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	<title>Cade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Processo do Cade contra Apple e Google pode ser primeiro grande choque com big techs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 12:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Cade]]></category>
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		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump e big techs]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridades brasileiras se preparam para auditar práticas anticoncorrenciais nas lojas de aplicativos, enquanto governo Lula aposta em fortalecer o órgão para regular o setor digital O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está prestes a julgar sanções contra Apple e Google por supostas práticas anticoncorrenciais em suas lojas de aplicativos. Em audiência pública marcada para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Autoridades brasileiras se preparam para auditar práticas anticoncorrenciais nas lojas de aplicativos, enquanto governo Lula aposta em fortalecer o órgão para regular o setor digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está prestes a julgar sanções contra Apple e Google por supostas práticas anticoncorrenciais em suas lojas de aplicativos. Em audiência pública marcada para a próxima semana, o órgão reunirá representantes, especialistas e agentes econômicos para debater a regulação das práticas comerciais das big techs. Segundo informações, essa será a primeira grande disputa do Cade contra empresas americanas que ganharam força no governo de Donald Trump.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processos e denúncias</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Cade tem seis processos em análise envolvendo as gigantes da tecnologia. O primeiro a entrar na pauta, previsto para este semestre, trata do recurso da Apple contra a proibição imposta pelo órgão à cobrança de desenvolvedores de aplicativos. A investigação constatou que a empresa cobra, em regra, 30% dos valores de transações realizadas na Apple Store, embora a fabricante afirme que a taxa pode cair para 15% em alguns programas, justificando-a como um mecanismo de segurança que previne fraudes e facilita o cancelamento de compras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Superintendência-Geral do Cade instaurou, no final de novembro, um processo administrativo contra a Apple com base em queixa do Mercado Livre. A medida determinava que a empresa removesse restrições de meios de pagamento no sistema iOS e permitisse a compra de aplicativos fora de sua loja oficial. No entanto, uma decisão da Justiça Federal do Distrito Federal derrubou essa medida preventiva, considerando-a “desproporcional” e “desnecessária”. Agora, a Apple recorreu administrativamente ao Cade para reverter a sanção, enquanto o órgão investiga práticas semelhantes adotadas pelo Google na Play Store.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dessas denúncias, desenvolvedores como o Match Group (dona do Tinder) e a Epic Games (dona do Fortnite) também apresentaram queixas ao Cade e ao Ministério da Fazenda contra as práticas adotadas pelas lojas de aplicativos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo Lula e o fortalecimento do Cade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente aos processos judiciais, o governo Lula pretende acelerar a tramitação de um anteprojeto de lei que ampliará o poder do Cade, transformando-o no regulador do mercado de big techs. A proposta, coordenada pelo Ministério da Fazenda e pelo time do ministro Fernando Haddad, tem como objetivo prevenir práticas predatórias que limitem ou encareçam o acesso dos consumidores a produtos e serviços digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova legislação, inspirada em modelos adotados no Reino Unido e na Alemanha, pretende designar um grupo seleto de corporações – possivelmente entre 10 e 15, incluindo Google, Apple, Meta, Amazon e Microsoft – como “de relevância sistêmica”. Com isso, o Cade terá a competência para investigar práticas de autofavorecimento e impor correções de conduta preventivamente, antes mesmo da comprovação de abusos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contexto internacional e desafios políticos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A movimentação do Cade ocorre em meio a um cenário global de intensificação das investigações e ações antitruste contra as big techs. Em 2024, a União Europeia aplicou multas bilionárias a empresas como Google, Microsoft, Apple e Meta por violações antitruste. Nos Estados Unidos, as investigações do Departamento de Justiça e da Federal Trade Commission (FTC) prometem medidas ainda mais rigorosas contra essas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a regulação das big techs é um tema delicado, especialmente porque o governo dos EUA, sob a administração Trump, tem mantido relações próximas com os CEOs dessas empresas e pode retaliar caso o país tente restringir suas operações. Essa tensão aumentou recentemente após a imposição de tarifas de 25% sobre aço e alumínio importados pelos EUA – uma medida que afeta o Brasil, grande exportador desses produtos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O impacto para o consumidor e para o mercado digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As denúncias contra Apple, Google e outras big techs têm como base a alegação de que suas práticas monopolistas dificultam o acesso de empreendedores e consumidores, prejudicando a concorrência. No caso da Apple, além das questões relativas à cobrança de taxas, destaca-se a política de privacidade “App Tracking Transparency”. Essa regra, que obriga desenvolvedores a informar e obter consentimento para o rastreamento de dados dos usuários, é contestada pela Meta, que argumenta que a Apple aplica essas normas de forma desigual, favorecendo seus próprios aplicativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes da Meta, que também enfrenta processos por práticas anticoncorrenciais, afirmam que as políticas da Apple impedem pequenas empresas de crescer e impactam negativamente a receita de publicidade. A disputa entre essas gigantes evidencia a necessidade de um equilíbrio regulatório que promova a competição e proteja o mercado digital.