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	<title>Caixa dados sobre desigualdade racial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Caixa dados sobre desigualdade racial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Dados expõe desigualdade racial na Caixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 11:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa dados sobre desigualdade racial]]></category>
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		<category><![CDATA[Desgualdade racial Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos defendem que o banco deve assumir protagonismo na luta contra o racismo estrutural no mundo do trabalho e em toda a sociedade A Caixa Econômica Federal é um dos maiores bancos públicos do país e um dos principais empregadores do setor financeiro brasileiro. O banco é o principal responsável pela execução dos programas sociais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5461b9482be0d2b7ad273ba20e5d7b08">Sindicatos defendem que o banco deve assumir protagonismo na luta contra o racismo estrutural no mundo do trabalho e em toda a sociedade</h4>



<p></p>



<p>A Caixa Econômica Federal é um dos maiores bancos públicos do país e um dos principais empregadores do setor financeiro brasileiro. O banco é o principal responsável pela execução dos programas sociais do Governo Federal, que visam combater a desigualdade social e econômica no país. No entanto, um levantamento realizado pelo Dieese, com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego, revela que o banco reproduz em seu ambiente as profundas desigualdades estruturais do mercado de trabalho no país, especialmente quando se analisam cor, raça, renda e oportunidades de ascensão profissional.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br>Dados da desigualdade racial na Caixa</h4>



<p>Segundo os dados da Rais, 68,5% dos empregados da Caixa são brancos, somente 3,8% são pretos e 23,4% pardos. Nos cargos e faixas de remuneração mais altas (acima de 10 salários mínimos), essa desigualdade se intensifica:<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Pessoas brancas representam mais de 72% dos salários entre 10 e 20 salários mínimos.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;E mais de 74% entre os que ganham acima de 20 salários mínimos.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Pessoas pretas são apenas 3% nesses grupos.<br><br>A disparidade é ainda mais grave para mulheres negras, que formam o grupo com menor presença nas faixas salariais elevadas, evidenciando não apenas desigualdade racial, mas também de gênero.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desigualdade salarial persiste</h4>



<p>Os dados de movimentação do Caged mostram aumento do número de empregados e empregadas pretas (529) e pardas (2.325) de 2020 a 2025. O saldo para trabalhadores brancos foi negativo (-983). Entretanto, o avanço proporcional não se traduz em igualdade salarial.<br><br>A remuneração média revela:<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Homem Negro: R$ 4.229,37<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Homem Não Negro: R$ 5.563,38<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Mulher Negra: R$ 3.895,45<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Mulher Não Negra: R$ 5.384,96<br><br>Ou seja, trabalhadores negros seguem ganhando menos, mesmo com a ampliação de contratações.<br><br>Os dados confirmam uma realidade conhecida e questionada há anos pelas entidades sindicais. Para a representante eleita dos empregados no Conselho de Administração da Caixa Fabiana Uehara, não basta contratar mais negros. “É preciso garantir trajetória, valorização, formação e presença nas cadeiras de decisão. Diversidade é compromisso, não estatística”.<br><br><strong>“A Caixa deve ser espelho na luta contra o racismo no trabalho, contra as injustiças aos empregados negros e pardos. Desenvolver um plano que valorize e leve-os aos patamares mais elevados na carreira. O banco foi idealizado para garantir justiça social quando financia com taxas menores a casa própria. Então, tem que garantir isso no seu ambiente de trabalho também”, avalia Mateus Lima, dirigente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e empregado Caixa.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Responsabilidade da Caixa</h4>



<p>Os Sindicatos reforçam que a Caixa, por ser uma empresa pública e estratégica, deve liderar o processo de transformação no setor financeiro, combatendo desigualdades e promovendo justiça racial de forma concreta e permanente.<br><br>Isso significa:<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Políticas afirmativas robustas.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Metas de promoção racial e de gênero.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Programas de formação voltados à ascensão profissional de trabalhadores negros.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Transparência nos dados de carreira, promoção e remuneração.<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso institucional permanente com a agenda antirracista.<br><br><strong>“As entidades de representação sindical e associativas das empregadas e empregados da Caixa reafirmam que não há democracia no mundo do trabalho sem igualdade racial, e que esse é um compromisso que a Caixa precisa assumir com firmeza e urgência”</strong>, finaliza o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco.</p>
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