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	<title>BTG &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Nova presidenta do BB mira investigar venda de carteira por Paulo Guedes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nova-presidenta-do-bb-mira-investigar-venda-de-carteira-por-paulo-guedes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 11:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BTG]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de ações BB]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2020, todos questionaram o valor da operação, considerado excessivamente baixo. A carteira cedida possuía valor contábil de R$ 2,9 bilhões e o impacto financeiro da transação foi de R$ 371 milhões A possibilidade da nova presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, determinar a investigação sobre a venda pelo BB de uma carteira de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Em 2020, todos questionaram o valor da operação, considerado excessivamente baixo. A carteira cedida possuía valor contábil de R$ 2,9 bilhões e o impacto financeiro da transação foi de R$ 371 milhões</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade da nova presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, determinar a investigação sobre a venda pelo BB de uma carteira de crédito de R$ 2,9 bilhões ao BTG Pactual, por R$ 317 milhões, foi levantada pelo site 247 junto a fontes da instituição. Segundo as informações, o negócio é considerado um “escândalo financeiro que teria sido praticado em 2020 pelo ex-ministro Paulo Guedes, que não deverá passar em branco”. A transação é considerada dentro do BB como “grossa corrupção” de Guedes, diz o site 247.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2023/01/13094-1673009162.jpg" alt="Nova presidenta do BB mira investigar venda de carteira por Paulo Guedes" title="Nova presidenta do BB mira investigar venda de carteira por Paulo Guedes"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<strong>Tarciana Medeiros &#8211; Divulgação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O negócio, de pai para filho, envolveria o ex-ministro da Economia por ter sido fundador do BTG e, ao mesmo tempo, comandar a pasta a qual o BB é diretamente subordinado, ou seja, a venda não poderia ter acontecido sem a sua aprovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O site revela que a consideração técnica entre funcionários é a de que Guedes tratou os recebíveis como “crédito podre”, quando, na verdade, argumentam, são créditos sadios, visto que têm garantias asseguradas para evitar calotes dessa magnitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ocorreu, tão somente, comenta-se dentro do BB, uma negociata espúria, inaceitável, que a Procuradoria Geral da República deve investigar a fundo. Comprovada a maracutaia – a de que o BTG teria pago apenas 10% do valor de face da dívida, para arrecadar perto de 80%, sem fazer força –, a operação precisaria ser desfeita e submetida a processo legal para apurar responsabilidades. Aos acusados seria dado amplo direito de defesa. Se, ao final, for comprovada a ilegalidade, a prisão dos responsáveis seria determinada pela justiça”, explica o 247.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A venda ocorreu em 1º de julho de 2020 e logo após, em 24 de julho, o então presidente do banco, Rubem Novaes, pediu demissão. O que causou surpresa, parecendo ser uma cortina de fumaça, uma declaração de Novaes em entrevista à rede CNN Brasil de que uma “cultura de privilégio, corrupção e compadrio” em Brasília o levou a pedir demissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se pode pensar é que o pedido de demissão ocorre depois de uma operação inédita no BB. Pela primeira vez em sua história de mais de 200 anos – o BB foi fundando em 12 de outubro de 1808 – uma carteira de crédito foi vendida para um banco privado e não para uma empresa do conglomerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas ações de Guedes devem ser investigadas. Vender uma carteira que daria lucro ao BB para o BTG, banco que já teve Guedes como um dos sócios majoritários, é no mínimo suspeito. É entregar o patrimônio público para supostamente lucrar individualmente”,&nbsp;de acordo com&nbsp;Eneida koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancária do BB.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guedes fundador do BTG</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do TCU, o caso também foi para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em representação, o PSOL pediu a investigação “de um possível direcionamento” da cessão, considerando o fato de que o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, é um dos fundadores do BTG Pactual.</p>
