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	<title>BB conferência 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>CNFBB encerra programação de quinta-feira com apresentação das estratégias da Cassi para expansão e sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exposições de Luciana Bagno, Alberto Alves Junior e Renata Cabral destacam ampliação da rede, novo modelo de gestão em saúde e perspectivas para os associados A programação desta quinta-feira (18) do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) foi encerrada com uma mesa sobre os desafios e perspectivas da Caixa de Assistência [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-595c442d8426694978fd915c39a72159">Exposições de Luciana Bagno, Alberto Alves Junior e Renata Cabral destacam ampliação da rede, novo modelo de gestão em saúde e perspectivas para os associados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação desta quinta-feira (18) do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) foi encerrada com uma mesa sobre os desafios e perspectivas da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). As apresentações de Luciana Bagno, diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi; Alberto Alves Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da entidade; e Renata Cabral, advogada sócia da LBS Advogadas e Advogados e assessora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), abordaram as estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, voltadas à sustentabilidade, à ampliação da rede credenciada e ao fortalecimento da assistência aos associados.<br><br>Luciana Bagno apresentou as propostas construídas a partir das demandas dos participantes e incorporadas ao planejamento da nova gestão. Segundo ela, todas as iniciativas têm como eixo central o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde. “Todas as nossas ações buscam fortalecer e expandir a Atenção Primária à Saúde, e isso vai muito além da ampliação das estruturas físicas. Não para por aí. Vai muito além. Queremos que os associados tenham uma experiência cada vez melhor. A expansão da rede e a qualificação do atendimento caminham juntas para garantir mais acesso, mais resolutividade e mais cuidado em todas as regiões do país”, afirmou.<br><br>A diretora ressaltou que a proximidade com os usuários é um dos pilares da gestão. “Essas ações que estamos trazendo não são apenas ideias que nascem da diretoria. São propostas que vêm da base, dos conselhos de usuários, e é nosso compromisso manter essa proximidade com os associados e os funcionários. É com base no que vocês trazem para nós que vamos conseguir melhorar a nossa Cassi”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Saúde baseada em valor e eficiência na gestão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alberto Alves Junior detalhou as nove estratégias do Plano de Gestão 2024-2028, que tem como objetivo alcançar a chamada &#8220;Sustentabilidade com Satisfação&#8221;, conciliando equilíbrio econômico-financeiro e melhoria da experiência dos participantes.<br><br>Entre os resultados apresentados, destacou-se a expansão da rede credenciada entre 2024 e 2025. O número de prestadores passou de 844 para 1.757, um crescimento de 108,18%. No interior do país, a ampliação foi ainda mais expressiva, alcançando 123,55%. Os índices de satisfação acompanharam esse movimento: a qualidade dos profissionais recebeu nota média de 4,80, em uma escala de até 5, enquanto a avaliação geral da rede chegou a 4,76. A meta é elevar a satisfação global dos participantes de 69% para 75%.<br><br>O diretor também apresentou a migração para um modelo de Governança de Saúde Baseada em Valor (VBHC), que prioriza os resultados para os pacientes e a utilização mais eficiente dos recursos. “O foco é oferecer um cuidado cada vez mais personalizado, com eficiência e sustentabilidade, atuando também na prevenção e na redução de desperdícios”, explicou.<br><br>Outro avanço destacado foi o novo processo de regulação. Dados de abril de 2026 mostram que 96% dos pedidos de autorização são analisados em até três dias, além da redução significativa do estoque de solicitações pendentes.<br><br>A entidade também promoveu ajustes em seu portfólio de produtos para garantir maior equilíbrio econômico-financeiro. Alguns planos comerciais, como o PCF e o Vida, foram descontinuados, enquanto o plano Essencial tornou-se referência para o novo modelo implantado desde maio de 2025.<br><br>Para Alberto, as mudanças em curso preparam a Cassi para os desafios futuros da saúde suplementar. “Estamos construindo uma Cassi mais eficiente, mais moderna e mais sustentável. O uso inteligente dos dados e a gestão baseada em valor são instrumentos essenciais para garantir a perenidade do nosso modelo e a melhor utilização dos recursos dos associados”, afirmou.<br><br>Ele também destacou a importância das alianças estratégicas e da criação de uma Unidade de Inteligência. “Precisamos compartilhar conhecimento e buscar soluções em conjunto com outras autogestões. O futuro exige inovação, capacidade analítica e cooperação para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da assistência à saúde”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Segurança jurídica e defesa dos associados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a mesa, Renata Cabral abordou os aspectos jurídicos relacionados à Cassi e chamou a atenção para a necessidade de garantir segurança aos associados em um cenário de constantes mudanças no setor de saúde suplementar. A advogada também fez um alerta sobre o avanço dos transtornos mentais e a necessidade de encarar a saúde do trabalhador como um direito fundamental.<br><br>Segundo ela, a própria definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças. No Brasil, lembrou, a Constituição Federal de 1988 assegura a saúde do trabalhador como um direito fundamental, previsto nos artigos 7º e 196.<br><br>Renata apresentou dados da OMS que mostram que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais no mundo. Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes, com maior incidência entre as mulheres. A advogada destacou ainda que, nos países de baixa renda, menos de 10% das pessoas que necessitam de atendimento conseguem acesso aos serviços de saúde mental, enquanto nos países de alta renda esse índice supera 50%.<br><br>Ao tratar da realidade brasileira, ela ressaltou que, em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária decorrentes de transtornos mentais e comportamentais. As mulheres responderam por 63,46% dos afastamentos, situação que, segundo a advogada, está relacionada à divisão sexual do trabalho, à tripla jornada e à desigualdade salarial. O CID F-41, referente a outros transtornos ansiosos, foi a principal causa dos afastamentos.<br><br>“É fundamental que qualquer debate sobre o futuro da Cassi tenha como prioridade a preservação dos direitos dos associados e a sustentabilidade do sistema, garantindo segurança jurídica e qualidade da assistência”, afirmou.<br><br>Renata também destacou que a defesa da Caixa de Assistência depende da participação ativa dos trabalhadores e da construção coletiva de soluções. “Estamos falando de uma conquista histórica dos funcionários do Banco do Brasil. É necessário que os associados acompanhem os debates e participem das decisões, porque a defesa da Cassi é, antes de tudo, a defesa de um patrimônio construído por gerações de trabalhadores”, disse.<br><br>Segundo ela, os desafios jurídicos e regulatórios da saúde suplementar exigem atenção permanente e atuação responsável. “Os desafios jurídicos e regulatórios são constantes. Por isso, é fundamental atuar com responsabilidade e planejamento, garantindo que as mudanças necessárias sejam implementadas sem perder de vista os princípios da solidariedade e da proteção aos associados”, concluiu.</p>
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