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	<title>bancos públicos ameaçados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Os planos de Lula e Bolsonaro para o Banco do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[bancos públicos ameaçados]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia e banqueiro Paulo Guedes deixou clara a intenção do governo em passar o BB para o setor privado e a Caixa fatiada Os dois candidatos a presidente da República têm projetos opostos em todos os sentidos e, em relação às empresas estatais, entre elas os bancos públicos, não é diferente. Bolsonaro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia e banqueiro Paulo Guedes deixou clara a intenção do governo em passar o BB para o setor privado e a Caixa fatiada</p>
<p></p>
<p>Os dois candidatos a presidente da República têm projetos opostos em todos os sentidos e, em relação às empresas estatais, entre elas os bancos públicos, não é diferente. Bolsonaro já privatizou a Eletrobras, refinarias da Petrobras e a BR Distribuidora e pretende ampliar a venda destas gigantes para beneficiar o setor privado. Já o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, ao contrário, pretende interromper este processo e fortalecer o setor público para investir no crescimento da economia, gerando empregos e melhorando os salários.</p>
<p> </p>
<p>O Banco do Brasil está na mira para ser privatizado. Para ampliar o debate com a sociedade sobre a importância de defender o banco, o movimento sindical bancário criou o Comitê de Luta em Defesa do BB que possui um site com diversas informações a respeito (<a href="http://bbpublico.com.br/" target="_blank">http://bbpublico.com.br/</a>).</p>
<p> </p>
<p>O ministro da Economia e banqueiro Paulo Guedes deixou clara a intenção do governo em passar o BB para o setor privado. Na reunião interministerial de 22 de abril de 2020, aquela que vazou e ficou famosa, o ministro decretou: “O Banco do Brasil é um caso pronto de privatização”. Em seguida, disparou: “Tem que vender essa porra logo”. Com medo do desgaste eleitoral, Bolsonaro empurrou a privatização para 2023.</p>
<p> </p>
<p>O Comitê de Luta em Defesa do BB é uma iniciativa de funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil, militantes sindicais e de entidades representativas dos funcionários. “Defendemos o fortalecimento do Banco como empresa pública que tem um importantíssimo papel a cumprir na sociedade no fornecimento de crédito à atividade produtiva, principalmente para a agricultura familiar, aos micros, pequenos e médios empresários, empreendedores individuais. Defendemos que o BB, ao conceder crédito à população, auxilie na inclusão bancária, no desenvolvimento regional sustentável e na redução das desigualdades sociais e regionais”, afirma o texto do site.</p>
<p> </p>
<p><strong>Impactos das privatizações</strong></p>
<p>Na página do Comitê de Luta em Defesa do BB, uma matéria intitulada “Privatização de bancos públicos leva a demissões e desmonte de planos de saúde e de previdência” lembra da entrega de vários bancos estaduais ao setor privado e suas consequências para a economia e para os funcionários como forma de exemplificar o que aconteceria caso acontecesse o mesmo com o Banco do Brasil com a eleição do candidato da extrema-direita.</p>
<p> </p>
<p>O site do Comitê lembra que, ao contrário dos governos que o antecederam, o de Lula incorporou ao BB, bancos públicos que fortaleceram a sua estrutura. Entre estes cita o Nossa Caixa, o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e o Banco do Estado do Piauí (Bep) para que não fossem privatizados.</p>
<p> </p>
<p>A matéria lembra que o resultado das privatizações do Banco do Estado do Paraná (Banestado) e do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), entre outros, comprovam o alerta dos movimentos de trabalhadores que lutam para afastar os riscos de privatização do Banco do Brasil e de outras importantes empresas públicas.</p>
<p> </p>
<p>“Perdas de direitos, demissões em massa, desmonte dos planos de saúde e de previdência complementar. Esses foram os resultados das privatizações do Banestado e do Banespa, prestes a completarem 22 anos agora, em outubro e em novembro”, lembra o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e membro do Comitê de Luta em Defesa do Banco do Brasil, João Fukunaga.</p>
<p> </p>
<p>“Ou seja, além de não resultar no tão prometido aumento de investimentos, expansão econômica e modernização, as vendas que sepultaram as duas empresas destruíram direitos dos funcionários incorporados aos bancos compradores”, alertou.</p>
<p> </p>
<p>“Defendemos que o Banco do Brasil deve permanecer como banco público e ser fortalecido, porque ele sempre foi e sempre será fundamental em qualquer processo de retomada do crescimento econômico, financiando a agricultura e a produção para gerar empregos de qualidade”, afirmou. Acrescentou que o próximo governo deve rever a atual orientação dada ao banco, para que ele volte a ser direcionado para a maioria da população.</p>
<p>Crédito: SEEB do RJ<br />Fonte: SEEB do RJ<br />Escrito por: Olyntho Contente</p>
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