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	<title>BB presencial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>BB presencial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>BB não pode exigir trabalho presencial de quem mora com grupo de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB Franca]]></category>
		<category><![CDATA[BB presencial]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho presencial no BB]]></category>
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					<description><![CDATA[A 11ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região impediu o Banco do Brasil de convocar para o trabalho presencial os trabalhadores de Franca (SP) que coabitam com integrantes do grupo de risco da Covid-19 Em um conflito de direitos, o direito à vida é sempre preponderante sobre qualquer outro. Dessa forma, a 11ª Câmara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 11ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região impediu o Banco do Brasil de convocar para o trabalho presencial os trabalhadores de Franca (SP) que coabitam com integrantes do grupo de risco da Covid-19</p>
<p></p>
<p>Em um conflito de direitos, o direito à vida é sempre preponderante sobre qualquer outro. Dessa forma, a 11ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região impediu o Banco do Brasil de convocar para o trabalho presencial os trabalhadores de Franca (SP) que coabitam com integrantes do grupo de risco da Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>Em março do último ano, um acordo coletivo estabeleceu, entre outras coisas, o deslocamento desses funcionários para o regime de teletrabalho. Em julho, porém, o banco passou a enquadrá-los como aptos e exigir seu retorno.<br /> </p>
<p>A 2ª Vara do Trabalho de Franca considerou que a instituição financeira havia promovido adequações que possibilitavam a retomada presencial dos trabalhadores. Representantes sindicais dos bancários de Franca e Região recorreram da decisão.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;É, no mínimo, sensato que pessoas do grupo de risco e aquelas que coabitem com pessoas com tal status sejam tratadas de forma diversa, com a resguarda do bem que lhe é mais caro, ou seja, a vida&#8221;, apontou o desembargador-relator Luiz Felipe Paim da Luz Bruno Lobo.</p>
<p> </p>
<p>O magistrado indicou que a negociação coletiva não tem competência para impor ordens que desnecessariamente exponham pessoas à infecção letal. Ele ainda ressaltou o aumento do número de casos da doença no estado e na região.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o desembargador, o Banco do Brasil não teria trazido nenhuma prova de que haveria prejuízo com o afastamento presencial dos empregados. &#8220;Mesmo que assim não o fosse, eventuais perdas financeiras do banco réu são plenamente passíveis de reparação em curto prazo de tempo, ainda mais quando verificamos a sua atividade fim, já as dos seus empregados acima identificados não têm possibilidade alguma de reparação&#8221;, concluiu.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/dl/banco-nao-exigir-trabalho-presencial.pdf" target="_blank">Clique aqui</a> para ler o acórdão<br /> 0011439-34.2020.5.15.0076</p>
<p>Fonte: Conjur<br />Escrito por: José Higídio</p>
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