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	<title>bancos negam protocolos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>bancos negam protocolos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancos ainda negam vários protocolos em negociação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avanço de protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[bancos negam protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato pressiona por protocolos]]></category>
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					<description><![CDATA[Fornecimento de máscaras adequadas e o retorno do home office para trabalhadores com comorbidade são duas das reivindicações que permanecem. Contatantes com casos confirmados devem ser testados antes do retorno   Em reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada segunda-feira (31/01), os bancos deram retorno sobre as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fornecimento de máscaras adequadas e o retorno do home office para trabalhadores com comorbidade são duas das reivindicações que permanecem. Contatantes com casos confirmados devem ser testados antes do retorno</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>Em reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada segunda-feira (31/01), os bancos deram retorno sobre as reivindicações da categoria com relação aos protocolos de segurança sanitária para garantir a saúde e a vida da categoria, apresentadas na reunião realizada do dia 18 de janeiro.</p>
<p> Na opinião dos sindicalistas a resposta foi insuficiente, muitos protocolos ficaram de fora e vão continuar a luta em defesa da saúde e vida da categoria.</p>
<p> </p>
<p><strong>Um avanço</strong></p>
<p>Os bancos garantiram que os trabalhadores que mantiveram contato com colegas com caso confirmado de Covid-19 devem ser testados para que haja o retorno ao trabalho. Caso não haja condições de efetuar o teste, o retorno deve ocorrer somente no 11º dia após o contato, informou o Comando dos Bancários.</p>
<p> </p>
<p><strong>Testes e retornos</strong></p>
<p> A Fenaban disse que os bancos vão enviar comunicados aos gestores orientando o afastamento de 10 dias, com retorno somente a partir do 11º dia, caso haja um segundo teste negativo, após o 5º dia de sintomas. No caso de não haver testes disponíveis, o retorno pode ser reduzido para 7 dias, com retorno a partir do 8º dia,.</p>
<p><strong>Home office</strong></p>
<p>Em decorrência do novo aumento dos casos de contaminação, internações e óbitos por Covid-19, o Comando Nacional dos Bancários voltou a cobrar o retorno do teletrabalho, principalmente para aqueles que possuem alguma doença que possa ser agravada nos casos de contaminação pelo vírus da Sars-Cov-2 (comorbidade).</p>
<p><strong>Máscaras</strong></p>
<p>Os bancos não aceitaram fornecer máscaras adequadas para seus funcionários, que sejam capazes de minimizar as possibilidades de contágio e transmissão do vírus. Alegam que existem bancários que preferem usar suas próprias máscaras de pano. Porém, especialistas já confirmaram que as máscaras de pano não protegem contra a variante Ômicron.</p>
<p><strong>Vacinação contra a gripe</strong></p>
<p>O Comando reivindicou ainda que os bancos adiantem a vacinação contra a gripe, como forma de prevenção contra a doença e para evitar que haja confusão dos casos de gripe com os de Covid-19, uma vez que os sintomas são muito parecidos.</p>
<p> A Fenaban informou que os bancos vão adquirir as vacinas assim que as mesmas forem disponibilizadas, com a atualização da fórmula para a proteção contra a H3N2 e as novas cepas do vírus da gripe. Mas, pode ser que não haja tanta antecipação, pois os laboratórios precisam produzir a vacina e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisa autorizar a importação. A previsão é de que a vacinação nos bancos seja realizada entre abril e junho, dependendo de quando a nova vacina ficar pronta e do tempo que a Anvisa levará para autorizar sua importação.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reivindicações ainda negadas pelos bancos</strong></p>
<p>Sanitização das agências e unidades administrativas com casos confirmados;</p>
<p>Exigência do passaporte da vacina dos clientes;</p>
<p> </p>
<p>Distribuição de máscaras adequadas (PFF2/N95) para os funcionários;</p>
<p>Protocolo unificado;</p>
<p>Retomada do teletrabalho em home office;</p>
<p>Controle de acesso de clientes;</p>
<p>Redução do horário de atendimento para diminuir tempo de exposição;</p>
<p>Garantia de álcool-gel nas agências e departamentos;</p>
<p>Manutenção de marcação do distanciamento;</p>
<p>Suspensão de visitas a clientes, pelo menos neste momento de alta de casos de infecção;</p>
<p>Melhorar o atendimento da telemedicina;</p>
<p>Compromisso com a não-demissão;</p>
<p>Antecipação da vacinação contra a gripe.</p>
<p> </p>
<p>O Sindicato continua sua fiscalização pelos protocolos na Baixada Santista. Os bancários e bancárias devem denunciar a falta de prevenção dos bancos. Não coloque sua vida em segundo plano para enriquecer os banqueiros!</p>
<p>Crédito: Agência Brasil/EBC<br />Fonte: Contraf com edição da Comunicação SEEB de Santos e Região</p>
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