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Audiência pública e o futuro da regulação digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 19 de fevereiro, o Cade realizará uma audiência pública às 14h, no plenário em Brasília, com transmissão ao vivo pelo canal da autarquia no YouTube. O evento abordará os aspectos concorrenciais dos ecossistemas digitais dos sistemas operacionais iOS e Android, permitindo que a sociedade, acadêmicos, especialistas e agentes econômicos apresentem suas contribuições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa audiência é vista como um passo importante para enriquecer o debate e subsidiar as futuras decisões do Cade sobre o setor digital, que continua a receber um número crescente de denúncias de práticas anticoncorrenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Cade de julgar as práticas anticoncorrenciais das big techs representa não apenas um marco regulatório, mas também um embate significativo entre o Brasil e as gigantes americanas da tecnologia. Com o governo Lula buscando fortalecer a autoridade do Cade por meio de nova legislação, o país se posiciona na vanguarda de um movimento global para conter abusos de mercado e promover a concorrência. Enquanto isso, a audiência pública e os processos em curso prometem definir novos rumos para o mercado digital brasileiro e, possivelmente, para a regulação internacional do setor.</p>
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		<title>Cade ordena que HSBC abra o jogo sobre oferta do Bradesco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cade-ordena-que-hsbc-abra-o-jogo-sobre-oferta-do-bradesco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 18:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Cade]]></category>
		<category><![CDATA[Documentos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ordenou que o HSBC abra para o Conselho todas as ofertas recebidas nos últimos dois anos pela subsidiária brasileira e explique por que escolheu a oferta de US$ 5,2 bilhões do Banco Bradesco. O Cade também disse que o HSBC deve fornecer documentos, apresentações, avaliações e relatórios internos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height:1.6em">O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ordenou que o HSBC abra para o Conselho todas as ofertas recebidas nos últimos dois anos pela subsidiária brasileira e explique por que escolheu a oferta de US$ 5,2 bilhões do Banco Bradesco</span><span style="line-height:1.6em">.</span></p>
<p>O Cade também disse que o HSBC deve fornecer documentos, apresentações, avaliações e relatórios internos que embasaram a decisão, segundo ofício de 27 de janeiro para o HSBC e o Bradesco.</p>
<p>O pedido não é usual para o Cade, disse a assessoria do Conselho, explicando que a complexidade do negócio necessita de uma revisão mais abrangente do que as fusões bancárias usuais no Brasil. A assessoria também disse que as respostas serão protegidas por sigilo. Os reguladores disseram anteriormente que estão avaliando melhor a transação para verificar os efeitos sobre a concorrência no setor bancário do País.</p>
<p>O Bradesco é o quarto maior banco brasileiro em ativos e o HSBC é o sétimo, com base em dados de setembro do Banco Central. Ambos os bancos foram previamente convidados a mostrar como potenciais ganhos de eficiência poderiam atenuar preocupações quanto ao impacto da menor concorrência sobre os consumidores.</p>
<p>A revisão deve ser concluída até o final do mês de junho, embora o Cade tenha dito que o prazo pode ser prorrogado.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprovação esperada&nbsp;</strong></p>
<p>O HSBC ainda espera que a operação seja aprovada nos próximos meses, disse uma pessoa com conhecimento direto do processo que pediu para não ser identificada porque a discussão não é pública.</p>
<p>O ING Groep NV abandonou um plano para comprar a deficitária unidade turca do HSBC, em parte devido a questões regulatórias, disseram em dezembro pessoas com conhecimento do assunto. Ao invés disso, o banco com sede em Londres vai reestruturar o negócio, pessoas disseram este mês.</p>
<p>A assessoria do Bradesco disse que o banco “não comenta assuntos que estejam sob avaliação administrativa”. O HSBC e o Bradesco disseram que a operação não irá prejudicar a concorrência, de acordo com partes não sigilosas de diferentes documentos enviados por eles para o Cade. Respondendo a uma das perguntas do Cade sobre o negócio, Bradesco e HSBC disseram que os dois bancos somam mais de 40 por cento do mercado em apenas 131 dos 3.582 municípios brasileiros que possuem agências bancárias.</p>
<p>O Bradesco concordou em comprar a unidade do HSBC no Brasil em agosto para adicionar cerca de 850 agências e R$ 179,5 bilhões (US$ 45 bilhões) em ativos, a maior aquisição já feita pelo banco. Antes do anúncio do acordo, um representante do governo que pediu para não ser identificado disse que a aquisição da unidade local do HSBC por um banco brasileiro tão grande como Bradesco ou Itaú Unibanco poderia enfrentar questões antitruste, enquanto o Santander, o quinto maior banco do País, enfrentaria menos obstáculos.</p>
<p>O Banco Central aprovou a transação no mês passado.</p>
<p>Fonte: InfoMoney</p>
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