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	<title>BBVA &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Santander e BBVA, acusados de financiar com 15 bilhões empresas que desmatam a Amazônia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 07:33:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa acadêmica de dois institutos britânicos – vinculados à University College London e à Universidade de Exeter – coloca a Espanha como o décimo país cujos bancos mais financiam a destruição da floresta tropical sul-americana O desmatamento é, juntamente com a queima de combustíveis fósseis, a atividade que mais contribui para as mudanças climáticas. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b9469f7b9ff15b2af38b8f5cb6b998b9">Uma pesquisa acadêmica de dois institutos britânicos – vinculados à University College London e à Universidade de Exeter – coloca a Espanha como o décimo país cujos bancos mais financiam a destruição da floresta tropical sul-americana</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O desmatamento é, juntamente com a queima de combustíveis fósseis, a atividade que mais contribui para as mudanças climáticas. Mesmo assim, ecossistemas essenciais para a vida e para o clima seguem sendo destruídos todos os anos. Só entre 2014 e 2023 (anos em que o Acordo de Paris foi assinado e foram publicados os maiores relatórios científicos sobre o clima e a biodiversidade), bancos de todo o mundo destinaram pelo menos 515,7 bilhões de dólares a empresas ligadas à destruição da Amazônia brasileira e das turfeiras indonésias, de acordo com uma pesquisa acadêmica divulgada nesta segunda-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Intitulada &#8220;Interações do sistema financeiro com pontos de inflexão dos ecossistemas&#8221;, a pesquisa foi realizada pelo Instituto de Inovação e Propósito Público (IIPP) da University College London (UCL) e pelo Global Systems Institute (GSI) da Universidade de Exeter. A sua publicação chega também poucos dias depois de tomar conhecimento da decisão da Comissão Europeia de adiar por mais de um ano a aplicação da lei que proíbe a importação de matérias-primas como madeira, óleo de palma ou soja provenientes de áreas desmatadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto a Amazônia brasileira quanto as turfeiras da Indonésia são ecossistemas essenciais porque ajudam a capturar enormes quantidades de dióxido de carbono que, de outra forma, acabariam na atmosfera, aquecendo o planeta. Da mesma forma, a sua destruição implica alterar o modo de vida de muitas pessoas e animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A vida humana e a natureza estão inegavelmente interligadas. Quando os ecossistemas entram em colapso nos pontos de inflexão, perdemos não apenas estes ambientes únicos: a economia sofre e os riscos financeiros disparam devido à perda de serviços ecossistêmicos vitais, como o sequestro de carbono, que são essenciais para a nossa sobrevivência e para manter a nossa economia funcionando”, diz o professor Tim Lenton, um dos autores do relatório e um dos maiores especialistas do mundo em pontos de inflexão ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, a pesquisa detectou que 39 empresas dedicadas à produção de soja, carne bovina, óleo de palma e celulose para exportação estão potencialmente ligadas a mais de 300 mil hectares de desmatamento na Amazônia brasileira e a mais de 2 milhões de hectares de plantações agrícolas em turfeiras indonésias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para que as multinacionais possam fazer os seus negócios, elas precisam de dinheiro. E é aí que entram em jogo as instituições financeiras de todo o mundo, que as financiam através de empréstimos bancários, obrigações e outros instrumentos.</p>



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<h4 class="wp-block-heading">Santander e BBVA, entre os envolvidos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os bancos que destinam dinheiro às empresas que desmatam há dois espanhóis que sempre se repetem neste tipo de relatório: o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Banco Santander</a> e o BBVA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro, presidido por Ana Botín, ocupa a 18ª posição em termos de entidades que fornecem e facilitam fluxos financeiros a empresas ligadas ao desmatamento na Amazônia, com cerca de 9,5 bilhões de dólares (2,1% do total, 455,5 bilhões de dólares). Para efeito de comparação, o primeiro da lista é o estadunidense Citigroup, com 4,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o banco liderado por Carlos Torres Vila ocupa o 28º lugar entre as entidades financeiras que disponibilizam recursos para empresas ligadas ao desmatamento na Amazônia, com quase 6 bilhões de dólares (1,3% do total). O BBVA, quando questionado pela Climática, remete ao seu Quadro Ambiental e Social, que inclui a proibição de realizar projetos de agronegócio “em áreas-chave para a biodiversidade da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), da