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	<title>BB no desenvolvimento &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Haddad diz que Banco do Brasil irá financiar exportações para Argentina, sem assumir riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 12:35:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BB e exportações argentinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio sela avanço nas relações comerciais entre Brasil e país vizinho e foi feito durante visita a Buenos Aires Com a retomada da boa relação diplomática entre Brasil e Argentina, os dois países avançaram, nesta segunda-feira (23), na perspectiva dos acordos comerciais bilaterais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o Banco do Brasil [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Anúncio sela avanço nas relações comerciais entre Brasil e país vizinho e foi feito durante visita a Buenos Aires</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a retomada da boa relação diplomática entre Brasil e Argentina, os dois países avançaram, nesta segunda-feira (23), na perspectiva dos acordos comerciais bilaterais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o Banco do Brasil (BB) irá financiar exportações para o país vizinho por meio da emissão de cartas de crédito. A informação foi repassada pelo mandatário durante a visita da comitiva brasileira a Buenos Aires.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao rebater acusações de que o mercado teria reagido mal à ideia de inserção do banco na transação, Haddad afirmou que a operação não irá submeter a instituição financeira a riscos. Nesta segunda, as ações do Banco do Brasil fecharam o dia com queda de 0,75% por conta das especulações típicas do sistema financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando você faz um anúncio, às vezes as pessoas tomam decisões de compra e venda de ações com base em rumores. O BB não vai tomar risco nenhum nessa operação de crédito de exportação. Vamos ter um fundo garantidor, que será um fundo soberano e vai garantir as cartas de crédito emitidas pelo BB para os exportadores brasileiros. Portanto, nem o banco argentino que tiver financiando o importador nem o Banco do Brasil que tiver garantindo o exportador estão envolvidos no risco, por isso é que&nbsp; estamos negociando com a Argentina um sistema de garantias da Argentina com o Brasil”, afirmou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado argentino, a operação será feita pelo Banco de la Nación, empresa pública 100% estatal que costuma apoiar o financiamento de atividades voltadas ao comércio exterior. O ministro da Economia do país, Sergio Massa, disse que a medida será “benéfica” para a Argentina e citou vantagens como o aumento das linhas de crédito e prazos mais favoráveis aos contratantes desse tipo de operação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Massa acrescentou que a parceria também será positiva para o Banco Central da República Argentina, que irá “aliviar os pagamentos” de curto prazo das exportações destinadas ao território brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad explicou que&nbsp;“o que está sendo assumido no andar de cima da operação é o risco de conversibilidade de peso em real. É isso. O que está se assumindo no fundo garantidor é o risco de conversibilidade do peso em real em virtude do prazo de pagamento. No que diz respeito a uma operação de importação e exportação, é uma operação normal”. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda também foi questionado a respeito da ideia de criação de uma moeda comum entre os dois países, proposta que vem sendo defendida pelo governo Lula como forma de facilitar o comércio na fronteira Brasil-Argentina. Mais cedo o presidente brasileiro se reuniu com o presidente argentino, Alberto Fernández, e o assunto foi colocado em pauta, mas Haddad esclareceu que ainda não há cronograma para a medida se concretizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não tem nome nem prazo pra entrar [em vigor] porque nós precisamos estudar a maneira de fazer, mas a encomenda é essa. É que a gente possa ter um meio de pagamento comum entre os dois países que dê tranquilidade. Isso independe da situação cambial da Argentina. É um mecanismo que vai ser criado e que pode vir a favorecer o intercâmbio regional entre quaisquer dois países”, projetou o ministro.</p>
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