strong>, alta de <strong>11,9%</strong> em relação ao mesmo período do ano anterior. A captação e as receitas de prestação de serviços também contribuíram para o desempenho no trimestre, segundo a Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>carteira imobiliária</strong> atingiu <strong>R$ 1,01 trilhão</strong>, alta de <strong>15%</strong> em relação ao mesmo período de 2025. As carteiras comercial, de infraestrutura e de agronegócio totalizaram R$ 270,4 bilhões, R$ 110,5 bilhões e R$ 62,3 bilhões, respectivamente. O índice de inadimplência acima de 90 dias subiu 0,98 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, para 3,64%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançou R$ 7 bilhões, alta de 97,6% na comparação anual. O Índice de Basileia ficou em 15,5%, ante 16% no segundo trimestre de 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultado precisa se refletir em valorização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação dos empregados, os resultados reforçam a cobrança para que a solidez financeira da Caixa seja acompanhada pela valorização de quem trabalha no banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 reivindica, entre outros pontos, uma PLR Social equivalente a 6% do lucro líquido, distribuída de forma linear e sem limite individual, além da retirada de limitadores, maior transparência nos cálculos e participação das entidades sindicais no acompanhamento dos critérios.<br>Na remuneração variável, a reivindicação é pela revisão do Super Caixa, com adoção do princípio “vendeu, recebeu”, pagamento integral de comissões e premiações, critérios claros e previamente divulgados e regras que não estimulem pressão, competição adoecedora ou assédio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Saúde Caixa também está no centro das reivindicações. A minuta pede o fim do teto estatutário que limita a participação do banco no custeio do plano e a garantia da proporção de 70% das despesas para a Caixa e 30% para os empregados. A retirada do teto de 6,5% da folha salarial é uma das prioridades da CEE nas negociações de 2026.<br>“Um banco que encerra seis meses com R$ 7,4 bilhões de lucro, quase R$ 2,4 trilhões em ativos e uma carteira de crédito de R$ 1,448 trilhão tem resultados que demonstram sua força. O que estamos cobrando é que essa força também seja usada para valorizar quem constrói esses números. Isso significa colocar mais recursos no Saúde Caixa, melhorar a PLR, corrigir os problemas dos programas de remuneração variável e garantir remuneração adequada, contratar mais empregados e oferecer condições de trabalho que não adoeçam as pessoas”, concluiu Luiza Hansen.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adoecimento acende alerta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados sobre saúde reforçam a preocupação. Pesquisa realizada pela Fenae em 2025, com 3.820 empregados da ativa e aposentados de todas as regiões do país, avaliou condições de trabalho e percepções sobre saúde física e mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento apontou a cobrança por resultados, o ritmo acelerado de trabalho e a fiscalização constante do desempenho entre os principais riscos psicossociais. O estudo estima que ao menos dois terços dos trabalhadores pesquisados podem estar trabalhando adoecidos. Também mostrou que 41% consideram o risco de descomissionamento uma ameaça constante e 55% se sentem pressionados a vender produtos que não consideram úteis ou benéficos aos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro indicador preocupante é que 32% declararam usar medicação psiquiátrica por motivos relacionados ao trabalho, enquanto 37% dos participantes relataram diagnóstico de problema de saúde mental relacionado ao trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos discutir balanço olhando somente para lucro, carteira de crédito e eficiência. Precisamos olhar também para as pessoas que produzem esses resultados. Quando o quadro é insuficiente, a cobrança por metas é excessiva e a ameaça de perda de função vira instrumento de pressão, o custo aparece na saúde dos empregados. Um banco público forte precisa ser economicamente sólido, mas também precisa ter um ambiente de trabalho saudável e respeitoso”, afirmou a coordenadora da CEE.</p>
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