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	<title>Cai desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cai desemprego &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Desemprego cai para 6,4% e número de trabalhadores ocupados é recorde de 103 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 14:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumenta emprego 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Cai desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE e emprego 2024]]></category>
		<category><![CDATA[recorde de emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa é a segunda menor taxa de desocupação da série histórica da PNAD Contínua do IBGE, iniciada em 2012. O número de trabalhadores do país subiu para 103,0 milhões, novo recorde da pesquisa O índice do desemprego no trimestre encerrado em setembro recuou 0,5% frente ao trimestre de abril a junho de 2024 (6,9%) e [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Essa é a segunda menor taxa de desocupação da série histórica da PNAD Contínua do IBGE, iniciada em 2012. O número de trabalhadores do país subiu para 103,0 milhões, novo recorde da pesquisa</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice do desemprego no trimestre encerrado em setembro recuou 0,5% frente ao trimestre de abril a junho de 2024 (6,9%) e caindo 1,3% ante o mesmo trimestre móvel de 2023 (7,7%), de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (31).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa foi a segunda menor taxa de desocupação da série histórica da Pesquisa Nacional a Domicílio (PNAD) Contínua do IBGE, iniciada em 2012, superando apenas a taxa do trimestre encerrado em dezembro de 2013 (6,3%). Os dados incluem trabalhadores formais e informais, ao contrário do&nbsp;<a href="https://www.cut.org.br/noticias/criacao-de-empregos-formais-no-brasil-tem-alta-de-21-em-setembro-segundo-mte-2f90" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caged</a>&nbsp;que pesquisa mensalmene apenas o trabalho formal. O Caged em setembro registrou a abertura de 247,81 mil empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o IBGE o número de trabalhadores do país subiu para 103,0 milhões, novo recorde da PNAD Contínua. Essa população ocupada cresceu 1,2% no trimestre, ou mais 1,2 milhão de trabalhadores. Na comparação anual, a alta foi de 3,2%, o equivalente a mais 3,2 milhões de pessoas ocupadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>População desocupada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas que não estavam trabalhando e procuravam por uma ocupação, isto é, a população desocupada, caiu para 7,0 milhões. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015, com recuos significativos nas duas comparações: -7,2% no trimestre, ou menos 541 mil pessoas buscando trabalho, e -15,8% frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, ou menos 1,3 milhão de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, “a trajetória de queda da desocupação resultada da contínua expansão dos contingentes de trabalhadores que estão sendo demandados por diversas atividades econômicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indústria e Comércio puxam novo recorde da ocupação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Indústria e o Comércio foram os grupamentos de atividade que puxaram o aumento da ocupação no trimestre, com altas, respectivamente, de 3,2% e de 1,5% em seus contingentes. Juntos, esses dois grupamentos absorveram 709 mil trabalhadores, na comparação trimestral (416 mil da Indústria e 291 mil do Comércio). Além disso, a população ocupada no Comércio foi recorde, chegando a 19,6 milhões de pessoas. Os outros grupamentos mantiveram estabilidade na comparação trimestral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O terceiro trimestre aponta para retenção ou crescimento de ocupados na maioria dos grupamentos de atividades. Em particular, a indústria registrou aumento do emprego com carteira assinada. Já no comércio, embora a carteira assinada também tenha sido incrementada, o crescimento predominante foi por meio do emprego sem carteira”, explica Adriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação anual, sete grupamentos (Indústria, Construção, Comércio, Transporte, Informação e Comunicação, Administração e Outros Serviços) aumentaram seu número de ocupados, enquanto dois (Alojamento e Alimentação e Serviços domésticos) mantiveram estabilidade. Somente a Agropecuária mostrou queda (-4,7%) na sua população ocupada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setores privado e público têm recordes de trabalhadores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado chegou a 53,3 milhões, novo recorde da série, com alta de 2,2% no trimestre e de 5,3% no ano. O setor teve novos recordes no número de empregados com carteira de trabalho assinada (39,0 milhões) e sem carteira de trabalho (14,3 milhões). O trabalho com carteira neste setor cresceu 1,5% (mais 582 mil pessoas) no trimestre e 4,3% (mais 1,6 milhão de pessoas) no ano, enquanto o contingente de empregados sem carteira cresceu, respectivamente, 3,9% (mais 540 mil pessoas) e 8,1% (mais 1,1 milhão de pessoas) nas mesmas comparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregados do setor público chegaram ao recorde de 12,8 milhões, mantendo o seu contingente estável no trimestre e crescendo 4,6% (mais 568 mil pessoas) no ano. Essa alta continua sendo puxada pelo grupo dos servidores sem carteira assinada, que cresceu 4,2% no trimestre e 9,1% no ano. O grupo dos militares e servidores estatutários ficou estável nas duas comparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rendimento fica estável no trimestre e cresce 3,7% no ano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio real das pessoas ocupadas foi de R$ 3.227 no trimestre encerrado em agosto, sem mostrar variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior e com alta de 3,7% quando comparado ao mesmo trimestre móvel de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a soma das remunerações de todos os trabalhadores, que é a massa de rendimentos, chegou a R$ 327,7 bilhões, mantendo estabilidade no trimestre e subindo 7,2% na comparação anual.</p>
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		<title>Desemprego cai de 8% para 7,7% no país no terceiro trimestre do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 16:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cai desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa foi puxada principalmente pelo recuo em São Paulo A queda na&#160;taxa de desemprego&#160;no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Taxa foi puxada principalmente pelo recuo em São Paulo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda na&nbsp;taxa de desemprego&nbsp;no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 7,8% para 7,1% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa&nbsp;da redução da desocupação. E São Paulo tem uma importância dado o contingente do mercado de trabalho, o que influência bastante a queda em nível nacional”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de São Paulo, apresentaram queda significativa na taxa de desemprego os estados do Maranhão (de 8,8% para 6,7%) e Acre (de 9,3% para 6,2%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego, ao passar de 5,1% para 7,6%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na&nbsp;Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%).&nbsp;</p>



<h6 class="wp-block-heading">Comparações&nbsp;</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação por sexo, a taxa de desocupação no terceiro trimestre foi de 6,4% para os homens e de 9,3% para as mulheres. Em relação à cor ou raça,&nbsp;a taxa entre os brancos ficou em 5,9%, enquanto entre os pretos o indicador foi de 9,6% e entre os pardos, de 8,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando-se o nível de instrução, a maior taxa de desocupação ficou entre as pessoas com ensino médio incompleto (13,5%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,5%).</p>
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