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	<title>Brasileiros preferem CLT &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:39:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros preferem CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento da CNI mostra que CLT lidera entre jovens Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Levantamento da CNI mostra que CLT lidera entre jovens</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Principais números da pesquisa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);</p>



<p class="wp-block-paragraph">18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;</p>



<p class="wp-block-paragraph">12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9,3% preferem abrir o próprio negócio;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);</p>



<p class="wp-block-paragraph">20% não encontraram oportunidades atrativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Preferência entre jovens</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;</p>



<p class="wp-block-paragraph">38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Claudia Perdigão, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Renda complementar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alta satisfação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">95% estão satisfeitos com o emprego atual;</p>



<p class="wp-block-paragraph">70% se dizem muito satisfeitos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4,6% estão&nbsp;insatisfeitos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">1,6% muito insatisfeitos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A mobilidade no mercado é limitada</strong>:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">20% buscaram outro emprego recentemente;</p>



<p class="wp-block-paragraph">35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O tempo no emprego também influencia:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.</strong></p>
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