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	<title>Bancos e Amazonia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Bancos financiam expansão ilegal do agronegócio sobre a Amazônia, revela relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 11:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos e Amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos financiam desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[BB financia agro na Amazonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Miotto/CIMI]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-899690dbe5ca805a5e28683533341fdc">Mais de 30 mil fazendas que estão onde não deveriam estar são beneficiadas por crédito rural, aponta Greenpeace</h4>



<p></p>



<p>Um levantamento divulgado nesta terça-feira (9) pelo Greenpeace Brasil revela uma conexão direta entre instituições financeiras e o&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/02/24/desmatamento-cai-60-na-amazonia-areas-indigenas-tem-menor-taxa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>desmatamento na Amazônia</strong></a>. O estudo revelou que 798 imóveis rurais embargados pelo Ibama por causa de crime ambiental&nbsp;receberam financiamentos de bancos entre 2018 e 2022.</p>



<p>O relatório intitulado&nbsp;<a href="https://www.greenpeace.org/static/planet4-brasil-stateless/2024/04/5ddd16e8-bancando-a-extincao-greenpeace-brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><strong>Bancando a extinção: bancos e investidores como sócios no desmatamento</strong></em></a>&nbsp;expõe que, entre 2018 e 2023, mais de R$ 43 milhões foram destinados a propriedades rurais envolvidas em diversas irregularidades socioambientais na Amazônia, como a grilagem, a pecuária em áreas protegidas e violação dos direitos humanos.</p>



<p>&#8220;O financiamento a crimes que derrubam a floresta e expandem a produção agropecuária na&nbsp;Amazônia não se limita a recursos de origens clandestinas. Parte é oferecida por grandes&nbsp;bancos públicos e privados que, sem controle adequado, direcionam recursos para atividades&nbsp;envolvidas com irregularidades&#8221;, declarou Cristiane Mazzetti, porta-voz do Greenpeace Brasil.&nbsp;</p>



<p>Entre 2018 e 2022, obtiveram crédito rural na Amazônia, segundo o Greenpeace:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>10.074 propriedades com sobreposição a unidades de conservação</li>



<li>24 propriedades sobrepostas a terras indígenas;</li>



<li>21.692 imóveis com sobreposição a florestas&nbsp;públicas não destinadas (FPND)</li>



<li>29.502 propriedades com desmatamento no período&nbsp;analisado.</li>



<li>41 imóveis encontrados em áreas de proteção integral, área onde não deve haver&nbsp;nenhuma atividade econômica, segundo o Sistema Nacional de Unidades de&nbsp;Conservação da Natureza (SNUC);</li>



<li>4 imóveis inseridos em 7 territórios indígenas</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Banco do Brasil tem 44% de todos os contratos de crédito na Amazônia</h4>



<p>Os dados revelam que o Banco do Brasil se destaca como o maior operador de crédito rural na&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/05/brasil-estancou-desmatamento-da-amazonia-mas-ponto-de-nao-retorno-ainda-esta-proximo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Amazônia</strong></a>, sendo responsável por 44% de todos os contratos. No entanto, outras instituições financeiras também estão implicadas, incluindo Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia.</p>



<p>Um dos casos expostos pelo estudo é da fazenda Arizona, localizada em&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/11/21/mpf-repudia-fala-do-prefeito-de-rio-branco-ac-que-elogiou-ditadura-e-defendeu-atos-golpistas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Rio Branco</strong></a>&nbsp;(AC). Mesmo com metade de sua área sobreposta a uma Floresta Pública Não Destinada, e um histórico de desmatamento de 420 hectares entre 2016 e 2022, o proprietário conseguiu obter mais de R$ 16,7 milhões em crédito rural de bancos públicos brasileiros.</p>



<p>Outro exemplo mencionado pelo Greenpeace Brasil é a fazenda Cachoeira Dourada, no Pará. Multada pelo Ibama por desmatamento ilegal em 2016 e embargada pelo órgão federal, a propriedade recebeu mais de R$ 885 mil em financiamento do Banco da Amazônia em 2019.&nbsp;</p>



<p>O relatório também destaca a presença de fazendas em terras indígenas financiadas através do crédito rural. Na Terra Indígena&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/01/31/marco-temporal-e-eleicoes-estao-por-tras-da-nova-invasao-a-terra-uru-eu-wau-wau" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Uru-Eu-Wau-Wau</strong></a>, por exemplo, fazendeiros conseguiram crédito para atividades pecuárias, contribuindo para o desmatamento ilegal e avanço das pastagens sobre o território indígena.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Reforma no sistema financeiro&nbsp;</h4>



<p>O Greenpeace Brasil disse que é preciso uma&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/07/17/uniao-africana-defende-reforma-do-sistema-financeiro-internacional" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>reforma urgente no sistema financeiro</strong></a>, tanto em nível nacional quanto global. A ONG ambientalista defende medidas eficazes para alinhar fluxos financeiros aos compromissos estabelecidos no Acordo de Paris e no Marco Global da Biodiversidade, com o objetivo de limitar o aquecimento global e frear a perda de biodiversidade.</p>



<p>&#8220;As nações precisam tomar medidas eficazes para garantir o alinhamento de todos os fluxos financeiros aos compromissos estabelecidos no <a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/10/26/mundo-esta-distante-da-meta-do-acordo-de-paris-diz-onu" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Acordo de Paris</strong></a> e no Marco Global da Biodiversidade. Não temos mais tempo a perder, o dinheiro precisa parar de fluir para fazendas e empresas que destroem o meio ambiente e fomentam as múltiplas crises que vivemos&#8221;, diz Cristiane Mazzetti, do Greenpeace Brasil. </p>
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