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	<title>Brasil em recessão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Brasil em recessão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Brasil entra em recessão com tombo recorde no PIB de 9,7% no trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil em recessão]]></category>
		<category><![CDATA[Recessão recorde 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[IBGE revisou resultado do 1º trimestre para uma queda de 2,5%, ante leitura anterior de recuo de 1,5%. Com pandemia, economia brasileira regrediu ao patamar do final de 2009  O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve um tombo histórico de 9,7% no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>IBGE revisou resultado do 1º trimestre para uma queda de 2,5%, ante leitura anterior de recuo de 1,5%. Com pandemia, economia brasileira regrediu ao patamar do final de 2009<br /> </p>
<p></p>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve um tombo histórico de 9,7% no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Com o resultado, a economia brasileira entra oficialmente em recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de encolhimento do nível de atividade.</p>
<p> </p>
<p>Trata-se da queda mais intensa desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996. Até então, o maior tombo já registrado no país tinha ocorrido no 4º trimestre de 2008 (-3,9%).</p>
<p> </p>
<p>Em relação ao 2º trimestre de 2019, a queda foi ainda maior, de 11,4%.</p>
<p> </p>
<p>O IBGE também revisou o resultado do 1º trimestre para uma queda de 2,5%, ante leitura anterior de recuo de 1,5%.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca de La Roque Palis, com esse resultado o PIB ficou no mesmo patamar do final de 2009, auge dos impactos da crise global provocada pela onda de quebras na economia americana.</p>
<p> </p>
<p>O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em valores correntes, o PIB do no segundo trimestre totalizou R$ 1,653 trilhão.</p>
<p> </p>
<p>O resultado do 2º trimestre veio dentro do esperado pelo mercado e pelo governo. Levantamento do G1 mostrou que, de 12 consultorias e instituições financeiras consultadas, 10 projetavam um tombo de entre 8% e 10%.</p>
<p> </p>
<p><strong>Serviços, indústria e consumo das famílias tiveram queda recorde</strong><br /> <br /> <br />Entre os segmentos, a maior queda foi na indústria (-12,3%), seguida por serviços (-9,7%). A agropecuária teve alta de 0,4%. &#8220;Somados, indústria e serviços representam 95% do PIB nacional&#8221;, destacou o IBGE.</p>
<p> </p>
<p>A retração dos serviços e da indústria foi a maior já registrada em toda a série histórica do PIB, iniciada em 1996. O tombo de 12,5% no consumo das famílias – principal motor do PIB há anos – também foi recorde. </p>
<p> </p>
<p><strong>Veja os principais destaques do PIB no 2º trimestre:</strong></p>
<p> </p>
<p>·         Agropecuária: 0,4%</p>
<p>·         Indústria: -12,3%</p>
<p>·         indústria extrativa: -1,1%</p>
<p>·         indústria de transformação: -17,5%</p>
<p>·         construção civil: -5,7</p>
<p>·         Serviços: -9,7%</p>
<p>·         Comércio: -13%</p>
<p>·         Consumo das famílias: -12,5%</p>
<p>·         Consumo do governo: -8,8%</p>
<p>·         Investimentos: -15,4%</p>
<p>·         Exportação: 1,8%</p>
<p>·         Importação: -13,2%</p>
<p> </p>
<p><strong>Recessão recorde e perspectivas</strong><br /><strong> </strong><br /> <br />Após despencar 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016, o PIB brasileiro registrou taxa de crescimento de 1,3% em 2017 e em 2018, desacelerando para um ritmo de 1,1% em 2019. Se no começo do ano, a economia já mostrava perda de fôlego, agora, com o choque provocado pela pandemia, a retomada deverá demorar ainda mais para ser alcançada</p>
<p> </p>
<p>A avaliação dos economistas é que a economia brasileira só deverá recuperar o patamar pré-pandemia em 2022.</p>
<p> </p>
<p>A queda recorde em apenas um trimestre supera a perda acumulada em qualquer uma das últimas 9 recessões que o Brasil passou nos últimos 40 anos. Na recente crise de 2014-2016, o tombo foi de 8% no acumulado em 11 trimestres, segundo o Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), que considera que o Brasil entrou em recessão já no 1º trimestre. Já na recessão de 1981-1983, a perda foi de 8,5% em 9 trimestres.</p>
<p> </p>
<p>Segundo a economista Luana Miranda, do Ibre/FGV, a perda acumulada nos 2 primeiros trimestres de 2020 é de 11,9%, o que já faz desta a recessão mais profunda desde a década de 80.</p>
<p> </p>
<p>Mesmo com a reação já observada em setores como comércio e indústria, ainda há muitas dúvidas sobre o comportamento da economia nesta reta final do ano em meio ao encerramento ou enxugamento de medidas de alívio dos reflexos da pandemia no país, desemprego em alta, preocupações sobre o rumo das contas públicas, além de incertezas sobre a evolução da pandemia.</p>
<p>Fonte: globo.com</p>
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