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	<title>Cadeia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Cadeia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Círculo próximo de Bolsonaro já sabe data de sua ida para a Papuda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/circulo-proximo-de-bolsonaro-ja-sabe-data-de-sua-ida-para-a-papuda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 12:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[Principais correligionários, e advogados, têm deixado transparecer que informação existe e que ex-presidente condenado está ciente, por isso vem se desesperando cada vez mais Os principais colaboradores de Jair Bolsonaro (PL) já têm a data em que o ex-presidente condenado a 27 anos e três meses de prisão irá para o Complexo Penitenciário da Papuda, [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-08abdf34db3fcc09264738ed80cd2ec7">Principais correligionários, e advogados, têm deixado transparecer que informação existe e que ex-presidente condenado está ciente, por isso vem se desesperando cada vez mais</h3>



<p>Os principais colaboradores de Jair Bolsonaro (PL) já têm a data em que o ex-presidente condenado a 27 anos e três meses de prisão irá para o Complexo Penitenciário da Papuda, algo que também seria de conhecimento de seus advogados: 14 de novembro, ou seja, sexta-feira da próxima semana. Se houver algum problema totalmente imprevisto, a condução à cadeia se daria na segunda-feira seguinte (17) ou terça (18). O dia 14, aliás, é a data limite final para o julgamento do recurso apresentado por sua defesa, o que deixa transparecer que a decisão, que será tomada no plenário virtual, ocorrerá antes disso.</p>



<p>A Fórum apurou que esses correligionários do círculo mais próximo do lider extremista criminoso ainda tentam desesperadamente uma interlocução no STF que possibilite o início do cumprimento da pena automaticamente no regime domiciliar, no qual Bolsonaro já se encontra, mas a maior parte dos ministros da Primeira Turma do Supremo, assim como a maioria do plenário, teria muito claro que o antigo ocupante do Palácio do Planalto terá que passar algum tempo no cárcere convencional antes de ser devolvido para sua mansão.</p>



<p>A certeza da data é apontada também como o motivo central do desespero crescente de Jair Bolsonaro (PL), que vem apresentando cada vez mais crises de soluço e choro, num quadro que aliados íntimos classificam como “uma clara e forte depressão”. Há dois dias, a Fórum já havia revelado com exclusividade que o ex-presidente está crescentemente desesperado com a chegada de sua ida à Papuda.</p>



<p>Pelos relatos ouvidos pela reportagem, a última cartada poderia ser uma “cena”, ou seja, um “papelão” no meio da próxima semana, simulando uma situação grave de saúde para encaminhá-lo a um hospital, ou ainda uma tentativa de articulação com juristas consagrados dispostos a de alguma forma pressionar os ministros do STF para que utilizem o caso do ex-presidente Fernando Collor, que está condenado e cumprindo pena, mas em regime domiciliar, como exemplo a ser seguido.</p>
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		<title>Bolsonaro faz pedido a Moraes e sofre primeira derrota após denúncia</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bolsonaro-faz-pedido-a-moraes-e-sofre-primeira-derrota-apos-denuncia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 08:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Processo Penal (CPP)]]></category>
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		<category><![CDATA[Procuradoria Geral da República (PGR)]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro do STF negou solicitação feita pela defesa do ex-presidente, prestes a se tornar réu por tentativa de golpe de Estado Jair Bolsonaro sofreu sua primeira derrota judicial após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado. Nesta quinta-feira (20/02), o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito da trama [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fe545ad6dc2e8bbe0550dce56b23af09">Ministro do STF negou solicitação feita pela defesa do ex-presidente, prestes a se tornar réu por tentativa de golpe de Estado</h4>



<p>Jair Bolsonaro sofreu sua primeira derrota judicial após ser <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mais-perto-da-prisao/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/mais-perto-da-prisao/">denunciado</a> pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado.</p>



<p>Nesta quinta-feira (20/02), o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido feito pelos advogados do ex-presidente para que a defesa da denúncia possa ser apresentada em até 83 dias. O prazo estabelecido pelo magistrado foi de 15 dias e, segundo ele, a extensão deste período &#8220;carece de previsão legal&#8221;.</p>



<p>A defesa de Bolsonaro argumentou que precisaria de mais tempo para se manifestar pois o caso seria &#8220;complexo&#8221; e envolve inúmeros depoimentos, solicitando que fosse estabelecido como prazo o período que a PGR levou para elaborar a denúncia após o indiciamento apresentado pela Polícia Federal (PF).</p>



