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	<title>BB Cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>BB Cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>BB apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi negociação 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cassi proposta BB insuficiente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Representação dos funcionários cobra maior participação do banco no custeio e defende solução que preserve os direitos do funcionalismo e a sustentabilidade da Caixa de Assistência Na terça-feira (23), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a0206cd9ec068f67b288c0d3a9116e4b">Representação dos funcionários cobra maior participação do banco no custeio e defende solução que preserve os direitos do funcionalismo e a sustentabilidade da Caixa de Assistência</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira (23), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.<br><br>Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.<br><br>A principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Outro ponto: encontrar soluções para o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados.<br><br>Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Proposta do banco é insuficiente</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.<br><br>Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.<br><br>Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.<br><br>A proposta foi rejeitada pelos sindicatos, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.<br><br>Como alternativa, foi proposto pelos sindicalistas que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.<br><br>O movimento sindical também defendeu a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.<br><br>Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.</p>
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		<title>BB: movimento sindical exige mais informações da Cassi</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bb-movimento-sindical-exige-mais-informacoes-da-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[Coparticipação da Cassi]]></category>
		<category><![CDATA[custo alto da cassi]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos e entidades que representam funcionários do BB debateram a redução dos valores de coparticipação e a ampliação da lista de medicamentos abonáveis Entidades que representam os funcionários do Banco do Brasil querem que a direção da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi) apresente mais informações da sua situação e discutir a redução dos valores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicatos e entidades que representam funcionários do BB debateram a redução dos valores de coparticipação e a ampliação da lista de medicamentos abonáveis</p>
<p></p>
<p>Entidades que representam os funcionários do Banco do Brasil querem que a direção da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi) apresente mais informações da sua situação e discutir a redução dos valores de coparticipação e a ampliação da lista de medicamentos abonáveis. Para tanto, vão marcar nova reunião para decidir as questões.</p>
<p> </p>
<p>Segunda-feira (29), o movimento sindical reuniu-se com a diretoria da Cassi. A pauta era a cobrança de um compromisso feito em Mesa de Negociação entre a diretoria da Cassi e os trabalhadores: retomar os índices de coparticipação praticados em 2018. Também seria discutida a ampliação da Lista de Materiais e Medicamentos Abonáveis da Cassi (Limaca).</p>
<p> </p>
<p>Os sindicalistas manifestaram que para o debate continuar são necessárias mais informações sobre a operadora, principalmente sobre os cadastrados na Estratégia de Saúde da Família? Como está sendo feita a ampliação? Isso consta na reforma estatutária da Cassi e é defendida pelas entidades. Além disso, não mostra números de quanto arrecada a título de coparticipação. Os representantes dos funcionários dizem que os valores estão elevados para associados. Os sindicatos defendem a volta dos patamares anteriores.</p>
<p> </p>
<p><strong>Estratégia de Saúde da Família</strong></p>
<p>O movimento sindical ressalta que a ampliação do modelo assistencial com quadro e estrutura própria é central para a sustentabilidade da Cassi. Os estudos realizados pela diretoria de saúde durante as negociações do superávit (2015-2018) comprovam que é possível ampliar a cobertura da Estratégia de Saúde da Família e os cuidados aos bancários da ativa e aos aposentados e pensionistas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Abaixo-assinado</strong></p>
<p>Também foi lembrado na reunião o abaixo-assinado apresentado à direção da Cassi e promovido por parte dos associados. O abaixo-assinado alerta o Conselho Deliberativo da Cassi e a Diretoria executiva para que a busca do equilíbrio a qualquer custo, fere o objetivo da lei e os direitos adquiridos e também pode matar pessoas. Pode ainda negligenciar tratamento que em uma relação de causa e efeito custará muito mais aos cofres da Cassi no futuro.</p>
<p> </p>
<p>Os sindicatos sempre se manifestaram contrários ao aumento de coparticipação, bem como à revisão da listagem da Limaca. Nas mesas de negociações, as entidades sempre cobraram a questão dos elevados patamares da coparticipação. Apontam que, no início de 2020, a Cassi excluiu da listagem da Limaca várias patologias severas, reduzindo em 70% a lista. Quanto a essa questão, a diretoria da Cassi se comprometeu a apresentar uma nova Limaca até maio.</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região com Contraf</p>
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