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		<title>BB cede carteira bilionária ao BTG na onda da privatização</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-cede-carteira-bilionaria-ao-btg-na-onda-da-privatizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB privatização]]></category>
		<category><![CDATA[BTG]]></category>
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					<description><![CDATA[O BB vendeu uma carteira no valor de R$ 2,9 bilhões ao BTG Pactual. Banco em que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, é cofundador     A mais recente investida de Paulo Guedes no caminho das privatizações aconteceu dias após o Banco do Brasil anunciar a venda de carteiras de crédito, a maioria em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O BB vendeu uma carteira no valor de R$ 2,9 bilhões ao BTG Pactual. Banco em que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, é cofundador</p>
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<p>A mais recente investida de Paulo Guedes no caminho das privatizações aconteceu dias após o Banco do Brasil anunciar a venda de carteiras de crédito, a maioria em perdas, a um fundo do BTG Pactual, banco cujo ministro é cofundador. Essa é primeira vez que o BB faz a cessão de carteira a um banco que não pertence ao seu conglomerado. A carteira cedida tem valor contábil de R$ 2,9 bilhões e o impacto financeiro da transação será de R$ 371 milhões, antes dos impostos, que serão lançados no terceiro trimestre.</p>
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<p>Paulo Guedes é um dos fundadores do BTG e a operação pode ter sido encomendada pelo ministro. Segundo os representantes dos funcionários, deveria ser realizada uma auditoria urgente. “Trata-se de um banco público e precisamos da transparência das cessões de carteiras bilionárias a bancos particulares. A notícia sobre a operação chegou à opinião pública somente depois que o negócio já havia sido consolidado”, diz Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
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<p>Segundo a economista do Dieese, Cátia Uehara, faltou transparência no processo de cessão da carteira do BB ao BTG. De acordo com Uehara, os bancos, periodicamente, procuram “limpar” seus balanços cedendo créditos podres para empresas no intuito de reduzir custos e o índice de inadimplência. Essas empresas/fundos, explica Uehara, compram essas carteiras e, por meio de um processo chamado securitização, transformam ativos; como cheques, crédito, duplicatas e outros recebíveis em atraso; em um título. Para os compradores, continua a economista, o lucro vem da diferença entre o que eles pagaram ao banco e o que receberão ao cobrar esses recebíveis/dívidas no futuro. “Todavia, no caso da operação realizada pelo BB com o BTG Pactual, não fica claro se o valor da carteira cedida de R$ 2,9 bilhões é justo, pois o BB não explica qual o tipo da carteira. Menciona somente que ela é ‘majoritariamente em perdas’, não havendo transparência na operação”, enfatiza a economista.</p>
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<h4>Autoritarismo</h4>
<p>Em um canal interno do BB, quando questionada por um funcionário, que argumentou se a transação não estaria atendendo a algum interesse de Guedes, um gestor reagiu de forma totalitária, censora e intimidadora: “Sua colocação não está compatível com o nosso código de conduta, pois traz ilações inaceitáveis. Estou te ligando para entender melhor por que você se permitiu registrar esse comentário”, respondeu o gestor.</p>
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<p>“O autoritarismo, uma característica deste governo tomou conta do banco. Por exemplo, a direção do BB tem feito vista grossa para acusações de assédio por parte de gestores contra funcionários e não admite críticas em suas operações no mínimo esquisitas”, diz André Elias, dirigente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do BB.</p>
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<p>“A operação sem a transparência devida e da forma como ocorreu, sinaliza que a privatização está em curso. A venda do BB atingiria os funcionários e a sociedade em geral. O crédito agrícola dos pequenos e médios produtores perderia sua função de desenvolvimento ao país e se tornaria meramente especulativo quebrando-os. O BB tem papel importante n o orçamento público federal em áreas como saúde, educação e segurança pública”, finaliza Eneida.</p>
<p> </p>
<p>De 2000 e 2019, o BB repassou R$ 56.793 bilhões à União. Só em 2019 foram repassados R$ 3,7 bilhões. Os brasileiros e a opinião pública precisam saber da importância do banco no desenvolvimento do Brasil e ajudar na luta para defender esse importante patrimônio.</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região e SEEB do ES</p>
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