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	<title>beijo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Trabalhadora consegue anular justa causa por beijar namorado no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o TRT da 11ª região, a punição foi desproporcional ao ato praticado A 3ª turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 11ª região manteve decisão que anulou justa causa de trabalhadora que foi demitida por trocar beijos e abraços com namorado no local de trabalho. Para o colegiado, a punição foi desproporcional ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o TRT da 11ª região, a punição foi desproporcional ao ato praticado</p>
<p>A 3ª turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 11ª região manteve decisão que anulou justa causa de trabalhadora que foi demitida por trocar beijos e abraços com namorado no local de trabalho. Para o colegiado, a punição foi desproporcional ao ato praticado, o qual não se reveste da gravidade alegada pelo empregador.</p>
<p> </p>
<p>A auxiliar de farmácia foi demitida por justa causa do hospital em que trabalhava sob o argumento de que praticou atos libidinosos por ter trocado beijos e abraços com o namorado no local de trabalho. Na ação contra o hospital, pediu a reversão da justa causa, bem como o pagamento das verbas rescisórias.</p>
<p> </p>
<p>O juízo de 1º grau reverteu a justa causa por entender que os atos inegavelmente praticados não caracterizariam a falta grave alegada pelo hospital e entendeu que a punição foi desproporcional. Assim, reverteu a justa causa e condenou a empresa a pagar as verbas pleiteadas.</p>
<p> </p>
<p>Diante da decisão, o hospital recorreu alegando que a justa causa foi aplicada levando em consideração dispositivo da CLT, referente à incontinência de conduta ou mau procedimento.</p>
<p> </p>
<p>Ao analisar o caso, o desembargador José Dantas de Góes, relator, afirmou que não é possível extrair caráter erótico ou libidinoso alegado pelo hospital sobre a conduta da mulher.</p>
<p> </p>
<p>Para o relator, o casal adotou conduta imprópria, ao trocar beijos e abraços no local de trabalho. &#8220;Todavia, tais atos não se enquadram no conceito de incontinência de conduta, para a qual se exige que os atos impliquem em ultraje ao pudor público, o que não foi constatado nos autos&#8221;, completou.</p>
<p> </p>
<p>Assim, por unanimidade, o colegiado negou provimento ao recurso do hospital.</p>
<p>Fonte: migalhas.com.br</p>
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