<p>Moraes, entretanto, rejeitou os argumentos da defesa de Bolsonaro, afirmando que “os requerimentos alternativos formulados para a concessão de 83 dias de prazo ou prazo em dobro carecem de qualquer previsão legal, pois a legislação prevê o prazo de 15 dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/90 e do art. 233 do Regimento Interno do STF”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bolsonaro indiciado: os próximos passos</h4>



<p>Após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter denunciado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa, o trajeto que pode levar à condenação tem diversas etapas.</p>



<p>No processo criminal brasileiro, a denúncia é o instrumento que assegura a formalização de uma acusação. Ela só é oferecida se o Ministério Público &#8211; no caso de Bolsonaro, representado pela PGR -, após avaliar os resultados da investigação policial, entender que há elementos suficientes para acusar alguém.</p>



<p>Assim, a peça solicita que seja aberto um processo judicial para apurar a responsabilidade penal do acusado. No caso de Jair Bolsonaro, as penas somadas dos três delitos pelos quais é acusado podem chegar a 28 anos de prisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Defesa prévia</h4>



<p>Após o oferecimento da denúncia, uma série de atos processuais, listados no Código de Processo Penal (CPP), tem início. Primeiro, ocorre a análise para verificar se a peça judicial atende aos requisitos legais. Em seguida, o acusado é citado para apresentar sua defesa prévia.</p>



<p>Nessa fase, ele pode alegar nulidades no processo, apresentar documentos ou provas relativas às acusações e pedir a absolvição sumária. Trata-se de uma defesa mais técnica. A partir disso, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vão decidir se aceitam ou não a denúncia.</p>



<p>Fazem parte desta turma da Corte o relator, Alexandre de Moraes, que dá primeiro o voto pela abertura ou não da ação penal, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino. Caso aceitem a denúncia, Bolsonaro se torna formalmente réu.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se a denúncia for acatada…</h4>



<p>É realizada na sequência a fase de instrução do processo, quando são produzidas as provas para o julgamento do caso. É ali que são feitas as oitivas de testemunhas da acusação e da defesa, além das perícias, quando necessárias, como exames técnicos ou laudos, e eventuais provas documentais. Também podem ser determinadas diligências complementares.</p>



<p>Após a produção de provas, tanto a Procuradoria-Geral da República quanto a defesa apresentam suas alegações finais. Depois da conclusão desta fase, os magistrados vão discutir a absolvição ou condenação e, se houver condenação, a pena a ser aplicada será definida pela Primeira Turma.</p>