Amazônia brasileira e do Cerrado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também detalha algumas das empresas com as quais o Banco Santander mantém negócios. A principal delas é a brasileira Engelhart, dedicada ao comércio de matérias-primas, responsável pelo desmatamento de 432 hectares. O Santander proporcionou-lhe – segundo o relatório das universidades britânicas – um aporte de cerca de 793 milhões de dólares, a terceira entidade mais financiada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras empresas com as quais o Santander está vinculado são as multinacionais de carnes Minerva e Marfrig. O relatório afirma que ambos estão relacionados com o desmatamento de respectivamente 33.289 e 28.171 hectares da Amazônia brasileira no período estudado. No caso da Marfrig, o Banco Santander é o seu quinto maior financiador (9,9%), com cerca de um bilhão de dólares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos números apresentados no relatório acadêmico, o Banco Santander afirma ter uma política rígida contra o desmatamento. Em declarações à Climática, defende estar há anos trabalhando “para apoiar a proteção da floresta amazônica”. Nesse sentido, diz que aplica medidas adicionais quando se trata de clientes brasileiros com operações na Amazônia, e que “caso seja identificada alguma ilegalidade, o Santander Brasil tem a faculdade de declarar o vencimento antecipado da dívida e exigir o seu pagamento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, há alguns anos – asseguram as mesmas fontes – realizam-se “revisões diárias do desmatamento recente nas pecuárias e fazendas para as quais emitimos empréstimos, e esta verificação é realizada durante todo o tempo que dura o empréstimo” e “verifica-se que não ocupam terras indígenas oficialmente reconhecidas”. Porém, quando questionado sobre o conteúdo do relatório, o Banco Santander não quis comentar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Espanha, no top 10</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições do Banco Santander e do BBVA fazem com que, se os bancos forem classificados por local de origem, a Espanha ocupe o décimo lugar dos países que mais contribuem com dinheiro para empresas que deterioram a floresta tropical brasileira, com 17,6 bilhões de dólares (3,9% do total), e 23º em termos das turfeiras na Indonésia, com 120 bilhões de dólares (0,2%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">A Espanha é o décimo país cujos bancos mais destinaram dinheiro ao desmatamento da Amazônia brasileira</h4>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="500" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos.png" alt="" class="wp-image-57690" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos.png 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos-300x188.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos-150x94.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos-768x480.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos-600x375.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/08_10_grafico_bancos-20x13.png 20w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mapa:climatica.coop. Fonte: Relatório &#8220;Interações do sistema financeiro com pontos de inflexão do ecossistema: evidências da Amazônia brasileira e das turfeiras da Indonésia&#8221;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito ao ecossistema sul-americano, o ranking por país é liderado por entidades sediadas nos Estados Unidos, responsáveis por 22,7% (101,5 bilhões de dólares) do valor total, seguidas pelo Reino Unido (9,7%), China (9,1%), Japão (7,8%), França (7,7%), Canadá (6,9%), Holanda (6,4%), Alemanha (4,9%), Espanha (3,9%) e Austrália (3,3%). Em relação às turfeiras indonésias, o maior financiador são as instituições locais com 10,1 bilhões (16,8% do total), seguidas pela China (12,8%), Japão (12,2%), Singapura (11,8%) e Reino Unido (9,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 238 instituições financeiras estudadas, as 50 primeiras estão por trás de 86,3% dos fluxos financeiros para empresas ligadas à Amazônia brasileira, e as 10 primeiras estão por trás de 35,5%. São elas: Citigroup Inc (4,6%), Bank of America Corp (4,4%), JPMorgan Chase &amp; Co (4,3%), China Investment Corp (4,2%), Barclays PLC (4,0%), BNP Paribas SA (3%), HSBS Holdings PLC (2,9%), Deutsche Bank AG (2,8%), Cooperatieve Rabobank UA (2,6%) e ING Groep NV (2,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das turfeiras indonésias, das 154 instituições analisadas, as 50 principais concederam 83,6% dos fluxos financeiros e as 10 principais alocaram 42,8%. São elas: China Investment Corp (7,6%), HSBC Holdings PLC (6,3%), DBS Group Holdings Ltd (5,8%), Oversea – Chinese Banking Corporation Ltd (4,0%), Mitsubishi UFJ Financial Group Inc (3,9%), Banco Mandiri (Persero) Tbk PT (3,5%), Mizuho Financial Group Inc (3,4%), Sumitomo Mitsui Financial Group Inc (3,2%), Indo Premier Capital PT (2,6%) e CIBM Group Holdings Bhd (2,5%).</p>
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