<p>Uma vez determinada a sentença, a PGR e a defesa podem interpor recursos para questionar a decisão. Depois do esgotamento dos recursos, se Bolsonaro for condenado e a sentença transitar em julgado, inicia-se a fase de execução da pena, ou seja, a prisão propriamente dita.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assédio Moral: veja o que não é mais permitido no ambiente de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/assedio-moral-veja-o-que-nao-e-mais-permitido-no-ambiente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brincadeiras Constrangedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Conduta]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 4742/01]]></category>
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					<description><![CDATA[Piadinhas machistas, elogios constrangedores, brincadeiras de mau gosto e comportamentos abusivos configuram assédio passível de punição Imagine um carro antigo, desses com ‘chiqueirinho’, e a criançada toda aboletada lá, junto do cachorro da família, prontos para pegar a estrada. Para alguns, a cena gera saudosismo. Para outros é apenas um absurdo.   “As mudanças de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Piadinhas machistas, elogios constrangedores, brincadeiras de mau gosto e comportamentos abusivos configuram assédio passível de punição<br />
</p>
<p>Imagine um carro antigo, desses com ‘chiqueirinho’, e a criançada toda aboletada lá, junto do cachorro da família, prontos para pegar a estrada. Para alguns, a cena gera saudosismo. Para outros é apenas um absurdo.</p>
<p> </p>
<p>“As mudanças de comportamento em um ambiente de trabalho seguem a mesma lógica. Aquilo que já foi considerado “normal”, hoje em dia não cabe mais”, explica o psicólogo e criminologista empresarial Antônio Carlos Hencsey, sócio da Protiviti, consultoria que atua, entre outras áreas, com Gestão da Ética.</p>
<p> </p>
<p>Da mesma forma que ninguém se arriscaria, em 2019, viajar sem que todos estivessem em segurança, crianças na cadeirinha e até o cachorro com cinto, os que insistem em agir no escritório desrespeitando os colegas, seja exercendo uma liderança tóxica, ou fazendo piadinhas inapropriadas, não têm mais cabimento.</p>
<p> </p>
<p>Além de ser condenável socialmente, certas atitudes poderão até resultar em cadeia. A aprovação do Projeto de Lei 4742/01, que tipifica o crime de assédio moral no ambiente de trabalho, tem forçado as organizações a se preocuparem ainda mais com essa questão, para evitar manchas na reputação e sanções penais. Caso a emenda seja aprovada pelo Senado, a pena estipulada será de detenção de um a dois anos e multa, aumentada de um terço se a vítima for menor de 18 anos.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Qual é a dificuldade, então, de entender que certas atitudes não são mais aceitáveis?</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Hencsey explica que há pessoas que não querem mudar porque são saudosistas. Para outros, está bom como está. “Se sou o agressor, por que vou mudar agora? É como o veterano de uma faculdade, que não entende porque não pode pegar o calouro e transformar a vida dele num inferno, se na sua vez foi assim. A consciência vai ter de vir através de punição”, explica o consultor. “É preciso que entendam que não vale mais a pena ser assim.”</p>
<p> </p>
<p>Também existem os que não mudam porque não entenderam que a mudança é necessária. “É como a secretária que aguenta gritos do chefe ou elogios constrangedores por achar que é normal, acreditar que o mercado funciona dessa forma. A cultura é a forma automatizada de resolução de problemas, e há quem não enxergue outra saída”, avalia Hencsey.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Comportamentos inadequados</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Antônio Carlos Hencsey explica que o assédio moral é o tipo mais grave de agressão moral. &#8220;É fruto de um comportamento sádico do agressor, perverso. A intenção é destruir a vítima, sempre escolhida por uma característica, que pode ser gênero, raça, religião. É um assassinado psicológico&#8221;, explica.</p>
<p> </p>
<p>Muitas vezes, o agressor inteligente não usa só da agressividade explícita e vulgar, pode usar o humor, uma ironia malvada que reforça a humilhação.</p>
<p> </p>
<p>Esse comportamento pode ser de cima para baixo (do chefe com os subordinados), entre pares e também de baixo para cima, quando a equipe se une para derrubar o chefe.</p>
<p> </p>
<p>Já a gestão por injúria é aquela em que o chefe não sabe lidar com frustrações, grita, ofende, berra. Ele é agressivo e explode, não sabe lidar com dificuldade. &#8220;Esse chefe pode até chamar a equipe para um almoço, ir ao happy hour, mas no ambiente de trabalho não tem competência técnica e emocional para lidar com os subordinados&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>No caso das agressões pontuais, há os chefes que por causa de um dia ruim acabam agindo com agressividade. &#8220;Bateram no carro dele, a mulher fugiu com outro, algo desencadeia o mal dia. Não é constante, e a empresa tem de aprender a lidar de formas diferente.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>O comportamento moral inadequado é o lugar da galera sem noção, o que ainda insiste em fazer piadas inadequadas. &#8220;Pode até não ter intenção de ofender, mas pode acabar sendo agressivo. A empresa precisa orientar e punir, segundo o grau de sua destrutividade.&#8221;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Abuso ou flerte?</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Na esfera sexual, há os comportamentos destrutivos, intencionais e danosos que são explícitos, como o chefe que condiciona uma promoção ao &#8220;só se sair comigo&#8221;, ou abre o zíper quando a funcionária entra na sala. &#8220;Se o ato é grosseiro, agressivo, feito para subjulgar a vítima, não há duvida sobre o assédio&#8221;, diz Hencsey.</p>
<p> </p>
<p>Mas um indivíduo pode estar legitimamente interessado em uma colega, e a abordagem normalmente é diferente. &#8220;Diante de uma negativa, o cara para de convidar para sair, por exemplo. É importante deixar o &#8216;não&#8217; bem claro. Desistimule a insistência.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>As empresas, aconselha, têm de focar em treinamento e definir o que é regra, se pode ou não pode haver relacionamentos entre os funcionários, se cabem abraços ou não. É preciso treinar as pessoas dentro desse valor e criar uma política de consequências que puna as pessoas que passem desse limite.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Respeito é sempre. Não existe mais espaço para falta de respeito. Tratar mulher como ser inferior, comentários racistas, maus tratos, tudo isso é inquestionável.&#8221;</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Não faça mais isso!</strong></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1.</strong></span> Humilhar funcionários (assédio moral típico)</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2.</strong></span> Gritos em público (revela a incapacidade emocional do gestor)</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>3.</strong></span> Piadinhas machistas</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>4.</strong></span> Toques no corpo não autorizados (beijos, abraços, a menos que o código de conduta permita)</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>5.</strong> </span>Elogios constrangedores (sobre decotes, roupas curtas, do tipo &#8220;venha sempre assim&#8221;)</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>6.</strong> </span>Comentários ou piadas racistas</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>7.</strong></span> Discriminação por gênero </p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e nome</strong></em></p>
<p>Fonte: R7 MEU ESTILO<br />Escrito por: Deborah Bresser</p>
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